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domingo, 3 de outubro de 2021

FLORIANÓPOLIS | BEIRA-MAR NORTE | AO VIVO | Mauro Franco



sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Florianópolis tem 11 bairros sem casos ativos da Covid-19

 

Florianópolis tem 11 bairros sem casos ativos da Covid-19 – Foto: Anderson Coelho/ND

Segundo dados da Sala de Situação da GVF, outros 12 bairros apresentam apenas um caso ativo; Ao todo, número de casos ativos é de 164 pacientes

Florianópolis tem 11 bairros sem nenhum caso ativo da Covid-19 e outros 12 com apenas um paciente infectado. Os dados são da Sala de Situação da GVF (Gerência de Vigilância Epidemiológica de Florianópolis). A última atualização foi feita na manhã desta quinta-feira (17).

A plataforma contém dados sobre a evolução do novo coronavírus em Florianópolis. Ao todo, 164 pessoas são consideradas “infectantes”, que são casos confirmados com menos de 10 dias da data dos primeiros sintomas. Ainda segundo os dados, 27 pacientes estão internados e 129 morreram em razão da doença.


Os bairros sem casos ativos de Covid-19 são Vargem Pequena, Vargem Grande, Costa da Lagoa, Prainha, Pantanal, Morro das Pedras, Alto Ribeirão, Armação, Pantano do Sul, Vila Aparecida e Novo Continente.


Entre eles, os bairros que não registraram mortes e que estão sem casos ativos da Covid-19 são: Vargem Pequena, Costa da Lagoa, Morro das Pedras e Alto Ribeirão.


Já os bairros com apenas um casos ativos são: Ponta das Canas, Santinho, Cachoeira do Bom Jesus, Ratones, Canto da Lagoa, Costeira do Pirajubaé, Tapera, Carianos, Ribeirão da Ilha, Caieira Barra do Sul, Jardim Atlântico, Capoeiras e Coloninha.


Segundo a plataforma, o Centro é bairro com maior número de casos ativos: 15 infectantes. Em segundo lugar está Jurerê, com 10 casos. Balneário e Itacorubi ficam empatados em terceiro, cada um com oito pessoas infectadas.


Diferença nos casos estimados

Apesar no número baixo de casos ativos, a plataforma da prefeitura mostra os casos estimados da doença. Diferente dos 164 infectantes, o número estimado é de 1.656.


Existe uma discrepância também no número de pacientes recuperados. É informado que 11.671 pacientes que se recuperaram foram identificados, mas a estimativa é de que o total de recuperados seja maior: 15.444 pessoas.

Tal fato, eleva o número de casos totais de Covid-19 em Florianópolis, passando dos 11.991 confirmados para 17.100. A Prefeitura justifica que o número de casos estimados é o que mais se aproxima do real, quando se elimina limitações de tempo entre o surgimento de um caso e sua detecção por exame.


Casos ativos por bairros de Florianópolis (em ordem alfabética:

Abraão – 2

Agronômica – 5

Alto Ribeirão – sem casos ativos

Armação – sem casos ativos

Balneário – 8

Barra da Lagoa – 2

Cachoeira do Bom Jesus – 1

Caieira Barra do Sul – 1

Campeche – 4

Canasvieiras – 6

Canto da Lagoa – 1

Capoeiras – 1

Carianos – 1

Centro – 15

Coloninha – 1

Coqueiros – 2

Córrego Grande – 5

Costa da Lagoa – sem casos ativos

Costeira do Pirajubaé – 1

Estreito – 2

Fazenda do Rio Tavares – 2

Ingleses – 7

Itacorubi – 8

Jardim Atlântico – 1

João Paulo – 4

Jurerê – 10

Lagoa da Conceição – 2

Monte Cristo – 3

Monte Serrat – 2

Morro das Pedras – sem casos ativos

Novo Continente – sem casos ativos

Pantanal – sem casos ativos

Pântano do Sul – sem casos ativos

Ponta das Canas – 1

Prainha – sem casos ativos

Ratones – 1

Ribeirão da Ilha – 1

Rio Tavares – 3

Rio Vermelho – 4

Saco dos Limões – 4

Saco Grande – 5

Santinho – 1

Santo Antônio de Lisboa – 3

Sape – sem casos ativos

Tapera – 1

Trindade – 9

Vargem Grande – sem casos ativos

Vargem Pequena – sem casos ativos

Vila Aparecida – sem casos ativos





segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Florianópolis é a melhor cidade da América do Sul para se viver

Horário de visitação da Ponte Hercílio Luz, em Florianópolis, é alterado  para obras | Santa Catarina | G1

Veja essa linda notícia que garimpamos pelas bandas de Floripa:

Nós já sabíamos.

Conhecido site de turismo internacional, o Tourist Maker, divulgando o que todos nós já sabíamos: *Florianópolis é a melhor cidade da América do Sul para se viver.* De acordo com a reportagem: O ambiente urbano é limpo e saudável, e a cidade possui um alto nível de infraestrutura.


CACAU MENEZES
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domingo, 6 de setembro de 2020

O que abre e fecha em Florianópolis no feriado de 7 de Setembro

Comércio de rua fecha no feriado de 7 de Setembro em Florianópolis

Ônibus não irão circular em Florianópolis no feriado

O feriado de 7 de setembro é na próxima segunda-feira e mesmo sem o tradicional desfile da Independência, por causa da pandemia do coronavírus, muitos serviços estarão fechados em Florianópolis ou funcionarão com horários alternados.


A prefeitura da Capital reforça que as medidas de enfrentamento à covid-19, como a proibição de permanência e aglomeração em parques, praças e praias continuam em vigor, assim como a obrigatoriedade do uso de máscaras e o distanciamento social.

Em caso de descumprimento das medidas, denúncias podem ser feitas à Guarda Municipal de Florianópolis pelo fone 153 ou no site, através do Covidômetro da Prefeitura, na aba para denúncias.

Confira como ficam os serviços

Comércio de rua
De acordo com a CDL da Capital, o comércio de rua estará fechado no feriado.

Coleta de lixo
A coleta de lixo em Florianópolis sofrerá uma pequena alteração no feriado da Independência. Segundo a Comcap, "apenas não haverá coleta à noite, onde os roteiros são diários (morros, Centro da cidade, área comercial do Estreito e orla gastronômica de Coqueiros)". Também não será feita coleta seletiva.

No sábado e no domingo, a coleta convencional e a seletiva serão feitas normalmente.

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Transporte coletivo
Não funciona. Irá funcionar, apenas, o transporte dos profissionais da saúde.

Procon, Pró-Cidadão e Crás
Os serviços estão com atendimento remoto.

Centros de Saúde
Estarão fechados.

UPAs
Seguem abertas.

Alô Saúde
Alô Saúde atende 24h por dia, independente do feriado.

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terça-feira, 1 de setembro de 2020

Florianópolis: Ponte Hercílio Luz será liberada para passagem de carros; veja como será


Ponte Hercílio Luz terá tráfego de carros liberado na segunda metade de setembro – Foto: Anderson Coelho/ND


Governo de SC vai liberar o tráfego de veículos particulares a partir do dia 14 de setembro, de segunda a sexta-feira, para fase de testes

A Ponte Hercílio Luz, em Florianópolis, passará por mais uma etapa de teste desde a sua reabertura, no fim de 2019. Na próxima etapa será liberado o tráfego de veículos particulares. A programação é que a abertura ocorra no dia 14 de setembro.

Por enquanto, apenas ônibus do transporte coletivo e veículos de serviço podem circular pela primeira ligação entre o Continente e a Ilha de Santa Catarina.

Segundo o Governo de Santa Catarina, o tráfego para os carros estará disponível de segunda a sexta-feira. A decisão foi deliberada em reunião na tarde desta terça-feira (1°), entre a SIE (Secretaria de Estado da Infraestrutura e Mobilidade) e a Prefeitura de Florianópolis.

Como será a liberação para passagem de carros
Os veículos de passeio poderão trafegar pela ponte sem restrições das 9h às 17h e das 20h às 6h. Entre 17h e 20h só será permitida a passagem de veículos particulares compartilhados com mais de dois passageiros.

Das 6h às 9h o horário será exclusivo para o tráfego de ônibus, táxis, veículos oficiais e de emergência, que também seguem autorizados a circularem nos demais horários.

Nos finais de semana a Ponte Hercílio Luz permanecerá fechada para o tráfego de veículos. A fiscalização será realizada pela Polícia Militar e Guarda Municipal de Florianópolis, que também participaram da reunião com a SIE e PMF.

“A iniciativa visa melhorar a mobilidade em Florianópolis e integrar ainda mais a Ponte Hercílio Luz como equipamento de infraestrutura que irá ajudar a desafogar o trânsito nas pontes Pedro Ivo e Colombo Salles”, afirma o secretário de Estado da Infraestrutura e Mobilidade, Thiago Vieira.

O prefeito Gean Loureiro também comentou sobre a abertura da Ponte Hercílio Luz para a passagem de carros a partir do dia 14 de setembro.

Liberação gradativa
A Ponte Hercílio Luz voltou a receber o tráfego de veículos oficiais, de emergência e de ônibus em janeiro de 2020. As linhas que circulam pela ponte foram liberadas gradativamente conforme cronograma da Prefeitura de Florianópolis. Em março foi autorizada a circulação de táxis.

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https://ndmais.com.br/transito/ponte-hercilio-luz-sera-liberada-para-passagem-de-carros-veja-como-sera/

domingo, 23 de agosto de 2020

Floripa vai ganhar restaurante especializado em sanduíche de lagosta

Lovster & Beer será especializado em sanduíches de lagosta
Lovster & Beer será especializado em sanduíches de lagosta (Foto: divulgação)

O “Lovster & Beer” by Emerson Kim, renomado chef de cozinha, está sendo construído no novo prédio do Primavera Garden, na SC 401. Esse novo conceito - que traz como carro chef o “lobster roll” (sanduíches de lagostas) - está crescendo em vários lugares do mundo, principalmente nos Estados Unidos.

Peter Ungaretti, sócio dos badalados empreendimentos The Roof, Black Sheep e Shack, é quem vai inaugurar o novo negócio da cidade.


O local também terá um bar e choperia, em parceria com a Heineken, e deve ser inaugurado em outubro.

Carrinho de Compras


NSC
https://www.nsctotal.com.br/colunistas/leo-coelho/floripa-vai-ganhar-restaurante-especializado-em-sanduiche-de-lagosta


domingo, 9 de agosto de 2020

Praias de Florianópolis registram aglomerações e moradores são abordados por descumprir regras

Segundo a Guarda Municipal, todas as pessoas abordadas se retiraram de forma voluntária, sem complicações
Segundo a Guarda Municipal, todas as pessoas abordadas se retiraram de forma voluntária, sem complicações(Foto: Guarda Municipal de Florianópolis)


Dia dos Pais com sol levou banhistas às praias de Jurerê Internacional, Canajurê, Praia Mole, Santo Antônio de Lisboa e Sambaqui.

Florianópolis estabiliza número de infectados por covid - Só ...
Internet

Jurerê Internacional, Canajurê, Praia Mole, Santo Antônio de Lisboa e Sambaqui foram as praias de Florianópolis que registraram aglomerações de banhistas neste domingo (9). Com o dia de sol, a Guarda Municipal de Florianópolis circulou pelas praias da cidade, alertando a população sobre as medidas sanitárias a serem cumpridas para evitar a disseminação do coronavírus.

Segundo a Guarda Municipal, todas as pessoas abordadas se retiraram de forma voluntária, sem complicações. Não foram aplicadas multas.

- Tivemos até uma surpresa positiva neste domingo, porque estamos acompanhando outras cidades, e vendo que está havendo muito mais movimento nos outros estados - relata Ricardo Pastrana, subcomandante da GMF. - Há pessoas nas praias, mas elas se retiram tranquilamente quando são abordadas; ainda bem.

Entre as praias visitadas pela Guarda Municipal, Canajurê foi a mais movimentada, com diversos banhistas descumprindo as medidas sanitárias. Sambaqui e Santo Antônio de Lisboa também registraram movimento, com presença de famílias e grupos de amigos na areia e no mar. Praia Mole e Jurerê Internacional registraram presença de menos pessoas.


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domingo, 19 de julho de 2020

Lobo-marinho é encontrado na Praia dos Ingleses, em Florianópolis

Lobo-marinho descansava nas pedras da praia


Lobo-marinho descansava nas pedras da praia
(Foto: )

Um lobo-marinho-subantártico foi encontrado na manhã deste domingo (19) na Praia dos Ingleses, no Norte da Ilha, em Florianópolis. O mamífero marinho aparentava estar bem e usava as pedras para descansar. Ele foi encontradoo por uma equipe de biólogos e veterinários da R3 Animal, que faz parte do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS).

A equipe levou o lobo-marinho para um local menos movimentado para proporcionar melhor descanso. Em uma avaliação preliminar, feita com o uso de um termógrafo - aparelho que detecta a temperatura em diferentes pontos do corpo -, constatou que o animal estava aparentemente saudável, com bom escore corporal e responsivo (alerta).

Segundo o R3 Animal, as unhas do mamífero foram pintadas de vermelho para facilitar a identificação caso ele seja avistado novamente. Caso alguém o encontre, pode entrar em contato com o telefone do PMP-BS: 0800 642 3341.
Neste caso, a orientação é para manter a distância e ajudar a isolar a área. O lobo-marinho pode tentar se defender caso se sinta ameaçado, por isso a importância de afastar animais domésticos do local. Também é recomendado não fornecer alimentos e nem forçá-lo a entrar na água.
O lobo-marinho-subantártico habita principalmente as ilhas ao norte da Convergência Antártica. Essa espécie pode ocorrer no litoral brasileiro, mas esta é uma migração errática, sendo poucos os relatos da presença desses indivíduos em nossa região.
Esta não foi a primeira vez em que um lobo-marinho foi encontrado no litoral de Santa Catarina nos últimos meses. Em agosto de 2019, a R3 Animal registrou a presença de um lobo-marinho em Biguaçu. No mesmo mês, outro animal foi registrado pela Univille/PMP-BS, na região de São Francisco do Sul.

Lobo-marinho na Praia dos Ingleses
Lobo-marinho na Praia dos Ingleses(Foto: R3 Animal, Divulgação)

Sobre o projeto de monitoramento

PMP-BS é uma atividade desenvolvida para o atendimento de condicionante do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo Ibama, das atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos.
O objetivo é avaliar possíveis impactos das atividades de produção e escoamento de petróleo sobre as aves, tartarugas e mamíferos marinhos, através do monitoramento das praias e atendimento veterinário aos animais vivos e necropsia dos encontrados mortos.
O PMP-BS é realizado desde Laguna (SC) até Saquarema (RJ), sendo dividido em 15 trechos. Em Florianópolis, o Trecho 3, o projeto é executado pela R3 Animal.

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quarta-feira, 1 de julho de 2020

Incêndio atinge McDonald's da Beira-Mar Norte, em Florianópolis

Incêndio McDonalds
Trânsito foi desviado na Rua Frei Caneca, nos fundos do estabelecimento, e há congestionamento na região(Foto: Luciano Laybauer / Arquivo pessoal)

As chamas começaram em um depósito do restaurante

Um incêndio atingiu o McDonald's da Avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis, no início da noite desta quarta-feira (1º). O Corpo de Bombeiros foi acionado para combate ao fogo, e a Guarda Municipal de Florianópolis (GMF) e a Polícia Militar estão no local controlando o trânsito.


VEJA MAIS NOTÍCIAS SOBRE O CICLONE DO TERROR EM FLORIANÓPOLIS-SC

Hitler's Dog, Gossip And Trickery [Disco de Vinil]
Hitler's Dog, Gossip And Trickery [Disco de Vinil] Importado


Conforme as primeiras informações divulgadas, o fogo começou em um anexo do restaurante onde são guardados papelões e outros materiais, perto de um transformador de energia. Os bombeiros conseguiram conter as chamas antes que elas atingissem o espaço interno do estabelecimento. Ninguém se feriu.

O trânsito da Rua Frei Caneca, nos fundos do McDonald's, foi desviado para a Beira-Mar e há o registro de congestionamento na região.

Por Lucas Paraizo
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ALERTA, ALERTA, Alerta: deslocamento de ciclone deve resultar em ventos com mais de 100 km/h no Estado

Semana começa com temporal e possibilidade de granizo em SC


Comunicado foi feito pelo Governo de Estado, por meio do Centro Integrado de Riscos e Desastres, e prevê atingir a metade centro-leste de Santa Catarina nesta quarta-feira

Enquanto os prejuízos da terça-feira (30) são contabilizados em todo o território catarinense, a previsão para as próximas horas não é nada animadora. Pelo contrário, segundo comunicado emitido pelo Governo de Estado, por meio do CIGERD (Centro Integrado de Gestão de Riscos e Desastres), a metade centro-leste tem previsão de rajadas de vento que podem ultrapassar a marca dos 100 km/h.
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Como se não bastassem todos os problemas contabilizados na terça, a quarta-feira prevê mais: em informe atualizado às 17h30, está em formação um ciclone extratropical que pode ocasionar chuva forte, raios, rajadas de ventos e eventual queda de granizo pela parte da manhã.
O comunicado ainda alerta para a chuva que promete cair nas próximas horas de maneira intermitente. O deslocamento do ciclone, dessa forma, implica na possibilidade de rajadas de ventos que podem ultrapassar os 100 km/h de quadrante oeste/sudoeste para a faixa centro-leste do Estado.

No período da tarde, com o deslocamento para o oceano, o ciclone “perde” força e o clima promete ser ameno.

Mar agitado e ondas com mais de quatro metros
O comunicado ainda alerta para as condições marítimas com mar agitado e ressaca. A altura das ondas pode superar a marca dos 4 metros de altura entre o Litoral Sul e a Grande Florianópolis.

Esse alerta deve se estender até a quinta-feira onde há o risco de alagamentos costeiros associados a maré alta, principalmente, no litoral Sul.

Uma onda de frio ainda promete acometer o Estado, a partir do dia 4 de julho.

Formação de frente fria
Para a meteorologista da Epagri/Ciram, Laura Rodrigues, os estragos da terça-feira, em todo o Estado, foram causados por uma formação de frente fria originada no Brasil. A diferença para as demais é que, geralmente, essa frente fria já vem formada da Argentina e, assim, não costuma impor tantos estragos no País.

Conforme o boletim trazido pela CIGERD, ao menos sete municípios do Estado registraram ventos acima de 90 km/h. Destaque para Morro da Igreja, Tangará, Chapecó, Urupema e Campo Belo do Sul que contabilizaram 120, 111, 108, 104, e 100 km/h, respectivamente.
Lista das cidades com maiores rajadas de vento no Estado – Foto: Epagri/Ciram/divulgação
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quinta-feira, 25 de junho de 2020

Florianópolis tem novas regras para restaurantes em shoppings e galerias

Restaurantes dentro de shopping se galerias terão que se adequar às novas medidas
Restaurantes dentro de shopping se galerias terão que se adequar às novas medidas(Foto: Marco Fávero / Arquivo NSC Total)

Restaurantes e óticas dentro de shoppings e galerias de Florianópolis poderão funcionar dentro de regras para evitar o contágio pelo novo coronavírus. As determinações da Vigilância Sanitária pretendem evitar aglomeração e circulação de pessoas, que geralmente passam mais tempo dentro desses locais.

Seguindo estudos internacionais e o comportamento dos munícipes, a administração municipal tomou as medidas para evitar maior aceleração do contágio pelo novo coronavírus na cidade.

Treze regiões de SC estão em nível grave ou gravíssimo de risco para Covid-19; veja quais são
As óticas, por fornecerem produtos para saúde, se enquadram na categoria de serviços essenciais e têm funcionamento permitido em shoppings e galerias.


Nas óticas e restaurantes

- Nos pontos de atendimento ao cliente, deve ser disponibilizado dispensador de álcool gel;

- Todos os trabalhadores deverão usar máscaras de TNT ou tecido de algodão durante todo o seu turno de serviço, independentemente de estarem em contato direto com o público.

Nos restaurantes

- Os serviços de restaurantes poderão funcionar somente na modalidade do tipo tele-entrega (delivery), retirada na porta e/ou balcão (take out) ou drive thru;

- As refeições, lanches, cafés, bebidas e alimentos em geral devem estar em recipientes prontos para viagem, marmitas ou "pratos feitos" para entrega aos clientes, sendo proibida a modalidade de bufê de auto serviço (self service);

- Não poderão disponibilizar autoatendimento de produtos não embalados aos clientes.

Por NSC

                            
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segunda-feira, 4 de maio de 2020

Aumenta o número de pessoas usando máscaras de proteção contra o coronavírus em Florianópolis

Até o pet ganhou máscara para passear nas ruas da Capital


Eu me lembro dos primeiros dias lá pelo início de fevereiro de 2020 em Florianópolis, eu já andando de máscara e meu pessoal também. Ao entrar nos estabelecimentos e pelas ruas as pessoas riam de nós. Agora ando pelas ruas e nos estabelecimentos e vejo quase todos com suas máscaras. Engraçado. Mas, me sinto preparado para assumir um cargo público e cuidar da população, pois tenho seriedade técnica no que faço, e consigo prever com bastante antecedencia os fatos, baseado em fatos e estimativas verídicas. Veja a notícia abaixo:

A Guarda Municipal de Florianópolis (GMF) informou neste sábado (2) que aumentou no número de pessoas com máscaras após a determinação que tornou o uso obrigatório a partir do dia 1º de maio. Segundo Ivan Couto, comandante da Guarda na Capital, antes a percepção era que 50% da população estava utilizando o item. Agora são raros os casos de pessoas circulando sem a proteção.

— A percepção da Guarda Municipal com relação à adesão das pessoas, a partir do dia 1º de maio, com relação à obrigatoriedade do uso de máscaras na Beira-Mar Norte, Beira-Mar Continental e também no Centro, é muito positiva. A gente tinha a impressão de que 50% das pessoas estavam utilizando máscaras antes dessa determinação na orla da Beira-Mar. Hoje esse número subiu para 90% — disse Couto.


Quem é avistado sem a máscara recebe alerta sobre o uso obrigatório. Conforme Ivan Couto, as pessoas estão aceitando bem a orientação.
— Com raras exceções e agente vê pessoas de bicicleta ou correndo, que ainda assim são abordadas, orientadas e aceitam a regra de usar a máscara. No Centro, a maioria esmagadora já está usando.
O comandante da Guarda Municipal diz ainda que a cobrança vem partindo da própria população.
— É interessante perceber como a população está cobrando e exigindo que o outro também utilize a máscara. É importante ter essa conscientização.

Veja foto das pessoas pelas ruas da Capital:


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quinta-feira, 2 de abril de 2020

Após carreata pelo fim do isolamento, organizador é intimado pela polícia em Florianópolis

Polícia agora vai ouvir o camarada organizador. É o que sempre falo só sobra para quem está como líder. Foi assim com Tiradente, Pedro Alvares Cabral, Martinho Lutero, Jesus Cristo e outros tantos.

Manifestação promovida pelo movimento Direita Santa Catarina ocorreu na Avenida Beira-Mar Norte e pedia o fim da quarentena. E agora José?





nd+ e nós

segunda-feira, 23 de março de 2020

Florianópolis comemora 347 anos nesta segunda-feira (23) de março de 2020

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Foto Internet

Nesta segunda-feira (23), a cidade de Florianópolis completa 347 anos, e o aniversário este ano está sendo comemorado de um jeito diferente. O melhor presente que podemos dar é ficando em casa, com a certeza de que logo tudo isso irá passar.

Florianópolis é a capital do estado brasileiro de Santa Catarina, na região Sul do país. O município é composto pela ilha principal, a ilha de Santa Catarina, a parte continental e algumas pequenas ilhas circundantes. A cidade tem uma população de 500 973 habitantes, de acordo com estimativas para 2019 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o segundo município mais populoso do estado (após Joinville) e o 48º do Brasil. A região metropolitana tem uma população estimada de 1 209 818 habitantes, a 21ª maior do país. A cidade é conhecida por ter uma elevada qualidade de vida, sendo a capital brasileira com maior pontuação do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), calculado pelo PNUD, das Nações Unidas.[10]

A economia de Florianópolis é fortemente baseada na tecnologia da informação, no turismo e nos serviços.[12] A cidade tem mais de 100 praias registradas e é um centro de atividade de navegação. O jornal estadunidense The New York Times afirmou em 2009 que "Florianópolis era o destino do ano".[13] A Newsweek considerou que o município é uma das "dez cidades mais dinâmicas do mundo" em 2006.[14] A revista Veja classificou a cidade como "o melhor lugar para se viver no Brasil",[15] enquanto que o Índice de Cidades Empreendedoras (ICE), elaborado pela filial brasileira da ONG norte-americana Endeavor, elegeu a cidade como o melhor ambiente para o empreendedorismo no país.[16] A cidade também foi considerada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) uma das "cidades criativas" do Brasil em 2014, ao lado de Curitiba.[17]

A maioria da população vive no continente e em partes do centro e norte da ilha principal. A metade sul é menos habitada. Muitos pescadores comerciais pequenos povoam a ilha. Os barcos de pesca, as rendeiras, o folclore, a culinária e a arquitetura colonial contribuem para o crescimento do turismo e atraem recursos que compensam a falta de um grande parque industrial. Vilarejos imersos em tradição e história, como Santo Antônio de Lisboa e Ribeirão da Ilha, ainda resistem aos avanços da modernidade.[18]

O Aeroporto Internacional Hercílio Luz serve à cidade. Florianópolis é o lar da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), além de dois campi do Instituto Federal de Santa Catarina e de dois campi da Universidade do Estado de Santa Catarina, entre outras instituições de ensino superior e profissional.

Etimologia
Originalmente foi denominada "ilha de Santa Catarina", já que Francisco Dias Velho, o fundador do povoado, chegou ao local no dia de Santa Catarina. Ela continuou por muito tempo sendo assim chamada, inclusive ao se tornar vila com o nome de Nossa Senhora do Desterro, como comprovam as correspondências oficiais e as cartas de navegação da época onde ainda se mencionava a Ilha de Santa Catarina.

Com a independência do Brasil a vila elevou-se a cidade, quando decidiu-se fortalecer o nome correto, mas agora passando apenas a se chamar "Desterro". Apesar de ser uma referência a fuga da sagrada família para o Egito, esse nome desagradava certos moradores, uma vez que lembrava "desterrado", ou seja, alguém que está no exílio ou que era preso e mandado para um lugar desabitado.

Esta falta de gosto pelo nome fez com que algumas votações acontecessem para uma possível mudança. Uma das sugestões foi a de "Ondina", nome de uma deusa da mitologia que protege os mares. Este nome foi descartado até que, com o fim da Revolução Federalista, em 1894, em homenagem ao então presidente da República Floriano Peixoto, o governador do estado, Hercílio Luz, mudou o nome para Florianópolis.

A escolha do nome foi, contudo, uma afronta à própria população desterrense, dado que Desterro era uma cidade fortemente monarquista e contrária à Proclamação da República. Floriano Peixoto não era uma autoridade com popularidade na cidade e enfrentou grande resistência de seu governo em Desterro. Como a cidade era um dos principais pontos que se opunham ao presidente, este mandou um exército para a cidade para que fosse derrubada esta resistência. O nome foi dado logo após a "Chacina de Anhatomirim" ou "Tragédia de Desterro" ocorrida na fortaleza militar da ilha de Anhatomirim, ao norte da Ilha de Santa Catarina, ocasião em que foram fuzilados cerca de 300 pessoas, dentre as quais oficiais do exército, juízes, desembargadores e engenheiros, três dos quais eram franceses.[19]

Ainda hoje há movimentos que pedem uma nova mudança do nome devido a controvérsia.[20]


História

Ver artigo principal: História de Florianópolis

Civilizações pré-cabralinas

Ver artigo principal: Era pré-cabralina
Antigas populações habitaram a ilha de Santa Catarina em tempos remotos. Existem indícios de presença do chamado Homem de Sambaqui em sítios arqueológicos cujos registros mais antigos datam de quinto 4 800 a.C. A ilha possui numerosas inscrições rupestres e algumas oficinas líticas, notadamente em várias de suas praias. Por volta do ano 1000, os povos indígenas tapuias que habitavam a região foram expulsos para o interior do continente devido à chegada de povos do tronco linguístico tupi provenientes da Amazônia.
No século XVI, quando chegaram os primeiros europeus à região, a mesma era habitada por um desses povos do tronco tupi, os carijós. Os carijós praticavam a agricultura, mas tinham, na pesca e coleta de moluscos, as atividades básicas para sua subsistência. A Ilha de Santa Catarina era conhecida como Meiembipe[21] ("montanha ao longo do mar") pelos carijós. O estreito que a separa do continente era chamado Y-Jurerê-Mirim, termo que quer dizer "pequena boca d'água" e que também se estendia à própria ilha. Os carijós viriam a ser escravizados pelos colonos de origem portuguesa de São Vicente[22].

Séculos XVI e XVII

Casa colonial
Já no início do século XVI, embarcações que demandavam a Bacia do Prata aportavam na Ilha de Santa Catarina para abastecer-se de água e víveres. Entretanto, somente por volta de 1673 é que o bandeirante Francisco Dias Velho, junto com sua família e agregados, deu início ao povoamento da ilha com a fundação de Nossa Senhora do Desterro (atual Florianópolis) — segundo núcleo de povoamento mais antigo do estado, ainda fazendo parte da vila de Laguna — desempenhando importante papel político na colonização da região.[carece de fontes]
Nessa época ocorreram naufrágios de embarcações que depois foram estudadas e deram origem a dois projetos de arqueologia subaquática em Florianópolis, um no norte e outro no sul da ilha. Diversos artefatos e partes das embarcações foram recuperados pelos pesquisadores responsáveis por essas iniciativas, financiadas principalmente pela iniciativa privada.[23]

Século XVIII

A partir da vinda de Dias Velho intensificou-se o fluxo de paulistas e vicentistas, que ocuparam vários outros pontos do litoral. Em 15 de março de 1726 a povoação da Ilha de Santa Catarina foi separada da vila da Laguna, sendo em 26 de março do mesmo ano elevada à categoria de vila.[24]
A ilha de Santa Catarina, por sua posição estratégica como vanguarda dos domínios portugueses no Brasil meridional, passou a ser ocupada militarmente a partir de 1737, quando começaram a ser erigidas as fortalezas necessárias à defesa do seu território. Esse fato resultou num importante passo na ocupação da ilha.[carece de fontes]
A partir de meados do século XVIII, a ilha de Santa Catarina passou a receber uma expressiva quantidade de migrantes açorianos, que chegaram ao Brasil incentivados pela Coroa portuguesa para aliviar o excedente populacional e ocupar a parte meridional de sua colônia na América do Sul. Com a migração, prosperaram a agricultura e a indústria manufatureira de algodão e linho, permanecendo, ainda hoje, resquícios desse passado, no que se refere à confecção artesanal da farinha de mandioca e das rendas de bilro.[carece de fontes]
Nessa época, em meados do século XVIII, verificou-se a implantação das "armações" para pesca da baleia, na Armação da Piedade, na vizinha Governador Celso Ramos, na Armação do Pântano do Sul, cujo óleo era comercializado pela Coroa fora de Santa Catarina, não trazendo benefício econômico à região.[25]

Século XIX

Quadro de Victor Meirelles mostrando a cidade em 1847
Centro histórico da cidade
No século XIX, em 24 de fevereiro de 1823, Desterro foi elevada à categoria de cidade;[26] tornou-se capital da Província de Santa Catarina em 1823 e inaugurou um período de prosperidade, com o investimento de recursos federais. Projetaram-se a melhoria do porto e a construção de edifícios públicos, entre outras obras urbanas. A modernização política e a organização de atividades culturais também se destacaram, marcando inclusive os preparativos para a recepção ao imperador D. Pedro II (1845). Em outubro desse mesmo ano, ancorada a embarcação imperial nos arredores da ilha, D. Pedro permaneceu em solo catarinense por quase um mês. Neste período, o imperador dirigiu-se várias vezes à igreja (hoje Catedral Arquidiocesana), passeou pelas ruas da Vila do Desterro e, na "Casa de Governo", concedeu "beija-mão".[carece de fontes]
Em 1891, quando o marechal Deodoro da Fonseca, por influência da Revolta da Armada, renunciou à presidência da recém-instituída república, o vice-presidente Floriano Peixoto assumiu o poder, mas não convocou eleições após isso, contrariando o prescrito na constituição promulgada neste mesmo ano, fato que gerou duas revoltas: a Segunda Revolta da Armada (originária da Marinha, no Rio de janeiro) e a Revolução Federalista (patrocinada por fazendeiros gaúchos).[carece de fontes]
As duas insurreições chegaram ao Desterro com o apoio dos catarinenses, entre os quais esteve Elesbão Pinto da Luz. Entretanto, Floriano Peixoto conteve-as ao aprisionar seus líderes e, com isso, restaram no domínio da cidade tão-somente simpatizantes do presidente, que, em sua homenagem, deram à capital a denominação de Florianópolis, ou seja, "cidade de Floriano". Os revoltosos, por sua vez, vieram a ser fuzilados na Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim - por isso, o episódio foi chamado de Chacina de Anhatomirim. No final do século XIX, em 1898, foi fundado um importante colégio pela Congregação das Irmãs da Divina Providência, o Colégio Coração de Jesus.[carece de fontes]

Século XX

A cidade, desde o entrar do século XX, passou por profundas transformações. A construção civil fez-se um dos seus principais suportes econômicos. A implantação das redes básicas de energia elétrica, do sistema de fornecimento de água e da rede de esgotos somou-se à construção da Ponte Hercílio Luz, tudo a assinalar o processo de desenvolvimento urbano. Além disso, em 1943 foi anexada ao município a parte continental, antes pertencente à vizinha São José.[carece de fontes]
Ao final do século XX — nas três últimas décadas, principalmente —, a ilha experimentou singular afluência de novos moradores, iniciada com a transferência da sede da Eletrosul do Rio de Janeiro para o centro da ilha, com sede fixada no bairro Pantanal, e com a instalação do campus da Universidade Federal de Santa Catarina na Trindade.[carece de fontes]
Florianópolis em 1964.
O surgimento do Aeroporto Hercílio Luz no sul da ilha e da pavimentação da BR-101 também contribuíram para tirar a cidade do isolamento. Construíram-se duas novas pontes ligando a ilha ao continente: a ponte Colombo Salles e a ponte Pedro Ivo Campos, e grandes aterros foram construídos no Centro e no Sul da Ilha.[carece de fontes]
Os bairros mais afastados da ilha também foram objeto de intensa urbanização. Surgiram novos bairros, tal como Jurerê Internacional, de alto nível socioeconômico, enquanto em alguns pontos começou uma ocupação desordenada, sem o devido zelo com respeito a obras de urbanização.[carece de fontes]
No início do século XXI a cidade passou a ter um dos piores trânsitos do Brasil, com um veículo para menos de dois habitantes, número que no verão aumenta gradativamente com a chegada dos turistas.[27][28]

Wikipédia


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