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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Marquezine e Tatá Werneck sofrem críticas homofóbicas em fotos

Foto: Divulgação/Arquivo
As atrizes endossaram o coro contra a liminar que quer "tratar" a homossexualidade.

Nas fotos, Bruna Marquezine e Tatá Werneck apareceram em fotos no Instagram beijando a também atriz e roteirista Flora Diegues. Mas o que era para ser uma mensagem para espalhar apenas o amor despertou o ódio de alguns seguidores, que dispararam insultos e comentários homofóbicos contra elas.

Foto: reprodução/ instagram
Na postagem, que também tem fotos de Flora com Fernanda Nobre e Julia Guerra, a atriz exclama: “Hoje a gente acordou bem gay”. Mas, nos comentários, alguns seguidores não aceitaram a mensagem.
“Deus não aprova isso e pronto!”, disse um seguidor. “Que nojo”, comentou um outro. “Realmente estamos chegando ao fundo do poço!”, publicou, também, um rapaz. Logo, muita gente começou a se revoltar contra as centenas de comentários, e a página se tornou palco de uma grande discussão:

“O que afeta na sua vida pessoal se um homem se deita na cama com outro ou se uma mulher se deita na cama com outra? O que muda na sua vida? Se isso te afeta é porque existe algo de errado em você, vive sua vida e deixe cada ser humano ter seu livre arbítrio!”, retrucou um dos seguidores.

“Aceita que dói menos, bando de preconceituosos!”, exclamou uma fã.

Por Extra

Sobe para 224 o número de mortos em terremoto no México


Foto: Agência Brasil
Integrantes do Exército, da Marinha e Polícia Federal estão ajudando a população.

O número de mortos por causa do terremoto de magnitude 7,1 na escala Richter, que atingiu nessa terça-feira (19) o centro do México, subiu para 224, informou hoje (20) o secretário de Governo, Miguel Ángel Osorio.

Em entrevista à emissora Televisa, Osorio disse que há 117 mortos na Cidade do México, 39 no estado de Puebla, 55 em Morelos, 12 no estado do México e um em Guerrero. Outros relatórios falam de três mortos em Guerrero. Além disso, existem 45 edifícios totalmente destruídos, e em seis deles acredita-se que existam pessoas soterradas.

O presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, estabeleceu como prioridade o resgate de pessoas soterradas e o atendimento aos feridos. "A prioridade neste momento é continuar o resgate de quem ainda está preso e dar atendimento médico aos feridos", afirmou Peña Nieto, em mensagem em cadeia nacional, após percorrer alguns pontos da Cidade do México. O presidente destacou que milhares de integrantes do Exército, da Marinha e Polícia Federal estão ajudando a população.

Peña Nieto disse que trabalha "em plena coordenação" com o chefe do Governo da Cidade do México, Miguel Ángel Mancera, e com os governadores de Puebla e Morelos, "que sofreram os maiores danos". Acrescentou que os serviços de urgência estão disponíveis para todas as pessoas que precisem de atenção.

"Lamentavelmente, muitas pessoas perderam a vida, incluindo meninas e meninos em escolas, edifícios e casas", disse Peña Nieto, que manifestou condolências a todos que perderam parentes ou amigos.

Em declarações a jornalistas, enquanto visitava a região onde uma escola desabou na Cidade do México, o presidente informou que pelo menos 20 crianças e dois adultos morreram e 38 pessoas estão desaparecidas. Ao lado de Mancera, Peña Nieto afirmou que 30 crianças e oito adultos estão desaparecidos no Colégio Enrique Rebsamen.

Ele lembrou que mais de 500 integrantes do Exército e da Secretaria da Marinha, assim como 200 da Proteção Civil, trabalham para encontrar sobreviventes entre as ruínas, onde 14 crianças já foram resgatadas com vida.

Por: Agência Brasil

“Cura gay” revolta o movimento LGBT

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Foto Internet

Homossexualidade não é doença, responde um dos líderes do movimento.

“O Movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) do Pará repudia totalmente a decisão do juiz. É um tremendo retrocesso essa decisão nos dias de hoje, mesmo porque é um prato cheio até mesmo para esse Congresso Nacional que temos atualmente, que é extremamente conservador e fundamentalista”. A afirmação foi feita, ontem, por Rafael Ventimiglia, um dos coordenadores do Movimento LGBT do Pará. Ele se refere à decisão proferida pelo juiz federal da 14ª Vara do Distrito Federal Waldemar Cláudio de Carvalho autorizando os profissionais de Psicologiaa oferecer tratamento a quem desejar reverter sua homossexualidade. A limicar concedida pelo magistrado infringe a Resolução 01/99 do Conselho Federal de Psicologia (CFP), que proíbe expressamente aos psicólogos exercerem qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, bem como adotarem medidas coercitivas tendentes a reverter à homossexualidade.

Ainda segundo Rafael, “não se cura aquilo que não é doença. Se a gente não cura o que não é doença, não se pode permitir um tratamento psicológico que vise, por exemplo, a reorientação sexual. E se a orientação sexual por si só não é vista como uma doença, então não existe tanto o tratamento psicológico quanto o tratamento biológico para isso. Não existem estudos que nos levem a acreditar de que existe uma causa biológica inclusive para a homossexualidade. Não existe nenhum estudo”. Ele acrescentou que, “depois de décadas de luta pela tão sonhada despatologização da homossexualidade, vem se ressuscitar esse discurso de curar essa ‘doença’ entre aspas. A homossexualidade, na verdade, constitui uma variação natural da sexualidade humana. Não podendo ser obviamente considerada como uma condição patológica. Homossexuais e bissexuais não sofrem em razão de sua homossexualidade ou bissexualidade. Pelo contrário. Eles sofrem em razão desse notório preconceito social que a gente sofre por parte da sociedade, em razão justamente de um heterossexismo majoritário imposto para nós sujeitos LGBTs, no qual essa heterosexualidade é tida como a normal, a típica, como a mais digna de ser vivida”.  

Rafael completou: “O que nos conforta, na verdade, é que tanto a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT) quanto o Conselho Nacional de Combate à Discrminação LGBT já estão em um movimento para derrubar essa decisão, inclusive oferecendo denúncia, junto ao Conselho Nacional de Justiça, a fim de que essa decisão seja derrubada. Nós, aqui do Pará, continuamos na luta pela plena aceitação de quaisquer orientações sexuais que destoem do heterossexismo e que reafirme a população LGBT como sujeitos de direitos e não como sujeitos tidos como anormais ou desviantes”.  

O presidente do Conselho Regional de Psicologia 10ª Região (Pará e Amapá), Luiz Romano, também comentou o assunto. “O CRP 10ª Região/PA/AP manifesta o seu profundo desacordo com a decisão do juiz de primeira instância que, demonstrando desconhecer rudimentares informações da área técnica e científica sobre o tema, admite tratar como doença o que é tão somente um modo de ser, sentir e existir humano”, afirmou. Ainda segundo ele, “a decisão representa um retrocesso à luta pela afirmação dos direitos da comunidade LGBT e atinge, com violência, a  subjetividade de milhares de pessoas que, vendo o seu desejo ser confundido com uma anomalia, tem a sua autoestima fragilizada. O que precisa de tratamento é o preconceito e a falta de respeito com o outro. Esperamos que as instâncias superiores possam reverter o entendimento deste magistrado”.

A Comissão de Direitos Humanos e a Comissão de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Pará, também criticaram a decisão do juiz federal. “Consideramos que tal decisão judicial vai de encontro aos diversos avanços conquistados pela comunidade LGBT no que diz respeito à efetivação dos seus direitos fundamentais, tais como dignidade humana, liberdade individual e superação de preconceitos de atitudes discriminatórias. Inicialmente, deve-se considerar que a forma como cada pessoa vive e externaliza a sua sexualidade diz respeito à sua identidade como sujeito, a qual deve ser compreendida em sua integralidade, de modo que não se pode, sob nenhum pretexto, considerar a orientação sexual do indivíduo como doença, distúrbio ou perversão que necessite de cura ou tratamento”.

Por O Liberal

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Furacão Maria atinge ilha de Dominica com força máxima

Foto: NASA / REUTERS
MUNDO - O furacão se intensificou de tal forma que saltou do nível um para cinco em poucas horas.

Horas após alcançar a categoria 5 — a mais alta na escala Saffir-Simpson —, o furacão Maria atingiu a ilha de Dominica no Caribe, seu primeiro alvo na região que há pouco menos de duas semanas foi devastada pelo furacão Irma. Considerado extremamente perigoso e potencialmente catastrófico pelo Centro Nacional de Furacões (NHC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, o furacão se intensificou de tal forma que saltou do nível um para cinco em poucas horas, provocando agora ventos que atingem até 255 quilômetros por hora.

Desde a tarde, moradores de Dominica, que tem 73 mil habitantes, reportaram nas redes sociais chuvas intensas, fortes ventos, inundações e ondas no litoral. Também reportaram árvores caídas e postes derrubados à medida que o clima se deteriorou ao longo do dia.

O primeiro-ministro de Dominica, Roosevelt Skerrit, afirmou pelo Twitter que o telhado de sua casa tinha sido arrancado pelo vento, ficando "totalmente à mercê do furacão". Minutos depois, ele informou que foi resgatado. Durante esta segunda-feira, ele ordenou aos moradores que vivem nas áreas baixas que se retirassem para as zonas mais altas.

— Não esperem que o rio transborde para então tentar cruzá-lo ou caminhar através de ruas inundadas — advertiu em coletiva de imprensa.

Chamberlain Emanuel, chefe da comissão ambiental da Organização dos Estados do Leste do Caribe, emitiu alertas antes do Maria chegar à ilha:

— É uma situação realmente desesperadora. Estamos tentando ser resilientes, mas a vulnerabilidade é muito alta.

Alertas de furacão já foram emitidos nas ilhas de Guadalupe, Dominica, St. Kitts, Nevis, Montserrat e Martinica. Já Barbuda, Saba, St. Eustatius e St. Lucia receberam ordens de se preparar para uma tempestade tropical, ou seja, com ventos mais fracos durante a sua passagem.

Moradores de algumas ilhas da região começaram a sair de suas casas em antecipação à chegada do fenômeno. Porto Rico, território dos Estados Unidos que foi afetado pelo Irma há duas semanas, abriu refúgios e começou a desmantelar guindastes das obras de construção que poderiam ser vulneráveis aos fortes ventos do Maria.

Por o globo

'Não somos doentes', diz Pabllo Vittar; veja reações de famosos à 'cura gay'

Foto: Fabiano Rocha
BRASIL - Anitta, Paulo Gustavo, Ivete Sangalo e Fernanda Gentil também reclamaram de decisão.

Diversos famosos criticaram, nesta segunda-feira (19), a decisão que deixou psicólogos livres para oferecer tratamentos contra a homossexualidade. Pelas redes sociais, nomes como Pabllo Vittar, Paulo Gustavo e Anitta reclamaram da liminar, alternando entre o bom-humor e a indignação.
A drag queen Pabllo Vittar, por exemplo, publicou duas mensagens em sua conta no Twitter: primeiro, disse "não somos doentes"; depois, acrescentou que "o preconceito não vai vencer".
O comediante Paulo Gustavo publicou um vídeo ironizando a decisão, dizendo que está tomando remédios para "curar" a homossexualidade.
— Estou catando tudo que é remédio para poder tentar melhorar da homossexualidade, mas não estou conseguindo. Estou viada há muito tempo, difícil sair da crise.
Em seu publicação, Paulo Gustavo marcou a apresentadora Fernanda Gentil e a cantora Preta Gil, que também entraram na brincadeira.
"Tentando me curar dessa doença, mas tá difícil.....", escreveu Fernanda, posando com um termômetro e vários comprimidos.
— Como é que cura um ser humano de amar o outro? E aí, tem esse remédio? — questionou Preta Gil.
Outro personalidade a criticar a decisão da Justiça Federal foi a cantora Anitta, que disse estar "devastada".
— Não sei como a gente consegue ajudar, mas eu estou aqui rezando para o que nosso país dê atenção para o que realmente é importante, que é consertar a nossa miseria, a nossa corupção, a nossa falta de educação, até mesmo para ninugém mais cometer uma burrice como essa — reclamou.
Ivete Sangalo foi na mesma linha, e disse que há "inúmeras pendências que caberiam a uma administração descente resolver".
— Doente são aqueles que acreditam nesse grande absurdo. Pessoas, pensem sobre o que esse grande equívoco, absorvam a coragem e a luta dos homossexuais e apliquem as suas mofadas e inertes vidas — publicou.

Por o globo

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