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sábado, 27 de fevereiro de 2021

Três lugares para descer uma cachoeira de rapel


© Fornecido por Go Outside

Canionismo é um esporte complexo: envolve a descida de cachoeiras com corda, somado a atravessar rios e gargantas caminhando, nadando ou escalando. Mas você não precisa dominar técnicas verticais para curtir o cascading, que é a descida (ou rapel) de cachoeiras com corda. Basta procurar uma agência com instrutores qualificados e curtir o rolê sem se preocupar. Nos destinos a seguir, você pode se iniciar no esporte e ainda conhecer algumas paisagens sensacionais do Brasil: 

3 lugares para descer uma cachoeira de rapel

Alto Paraíso, Goiás 

Almácegas© Fornecido por Go Outside Almácegas

O que não faltam na Chapada dos Veadeiros são cachoeiras maravilhosas. Portanto, não perca o cascading na Almácegas, com 45 metros de altura em um paredão de quartzito. A primeira parte é em queda positiva com os pés na parede, seguida de uma seção negativa pelo meio da cachoeira, com final em uma piscina natural. Quem opera o passeio é a agência Travessia Ecoturismo


Ibicoara, Bahia

Cachoeira Recanto Verde© Fornecido por Go Outside Cachoeira Recanto Verde

Na Chapada Diamantina, a cachoeira do Buracão é a preferida para o cachoeirismo. A queda de 85 metros impressiona pela água cor de chocolate que se mistura aos tons das pedras. Ela fica no Parque Natural do Espalhado, a 28 km do centro de Ibicoara. São 3 km de trilha leve, passando pelas cachoeiras Buracãozinho, Orquídeas e Recanto Verde. A Radical Chapada Ecoturismo oferece esse destino. 

Brotas, São Paulo

Cachoeira em Brotas© Fornecido por Go Outside Cachoeira em Brotas

A cerca de três horas de carro de São Paulo, a cidade de Brotas ainda é um destino de aventura interessante para uma escapada rápida. De quebra, você pode “ticar” vários itens da sua lista dos sonhos, incluindo um rapel em cachoeira de grande estilo. O Circuito Jacaré conta com três cachoeiras interligadas por trilhas: treinamento na cachoeira da Usina, de 6 metros, cachoeira São Sebastião, de 25 metros, e cachoeira Jacaré, com 38 metros. O roteiro é oferecido por várias agências de Brotas, como a Território Selvagem.

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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

5 cachoeiras que você precisa conhecer no Brasil

 



Taí, uma aventura que da água na boca. Temos pelo Brasil os melhores destinos. Aproveite acompanhado, de kombi, sozinho ou com a família. Não importa, Vá e divirta-se. Confira mais esta que separamos para você:


© Fornecido por Go Outside5-cachoeiras-que-voce-precisa-conhecer-no-brasil© Fornecido por Go Outside 5-cachoeiras-que-voce-precisa-conhecer-no-brasilONDE: SÃO JORGE, CHAPADA DOS VEADEIROS (GO) ALTURA: 100 METROS QUEDAS D’ÁGUA: 1

Veadeiros já tem um clima meio fantástico, mas tudo fica ainda mais mágico na trilha que leva a essa cachoeira. O caminho parece um conto de fadas passado em uma floresta encatada. A mata toda fechada tem a passagem bem demarcada, com cerca de 16 km

de distância (ida e volta). O início fica exatamente a 11 km da cidade de São Jorge. Ali há pouca estrutura e só uma placa indicando o início da trilha, com dificuldade média. O trajeto conta com várias passagens por dentro de rios e paradas em poços de piscinas naturais – como eu disse, é uma trilha especial. A queda possui 100 metros,

em meio a um cânion com paredão de pedra repleto de verde, a mesma cor da água. O nome foi dado pelos garimpeiros que, no passado, não revelavam o lugar por ser rico em ouro.

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Cachoeira do Segredo

Casca D’Anta

5-cachoeiras-que-voce-precisa-conhecer-no-brasil-2© Fornecido por Go Outside 5-cachoeiras-que-voce-precisa-conhecer-no-brasil-2ONDE: SÃO JOSÉ DO BARREIRO, SERRA DA CANASTRA (MG) ALTURA: 186 METROS QUEDAS D’ÁGUA: 1

A cachoeira Casca D’Anta é a primeira queda do rio São Francisco e está entre as cinco maiores cachoeiras de queda livre do Brasil. Eu sempre tento fugir de cartões-postais, tanto que só a conheci na terceira vez em que estive na Serra da Canastra. Confesso que me arrependi de não ter ido antes! Ela é imponente, com uma força absurda, a ponto de ser impossível chegar perto da sua queda. Vale muito um mergulho no poço que se forma ali – diz a lenda que as águas do Velho Chico são medicinais.

Para chegar até lá, são 9 km de São José do Barreiro até a portaria do parque e mais uns 25 minutos a pé. Isso até a parte baixa. Existe uma trilha que sai dali em direção à parte alta, entretanto só pode ser acessada com guias credenciados pelo Instituto Chico Mendes (ICMBio). Essa trilha leva também à nascente do rio São Francisco.

Poço Azul e Santa Bárbara

5-cachoeiras-que-voce-precisa-conhecer-no-brasil-3© Fornecido por Go Outside 5-cachoeiras-que-voce-precisa-conhecer-no-brasil-3ONDE: RIACHÃO, CHAPADA DAS MESAS (MA) ALTURA: 25 METROS QUEDAS D’ÁGUA: 3

É um pouco difícil eleger a cachoeira mais incrível da Chapada das Mesas, no Maranhão. A região faz mesmo jus ao título de ‘paraíso das águas’. Isso porque conta com 22 rios, mais de 400 nascentes catalogadas e 89 cachoeiras oficiais. Nos cinco dias em que estive por lá, vi todos os tipos de quedas: dentro de cânions, grutas, poços com águas cristalinas, altas, cheias.

No Poço Azul, quase caí para trás, literalmente. O sol iluminava o lugar, que tinha uma água tão clara que parecia piscina de clube. E o movimento das águas pelas quedas, por incrível que pareça, não altera seu tom azulado. Tudo isso devido à alta concentração de carbonato de cálcio, uma espécie de filtro mineral que deixa as águas extremamente cristalinas. Para entrar na trilha, é preciso passar por um complexo bem turístico. Mas não desanime e prossiga, porque, assim que a trilha começa, tudo fica lindo. Minha sugestão é ir pela manhã. De quebra, ainda existe uma bifurcação que te leva até a queda de Santa Bárbara, de 70 metros de altura.

Cachoeira da Formiga

5-cachoeiras-que-voce-precisa-conhecer-no-brasil-4© Fornecido por Go Outside 5-cachoeiras-que-voce-precisa-conhecer-no-brasil-4ONDE: PARQUE NACIONAL DO JALAPÃO (TO) ALTURA: 3 METROS QUEDAS D’ÁGUA: 2

A região do Jalapão está localizada no extremo leste do Estado do Tocantins, a 300 km da capital, Palmas, que é a porta de entrada para acessar o parque. Dali, prepare-se para rodar com um 4×4, pois os deslocamentos são longos, com poucas cidades. A Cachoeira da Formiga fica a 29 km da cidadezinha de Mateiros, que possui pouco menos de 2.000 habitantes. Minha sugestão: faça esse percurso de bike, porém comece bem cedo! Todo o esforço será recompensando. A cachoeira tem uma cor verde-esmeralda que te chama para um mergulho pós-pedal – o duro é sair dali depois. A queda escoa pela lateral do poço principal e forma uma deliciosa piscina de água natural bem ao lado. É super pequena, e você pode sentar nas pedras e aproveitar uma hidromassagem natural em meio ao paraíso.

Cachoeira do Buracão

cachoeira-buracão© Fornecido por Go Outside cachoeira-buracãoONDE: IBICOARA, CHAPADA DIAMANTINA (BA) ALTURA: 85 METROS QUEDAS D’ÁGUA: 1

Deste ponto em diante, temos que nadar”, disse o guia quando chegamos à beira da água. Isso porque estávamos em um cânion bem estreito, da onde mal dá para ouvir a queda da cachoeira. Trata-se de uma bela surpresa. São 85 metros de queda e, quando você chega, pode subir nas pedras do cânion e ficar apreciando. Dali, dá para nadar e acessar a parte de trás e até mergulhar na água para chegar à piscina. A trilha para lá tem apenas 3 km e começa em um estacionamento que fica a 29 km (de estrada de terra) de Ibicoara, uma cidadezinha de cerca de 20 mil habitantes a sudoeste da chapada. O grau de dificuldade é moderado, por um caminho às vezes bem marcado, outras vezes cheio de pedras, que passa por vários rios com quedas pequenas e alguns poços.

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quarta-feira, 1 de abril de 2020

Cachoeira mais alta do Equador desaparece repentinamente


© Fornecido por Go Outside

Até pouco tempo atrás, o Parque Nacional Cayambe Coca, na Amazônia Equatoriana, abrigava a Cachoeira de San Rafael, uma cachoeira de 150 metros de altura, a maior do Equador. Mas, em 2 de fevereiro de 2020, o Ministério do Meio Ambiente do Equador (MAE) anunciou que a cachoeira havia desaparecido, que a água havia sido reduzida a um fluxo levemente gotejante.
“Infelizmente, a Cascada San Rafael agora faz parte da história e não retornará”, disse um porta-voz do MAE, de acordo com CuencaHighLife , uma fonte local de notícias.
A cachoeira de San Rafael tomada em 2 de fevereiro de 2020 – Foto: Ministério do Meio Ambiente Equador (MAE)
© Fornecido por Go Outside A cachoeira de San Rafael tomada em 2 de fevereiro de 2020 – Foto: Ministério do Meio Ambiente Equador (MAE)
A mudança abrupta foi documentada em fotografias do Ministério do Meio Ambiente do Equador e nas imagens da NASA tiradas pelo satélite Landsat 8.
O MAE diz que a cachoeira desabou e os detritos desviaram o curso dos rios que a alimentavam, impedindo que grande parte da água escorresse.  Segundo Mongabay, os deslizamentos de terra ajudaram a criar um poço apenas alguns metros antes da cachoeira, fazendo a água fluir em três seções separadas por uma encosta menos íngreme. A causa exata dos deslizamentos de terra, no entanto, continua sendo um ponto de controvérsia.
A cachoeira estava localizada na confluência dos rios Quijos e Salado, entre a cordilheira andina e a região amazônica. A Cachoeira de San Rafael fica em uma área sismicamente ativa, que abriga os vulcões Cayambe e Reventador. De modo que um deslizamento de terra que ocorre naturalmente não é muito surpreendente, dada a geologia da área.
Entretanto, alguns sugeriram que os deslizamentos de terra foram realmente o resultado da recente construção da barragem de Coca Codo Sinclair, uma das maiores usinas hidrelétricas do Equador. A teoria diz que a barragem exige que a água do rio seja filtrada para não danificar o equipamento. Além disso, a falta de sedimentos faz com que o fluxo de água se torne mais erosivo para o leito e as margens do rio abaixo da barragem, tornando-o mais propenso ao colapso.
“Uma cachoeira que existe há milhares de anos não desmorona, coincidentemente, alguns anos após a abertura de um projeto hidrelétrico. São processos que estão em trabalhos científicos e há evidências suficientes de que uma barragem pode causar efeitos desse tipo em um rio ”, disse Emilio Cobo, coordenador do Programa de Água da América do Sul da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) à Mongabay.
Por:
Go Outside

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