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segunda-feira, 1 de maio de 2017

Bombeiros e Arcon garantem segurança no Festival da Pororoca

Fotos Márcio Ferreira / Agência Pará
A temperatura do Festival da Pororoca começa a subir na mesma proporção das ondas que se formam no Rio Capim, arrastando as margens e fascinando olhos acostumados a outras paisagens. E para garantir o brilho da festa do surf, o Corpo de Bombeiros Militar do Pará está atuando de forma preventiva em São Domingos do Capim, enquanto a equipe da Agência de Regulação e Controle de Serviços Públicos do Estado do Pará (Arcon) inspeciona a travessia de balsa para a sede municipal.


O tenente BM Barros coordena as ações realizadas pela corporação. “Estamos aqui para manter a segurança, tanto do banhista que está lá, na orla da cidade, quanto dos surfistas que estão aqui, no mirante do Barriga, para a pororoca. Estamos com jet-ski, dois botes de apoio com guarda- vidas e também uma ambulância resgate”, informou o militar.


Na tarde desta sexta-feira (28), cerca de 50 surfistas caíram na água. Um deles acabou atingido no rosto pela própria prancha, devido à força da onda. Socorrido imediatamente pelos bombeiros, ele foi levado para o hospital municipal. “O surfista está bem. Com a força da pororoca a prancha dele bateu em seu rosto, o que causou um pequeno corte”, disse o tenente. No restante do dia a competição ocorreu sem anormalidade.


Inspeção - Os fiscais da Arcon vistoriam a balsa que faz a travessia desde esta sexta-feira até domingo, quando termina o Festival da Pororoca. A movimentação deve se intensificar na manhã deste sábado (29). Segundo um dos fiscais, a inspeção na balsa é essencial para verificar se há condições para a embarcação conduzir os passageiros. A equipe também acompanha a movimentação durante todo o dia.


A pororoca é uma onda que se forma a partir do encontro das águas do mar com o rio. Sua força arrasta tudo o que vê pela frente, provocando um espetáculo que, a cada ano, atrai mais surfistas dispostos a enfrentar esse desafio da natureza.

Jhon Cipó veio de Santos (interior de São Paulo) para realizar o sonho de surfar na onda barulhenta. “Meus pais moraram aqui e cresci ouvindo histórias dos encantos da pororoca. Estou realizando um sonho. A onda possui uma força muito grande, a conexão com a natureza é muito mais forte nessas águas. O silêncio nas águas que antecede o estrondo da onda é indescritível. A onda vem e quebra a quietude daqui”, contou Jhon, que depois do Festival da Pororoca seguirá para o México, continuando a viagem pela América Latina atrás de novas ondas.  

Outra que veio de longe para desafiar o fenômeno no Rio Capim é a portuguesa Carina Escobar, natural de Lisboa. “É o segundo ano consecutivo que venho para surfar nas águas de rio. Agora eu pretendo voltar todos os anos. Afinal, não é sempre que temos a possibilidade de surfar em uma onda tão mística como esta, ainda mais na Amazônia. Me encantei pela cultura, gastronomia e pelas pessoas daqui. O Pará é incrível!”, contou Carina.

O Festival da Pororoca é realizado pela Prefeitura de São Domingos do Capim, com apoio da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel). A programação inclui eventos esportivos e culturais e prossegue até próximo domingo (30).

Agência Pará - Adriana Pinto

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