sexta-feira, 29 de maio de 2020

Senador catarinense alerta para mudança na lei que obriga devolução do auxílio emergencial


Auxílio emergencial poderá ter que ser devolvido, caso contribuinte receba mais que limite de isenção – Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/ND

Conforme a nova mudança sancionada por Bolsonaro no início de maio, quem receber acima do teto da isenção do Imposto de Renda em 2020 terá que devolver o valor integralmente

A lei do auxílio emergencial de R$ 600 passou por uma alteração que trouxe um novo debate em Brasília. Com a nova mudança, o auxílio deverá ser devolvido por quem receber o valor neste ano e ultrapassar o teto do imposto de renda em 2020.

Após a aprovação no dia 14 de maio, a legislação diz que quem apresentar imposto de renda maior que a atual isenção, no valor de R$ 28.559 mil, neste ano, terá que devolver o valor repassado pelo auxílio emergencial à União.

Como o IR é apresentado apenas no ano seguinte, as pessoas que passarem do teto serão obrigadas a devolverem o valor em 2021, inclusive de seus dependentes.

Senador de SC faz alerta
O senador catarinense Esperidião Amin (PP) é o atual relator da lei sancionada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. Segundo ele, o governo descumpriu um acordo ao vetar outras partes do texto.

“Eu vou defender a derrubada do veto aplicado ao parágrafo 2º B, porque é uma iniquidade cobrar antes e cobrar depois”, explicou o parlamentar.

Antes da mudança, o auxílio era repassado apenas para as pessoas que não apresentaram receita anual superior de R$ 28,6 mil em 2018. Como resultado, o senador também alerta que o novo trecho apenas substitua o dispositivo inicial.

Assista o vídeo com a posição do senador Esperidião Amin:

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Repórter da CNN desmaia após reportagem em Manaus


© Reprodução/ CNN

A repórter daCNN Brasil em Manaus Luciene Kaxinawá passou mal após uma entrada ao vivo na quinta-feira (28). Ela apresentou sinais de mal-estar enquanto falava ao vivo no telejornal comandado por Reinaldo Gottino e Daniela Lima.

Quando já não estava mais no ar, Luciene desmaiou e foi socorrida pela equipe que a acompanhava.

De acordo com a CNN, a repórter passa bem. Segundo o colunista Flávio Ricco, do Uol, Kaxinawá é a primeira repórter indígena da CNN.

Nascida em Rondônia, trabalhou durante sete anos na Rede Amazônica, que transmite a programação da Globo para cinco Estados da região Norte.

A profissional faz parte da tribo dos Kaxinawás, que habitam as regiões de floresta tropical do Brasil e do Peru.

IstoÉ

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Índia: centenas de morcegos mortos assustam moradores

Índia: centenas de morcegos mortos assustam moradores

Centenas de morcegos mortos causaram pânico em uma vila no norte da Índia. Muitos moradores ficaram assustados, pois temiam que a morte dos morcegos estivesse relacionada à pandemia de coronavírus. No entanto, as autoridades locais têm outras possíveis explicações para o fato.

ONDA DE CALOR, ENVENENADOS POR UMA FÁBRICA

https://www.msn.com/pt-br/noticias/watch/tail%c3%a2ndia-rob%c3%b4s-trabalham-para-combater-o-coronav%c3%adrus/vp-BB14IjsQ



Desmate na Mata Atlântica subiu 27% entre 2018 e 2019, indica relatório

Mata Atlântica na região de Antonina, no Paraná: o estado foi o terceiro que mais desmatou esse bioma entre 2018 e 2019. Crédito: Deyvid Setti e Eloy Olindo Setti/Wikimedia
© Fornecido por Revista Planeta Mata Atlântica na região de Antonina, no Paraná: o estado foi o terceiro que mais desmatou esse bioma entre 2018 e 2019. Crédito: Deyvid Setti e Eloy Olindo Setti/Wikimedia

Bioma historicamente mais castigado do Brasil, a Mata Atlântica sofreu um aumento de 27% nos desmates entre 2018 e 2019. A informação está no relatório Atlas da Mata Atlântica, divulgado pela Fundação SOS Mata Atlântica e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) nesta quarta-feira (27), data em que se comemora o dia do bioma.
De 1º de outubro de 2018 a 30 de setembro de 2019, registrou-se o desmatamento de 14.502 hectares. No mesmo período entre 2017 e 2018, foram 11.399 hectares desmatados. A subida reverte uma tendência de queda observada desde 2016.
O líder no corte da mata foi Minas Gerais: 4.972 hectares desmatados, segundo o estudo. (O Atlas da Mata Atlântica mapeia desmatamentos acima de 3 hectares, ou 30 mil m².) Na sequência vieram Bahia (3.532 hectares), Paraná (2.767 hectares) e Piauí (1.558 hectares). São os mesmos estados que estavam no topo do desmatamento no período anterior. Na ponta oposta, Alagoas e Rio Grande do Norte conseguiram zerar o desmatamento.
Segundo o geógrafo Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da SOS Mata Atlântica, os estados com os piores índices na atual edição do Atlas estão historicamente associados ao desmatamento criminoso. Em Minas Gerais, onde a alta em relação ao período anterior foi de 47%, o corte pode estar relacionado à derrubada de mata nativa para o plantio de eucaliptos e à produção de ferro-gusa. Na Bahia (expansão de 78%), o desmatamento estaria ligado à atividade agropecuária na área conhecida como Matopiba, próxima à região de Cerrado. Já no Paraná, as perdas teriam relação com a obtenção de carvão vegetal.
Vale-tudo
Mantovani observa que o governo de Jair Bolsonaro tem uma relação bastante nítida com o que está acontecendo na Mata Atlântica. Ainda em campanha, o atual presidente declarou que “não aceitava” as multas ambientais. “Ele sinalizou um vale-tudo. E esse pessoal [que já desmatava antes] se sentiu inspirado”, avalia o diretor da SOS Mata Atlântica em depoimento ao site G1. “E agora, o despacho do ministro [Ricardo Salles] comprovou o que ele falava na campanha lá atrás: o ministro não entrou para cuidar do meio ambiente do Brasil. Ele entrou com o plano de acabar com o meio ambiente. Esse Atlas já sinalizou que a situação é ruim”.
Um despacho emitido pelo Ministério do Meio Ambiente em abril deste ano recomendou a órgãos ambientais do país que desconsiderassem a Lei da Mata Atlântica, de 2006, e aplicassem em seu lugar o Código Florestal. O Ministério Público Federal informou ao Ibama que descumpra essa orientação do governo, alegando que ela contraria a lei de proteção do bioma.
Mantovani já adiantou que o próximo Atlas também não trará boas notícias. “A prova maior foi a autodenúncia do ministro [Salles] naquela reunião”, afirma. Na citada reunião ministerial, de 22 de abril, Ricardo Salles defendeu “passar a boiada” e “mudar” regras ambientais enquanto a imprensa se dedicava à cobertura da epidemia de covid-19.
Segundo a SOS Mata Atlântica, apenas 12,4% da área de floresta original do bioma (correspondente a cerca de 16,3 milhões de hectares) ainda sobrevive. Um percentual abaixo de 20% representa ameaça de extinção para as espécies nativas. Mantovani também sublinha a necessidade de considerar “desmatamentos formigas”, cuja pequena extensão passa despercebida pelos registros de satélite. Esse fenômeno está associado à construção de casas em margens de rios, regiões de morros ou ampliação de terrenos particulares.
Mata Atlântica na região de Antonina, no Paraná: o estado foi o terceiro que mais desmatou esse bioma entre 2018 e 2019. Crédito: Deyvid Setti e Eloy Olindo Setti/Wikimedia© Fornecido por Revista Planeta Mata Atlântica na região de Antonina, no Paraná: o estado foi o terceiro que mais desmatou esse bioma entre 2018 e 2019. Crédito: Deyvid Setti e Eloy Olindo Setti/Wikimedia
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Revista Planeta

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quarta-feira, 27 de maio de 2020

Tocantins: Palmas registra o 7º óbito por coronavírus; paciente tinha 62 anos

Descrição: Imagem ilustrativa Reprodução/Web

O homem não possuía comorbidades, estava internado no Hospital Geral de Palmas (HGP) desde o dia 16 de maio em estado grave. Ele não resistiu às complicações causadas pela infecção do coronavírus.

O Boletim Epidemiológico desta quarta-feira, 27, destaca a sétima morte em decorrência da Covid-19 em Palmas. O homem de 62 anos de idade, não possuía comorbidades, estava internado no Hospital Geral de Palmas (HGP) desde o dia 16 de maio em estado grave. Ele não resistiu às complicações causadas pela infecção do coronavírus.

Esta edição do Boletim também traz a confirmação de 48 novos casos na última rotina de exames realizadas na Capital. Com isso, o a Capital contabiliza agora 470 casos confirmados de Covid-19.

De acordo com a Vigilância Epidemiológica de Palmas, dos 48 novos casos confirmados, 11 tiveram contato com casos confirmados da Capital, 13 contraíram o vírus por transmissão comunitária, três viajaram para outros estados brasileiros, 17 casos estão em investigação e quatro fizeram viagem ou tiveram contato com caso confirmado de outro município do Tocantins.

Tomando como base o total de  470 casos confirmados na Capital, 206  (43,8%) tiveram contato com caso confirmado de Palmas, 151 (32,1%) contraíram o vírus por transmissão comunitária, 51 (10,9%) viajaram para outros estados brasileiros, 29 (6,2%) casos estão em investigação, 27 (5,7%) fizeram viagem ou tiveram contato com caso confirmado de outro município do Tocantins e 6 (1,3%) são casos relacionados a viagens para o exterior.   

Testagem

A última rodada de exames laboratoriais nas redes pública e privada de Palmas somou 205 diagnósticos. Desse total, 46 casos testaram negativo e 14 tiveram resultado positivo no Laboratório Central do Tocantins (Lacen). Já o Laboratório Municipal de Palmas descartou 87 casos e confirmou 33 como sendo positivos. Os laboratórios privados registaram 24 casos negativos e um positivo. 

Pessoas hospitalizadas

Encontram-se hospitalizados nas redes pública e privada de Palmas 11 casos confirmados da Capital, nove dessas pessoas em quadro estável de saúde e duas em situação grave, conforme boletins médicos publicados às 18 horas, de terça-feira, dia 26.  Também estão internados mais três pessoas de Palmas por suspeita de infecção por Covid-19.

Outros 19 pacientes confirmados estão internados no município em consequência da doença, no entanto, são moradores de outras cidades do Tocantins ou outros estados brasileiros.

 

Tocantins: Com 165 confirmações em 24h, TO ultrapassa 3 mil casos e contabiliza 65 óbitos

Os 165 casos foram registrados em 26 municípios do Estado. Nas últimas 24h, Palmas foi a cidade que contabilizou o maior número de casos, sendo 43 infectados.
 
Descrição: Imagem ilustrativa Reprodução/Web
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que nesta quarta-feira, 27, foram contabilizados 165 casos notificados para Covid-19 no dia 26 de maio.

Os novos casos foram registrados em 26 municípios, sendo eles:  Aguiarnópolis (02), Araguaína (27), Brejinho de Nazaré (01), Cariri do Tocantins (01), Colinas do Tocantins (05), Couto Magalhães (01), Darcinópolis (01), Divinópolis (01), Esperantina (01), Formoso do Araguaia (04), Goiatins (02), Guaraí (07), Gurupi (02), Itaguatins (09), Lagoa da Confusão (01), Miracema do Tocantins (01), Nova Olinda (11), Palmas (43), Palmeiras do Tocantins (05), Paraíso do Tocantins (09), Porto Nacional (04), Rio Sono (16), Sampaio (01), São Miguel do Tocantins (03), Tocantinópolis (05) e Xambioá (02).

Nesta terça-feira, 26, uma mulher de 86 anos, residente de Nova Olinda, diabética e hipertensa, morreu vítima do coronavírus. Desta forma, hoje o Tocantins contabiliza 65 óbitos, 3.023 casos confirmados, destes, 924 pacientes estão recuperados e 2.034 estão ainda em isolamento domiciliar ou hospitalar. 

Caso confirmado de outro Estado

Foram diagnosticados no Tocantins 12 casos positivos do novo Coronavírus (Covid-19) para os estados de Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará e São Paulo.

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) esclarece que o banco de dados do Estado é dinâmico, em virtude do fechamento das investigações epidemiológicas, que alteram principalmente locais de residência dos casos positivos, trazendo modificações diárias no acumulado dos municípios e no total geral do Estado.

O Estado possui uma plataforma onde todos podem acompanhar os números da Covid-19 no Tocantins. 


T1 Notícias


Celular e computador de Luciano Hang são apreendidos em operação da PF



O empresário de Brusque é um dos alvos de uma investigação de apura produção de fake news e ameaças a ministros do STF

O celular e o computador pessoal do empresário catarinense Luciano Hang foram apreendidos pela PF (Polícia Federal) no início da manhã desta quarta-feira (27).
Os itens foram recolhidos na casa e no escritório do dono da Havan, em Brusque. Ele é investigado em um processo que apura fake news e ameaças a ministros do STF (Superior Tribunal Federal).
PF cumpre mandados na casa e escritório de Hang – Foto: Reprodução/Facebook
Pouco antes das 9h, Hang usou as redes sociais para falar sobre o assunto. Em uma live, o empresário afirmou que está tranquilo e que os equipamentos vão provar que ele não cometeu nenhum crime.
“Jamais atentei ou fiz fake news contra o STF. E dessa forma, entregando meu celular e meu computador pessoal, vai estar tudo esclarecido 100%”, disse o dona da Havan.
Questionado por seguidores se entende que ação tem como objetivo intimidá-lo, Hang disse que não. Pontou o direito do STF de apurar “se alguém fez algo contra os membros da alta corte do país”.
O empresário reiterou a importância da liberdade de expressão. “Eu uso as nossas redes sociais para expressar aquilo que eu penso. […] Jamais atentei contra membros do STF e a instituição”, pontou.
“O que é fazer fake news? É pegar uma coisa certa e transformar ela em errada. Jamais. O que nós queremos é falar a verdade. As vezes, tem um fato e várias versões. E eu sempre coloco a minha versão sobre aquele fato”, afirmou Luciano.

Leia também:

Segundo as primeiras informações, divulgadas pela Polícia Federal por volta das 7h, são 29 mandados referentes ao inquérito nº 4.781 do STF. Além de Santa Catarina, a operação ocorre também no Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso e Paraná.
Outros alvos da operação são o ex-deputado Roberto Jefferson, o deputado estadual Douglas Garcia, a ativista Sara Winter e o blogueiro Allan dos Santos.
O procedimento de investigação está sendo presidido pelo ministro Alexandre de Moraes.

AO VIVO: Luciano Hang fala sobre ação da PF na manhã desta quarta-feira

São 29 mandados referentes ao inquérito nº 4.781 do STF. As ordens judiciais também estão sendo cumpridas no Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso e Paraná.
O procedimento de investigação está sendo presidido pelo ministro Alexandre de Moraes.


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