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segunda-feira, 2 de outubro de 2017

ATENTADO: Sobe para 50 número de mortos em ataque em Las Vegas

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FOTO BBC
Autoridades americanas dizem que existem mais de 400 feridos.

O número de mortos pelo ataque indiscriminado contra os participantes de um show de música country em Las Vegas, nos Estados Unidos, já chega a pelo menos 50, enquanto são mais de 400 os feridos, informaram as autoridades americanas nesta segunda-feira (2).

O chefe da Polícia Metropolitana de Las Vegas, Joe Lombardo, atualizou os números em uma entrevista coletiva. Ele disse que o suposto autor, que fez o ataque do 32° andar do Mandala Bay Hotel e Casino, que fica próximo ao local do show, já foi identificado. É Stephen Paddock, de 64 anos. O atirador foi encontrado morto pela polícia.

A companheira de quarto do atirador, Marilou Danley, uma mulher asiática, está sendo procurada pela polícia. Lombardo afirmou que o FBI e a polícia local estão investigando e que - apesar de ser uma investigação de longo prazo - o ataque tem características de "lobo solitário", quando um indivíduo age sozinho. Mesmo assim, a companheira de quarto do suspeito está sendo procurada.

As autoridades disseram que um policial de plantão está em estado crítico e outro ficou ferido no tiroteio. Dois policiais fora de serviço presentes ao show foram mortos. O atentado aconteceu durante a apresentação do astro da música country Jason Aldean, no Harvest Festival Rota 91. Segundo informações, ele estava tocando a última música do concerto, quando os tiros começaram a ser disparados.

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FOLHA DE SÃO PAULO
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Os sobreviventes disseram ter pensado que os disparos eram fogos de artifício. Videos postados nas redes sociais mostram o pânico das pessoas fugindo dos disparos.

Por: Agência Brasil
Fotos divulgação Internet (BBC, AG Brasil, CNN, etc)

Polícia Militar do 8º BPM de Paraíso apreende moto minutos depois de ser furtada por menor de 12 anos


Foto Surgiu
PARAÍSO - TO - Um menor de 12 anos, furtou uma moto Yamaha/Factor 125, placa de Paraíso do Tocantins que estava estacionada na Rua Rio Negro, em frente à Praça Ercílio Bezerra de Castro, centro dessa cidade, enquanto o condutor estava no interior de uma igreja evangélica, neste sábado, 23.

A moto havia sido furtada por volta das 15h, pelo menor R. L. S., e a vítima ao saber do ocorrido pelo seu filho e condutor que estava na igreja, imediatamente acionou a Polícia Militar do 8º BPM através do número de emergência 190. Ainda no momento em que a mulher fazia a ligação, uma viatura que fazia ronda na região estava estacionada na mesma Praça, do outro lado de onde a moto havia sido furtada. Diante das informações os militares iniciaram as buscas pelo veículo, nesse ínterim, as demais viaturas foram comunicadas.

Cerca de 20 minutos após o acionamento, o autor do furto e a moto haviam sido localizados, na Rua Portugal, no setor Vila Regina, Região Sudoeste da cidade, pelos militares.

O menor e o veículo foram conduzidos para a Central de Flagrante da 6ª Regional de Polícia Civil, foi registrada a Ocorrência. A moto, após os procedimentos de recuperação de automóvel, será devolvida ao seu legítimo proprietário. O adolescente foi encaminhado às autoridades competentes.

Por surgiu

sábado, 30 de setembro de 2017

Círio: Segup se pronuncia sobre veto à queima de fogos na Praça dos Estivadores

Foto Oswaldo Fontes
PARÁ - Secretaria diz lamentar o anúncio de protestos na procissão, mas precisa 'resguardar a integridade do público'.

A Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) informou por meio de nota oficial na noite desta sexta-feira (29) que aguardou até hoje o projeto técnico da queima de fogos em homenagem a Nossa Senhora de Nazaré do Sindicato dos Estivadores do Estado do Pará durante as procissões do Círio 2017. Este ano, a homenagem da categoria seria remanejada da Praça dos Estivadores para uma balsa atracada na “Escadinha” do cais, na Estação das Docas. A mudança não agradou a categoria, que já informou que irá se manifestar em protesto durante a procissão principal do Círio de Nazaré.

De acordo com a Segup, a mudança "já havia sido aceita pelo sindicato, tanto que a entidade encaminhou um ofício à Segup – protocolado no dia 31 de agosto, declarando a aceitação da proposta do novo local da queima dos fogos – decisão que foi definida após reuniões entre o sindicato, representantes da Secretaria, do Ministério Público do Estado (MPE), da Diretoria da Festa de Nazaré e de demais órgãos que atuam nas programações do Círio de Nazaré", diz a nota.

Para a Secretaria, o processo de mudança tem a finalidade "resguardar a integridade do público e, desde novembro de 2016, vem sendo discutido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Pará e o Sindicato". Com a queima dos fogos na balsa, a área da Praça dos Estivadores será liberada ao público, e a estimativa é de que o espaço comporte cerca de 30 mil pessoas. De acordo com estudo feito pelos órgãos de segurança, a mudança deve colaborar com a redução dos acidentes registrados nas romarias do Círio e da Trasladação. Segundo o Corpo de Bombeiros, 32% dos acidentes das procissões são registrados na área que envolve a Praça.

A Segup ressalta que mudanças são necessárias para que as celebrações em homenagem à padroeira dos paraenses possam ser feitas da forma mais segura possível. Um trecho da nota diz que "a Segup entende que nenhuma tradição está imune às adaptações decorrentes da própria dimensão que o Círio de Nazaré adquiriu ao longo de mais de 200 anos de existência. Nesse período, tivemos inúmeros exemplos dessas transformações: carro de fogos, queima de fogos na Basílica de Nazaré, formato da corda, local de atrelamento da corda, criação das estações da corda e cordas especificas (já inexistentes) para homens e mulheres".

Ao final do comunicado, a Secretaria lamentou o anúncio do protesto por parte do Sindicato dos Estivadores durante a passagem da berlinda nas procissões do Círio, com a intenção de obstruir a via pública. "O que está em questão é a segurança de um público de cerca de dois milhões pessoas. Contudo, a Secretaria estará atenta e tomará as medidas necessárias para garantir o bom andamento das procissões", conclui a nota.

O que diz o Sindicato dos Estivadores:

Segundo Moisés Sousa, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estiva e Minérios do Estado do Pará (Setemep), a categoria decidiu que irá realizar um protesto que irá bloquear a passagem da procissão do segundo domingo de outubro. “Já arrecadamos R$ 52 mil para a homenagem. Então os Bombeiros, o Ministério Público e  Diretoria da Festa de Nazaré dizem vinte dias antes que não podemos mais queimar os fogos na Praça dos Estivadores. Os mais de mil homens da nossa categoria estão indignados com essa decisão, pois esse dinheiro vem do suor do trabalhador, que só quer homenagear Nossa Senhora”, disse Moisés Sousa.

“Há 103 anos estamos participando das procissões e ninguém se feriu. Querem que soltemos os fogos em uma balsa, atrás dos fogos dos Arrumadores. Não é isso que queremos, pois parecerá que os fogos serão da outra categoria”, disse o presidente. “Ano passado, os bombeiros disseram que teríamos que diminuir o número de fogos e aumentar o diâmetro para a segurança dos romeiros, e foi o que fizemos. Esse ano, eles simplesmente mudaram as regras e nos avisaram 20 dias antes”, disse Moisés Sousa.

Por portal orm

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

França procura desesperadamente casal para cuidar de ilha deserta

ORM / Notícias / Mundo  BBC 
MUNDO - Família que administrava o local na costa da Bretanha há dez anos está partindo.

Pode ser a sua chance de viver em uma ilha deserta. O governo francês está buscando um casal para tomar conta da pequena Quéménès, no litoral da região da Bretanha, após seus moradores atuais, escolhidos há dez anos, decidirem ir embora.

Diz o anúncio: "Procura-se: pessoa(s) para administrar ilha na Bretanha. Precisa ter mentalidade prática e resiliente. Casa inclusa. Isolamento garantido".

Quéménès é uma ilhota de menos de 2 km de comprimento, formada por areia, rochas e grama, no arquipélago de Molène. Vivem ali focas, pássaros marinhos, coelhos e ovelhas - e agora, busca-se humanos dispostos a ter esses animais como vizinhos.

A ilha já foi uma propriedade privada e ocupada de forma permanente, mas seus últimos donos a deixaram há 25 anos. Exercendo sua prerrogativa de compra, a Agência de Proteção Costeira da França a adquiriu.

Àquela altura, poderia ter sido criado no local uma reserva natural, mas optou-se por não fazê-lo e saiu-se atrás de um casal para administrar a ilha e a fazenda existente ali.

Foi assim que, em 2007, David e Soizic Cuisnier conseguiram um emprego raro: viver em uma ilha deserta e mantê-la em bom estado. Mas após dez anos, a família, agora com dois filhos, Chloé e Jules, está se preparando para partir.

O motivo é um conflito com a agência francesa sobre o aluguel cobrado. De qualquer forma, eles dizem precisar se mudar para que as crianças vivam perto de uma escola.

Há 20 candidatos para substituí-los, e o prazo para inscrições acaba de se encerrar. Seus sucessores serão indicados nas próximas semanas e devem se mudar com a virada do ano. Se a experiência de seus atuais moradores serve de base, os novos habitantes devem se preparar para uma época incrível de suas vidas.

"Se tivéssemos ouvido os conselhos das pessoas há dez anos, nunca teríamos vindo", diz David. "Morar aqui foi um ato de loucura, mas acabou sendo uma aventura maravilhosa. Transformamos a fazenda em um negócio de sucesso. Construímos uma família. Foi inesquecível."

A principal condição para o contrato dos Cuisniers é que eles teriam de garantir seu próprio sustento.

Então, ao longo dos anos, eles diversificaram suas atividades. Cultivam batatas, que vendem pela internet. Tem um casa aberta para visitantes por seis meses do ano. Criam ovelhas. Coletam algas marinhas comestíveis - ao deixar a ilha, eles pretendem abrir um negócio para cultivá-las.

De volta à natureza

O outro desafio foi usar apenas os recursos fornecidos pela ilha. Sua eletricidade vem de turbinas eólicas e painéis solares. A água é obtida de um poço, alimentado pela água da chuva. Os banheiros têm privadas a seco.

"Mostramos que é possível ter uma vida normal, moderna, e consumir apenas o que a natureza fornece. Temos todos os aparelhos eletrônicos que precisamos, inclusive um buggy elétrico para andar pela ilha", diz David Cuisnier.

O único problema é que a água pode ser consumida, mas não é considerada "potável" pelas regulamentações francesas, o que impede que seja usada em qualquer processo de produção de alimentos.

Por isso, o projeto do casal de criar uma pequena fábrica para fazer picles e outros alimentos a partir de alga marinha nunca engrenou.

Dez anos de aventuras

Uma noite passada com os Cuisniers é uma noite de histórias sobre a ilha e a vida da família ali. Cholé, de 7 anos, e Jules, de 5 anos, tiveram uma infância única.

Um dia, eles acharam quatro esqueletos na praia. O mar havia desfeito seus túmulos. A princípio, especialistas pensaram que eram ossos de soldados franceses. "Mas depois chegaram à conclusão que eram marinheiros comuns mortos em um naufrágio e levados pela maré até a costa", diz David.

De fato, há vários naufrágios no fundo do mar na região do arquipélago - o mais famoso é do navio de passageiros britânico Drummond Castle, que foi a pique em 1896, matando 350 pessoas.

Há também a história do balão irlandês. Certa noite, caminhando com as crianças, Soizic Cuisnier achou um grande balão em um matagal com uma mensagem escrita por um casal de Dublin que havia acabado de perder um bebê.

O balão fez parte do seu processo de luto. A família escreveu para os irlandeses e mantem contato com eles até hoje.

Mas e quanto aos momentos difíceis e à solidão? "É óbvio que tivemos nossas crises", diz David.

"Teve um ano em que todas as batatas foram comidas por coelhos. Por sorte, uma doença viral reduziu a população desses animais de 2 mil para os cerca de cem atuais."

Ele conta que, certa vez, sua mulher cortou a ponta de um dos dedos, e eles se impressionaram com a velocidade com que o helicóptero chegou para socorrê-la. Em 20 minutos, ela estava se consultando com um médico, "o que é mais rápido que o atendimento que ela receberia no continente".

E essa é a mensagem final dos Cuisniers: na ilha, você não está isolado do mundo. "Na verdade, temos telefone, internet, visitas constantes. Nunca nos sentimos sós."

Por G1

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Camião arrasta “chapa”, mata seis pessoas e fere outras na Matola

Foto de Cidadão Repórter
Foto de Cidadão Repórter
MOÇAMBIQUE - Pelo menos seis pessoas morreram e outras 11 contraíram lesões graves e ligeiras em resultado de um acidente de viação causado por um condutor de camião, com matrícula JFD 948 MP, na manhã de domingo (24), no município da Matola, província de Maputo.

O sinistro deu-se em Txumene, na Estrada Nacional número Quatro (EN4), numa altura em que um transporte semi-colectivo de passageiros do tipo minibus, com a chapa de inscrição AEB 027 MP, desembarcava gente numa paragem.

Segundo testemunhas, o “chapa” fazia o sentido cidade da Matola/Txumene e foi embatido na parte traseira pelo camião que supostamente circulava à lata velocidade.

Na sequência, o minibus foi arrastado por dezenas de metros, diante do desespero e dos gritos de socorro das vítimas. Durante várias horas o trânsito ficou condicionando.

O condutor do camião, pertencente à empresa Heymans Cole, colocou-se em fuga logo depois do acidente, abandonando as vítimas à sua própria sorte. Até ao fecho desta edição, ele continuava em parte desconhecida.

Por Verdade

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