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domingo, 23 de abril de 2017

Ônibus colide com carro na linha expressa do BRT

Resultado de imagem para colisaoPará 23/04/2017 - Com a força do impacto, carro capotou na avenida Almirante Barroso. Não há registro de feridos.

Um acidente aconteceu na tarde deste domingo (23), entre um carro particular e um ônibus, na linha expressa do BRT.

Por volta das 13h, um carro foi atingido pelo ônibus Jiboia Branca/Ver-o-Peso, da linha expresso. O veículo foi atingido no trecho da avenida Almirante Barroso com a travessa Lomas Valentinas.  Com a força da batida, o carro capotou.

Apesar do impacto, ninguém ficou ferido.

ORM

sábado, 22 de abril de 2017

Bicolor enfrenta o São Raimundo hoje no Mangueirão

Bicolor enfrenta o São Raimundo hoje no Mangueirão (Foto: Fernando Torres/Paysandu)
Ayrton e Alfredo fazem parte da provável onzena que inicia a partida contra o Pantera (Foto: Fernando Torres/Paysandu)
O Paysandu dá sequência, hoje, na temporada de “caça e pesca”, a qual tem se dedicado nos últimos dias. Depois de ‘fisgar’ o Peixe da Amazônia, o Santos-AP, numa ‘pescaria’ que resultou na classificação do time à final da Copa Verde, o Papão deixa de lado a linha e o anzol e parte para tentar abater a Pantera, o São Raimundo, de Santarém, às 18h30, no Mangueirão, em partida que apontará um dos finalistas do Parazão 2017.

Como houve empate, sem gols, no jogo de ida entre as equipes, em Santarém, Papão e Pantera iniciam a partida de volta sem nenhuma vantagem para ambos os lados. Isso significa que caso o confronto termine em um novo empate, ainda que por 1 a 1, 2 a 2 e assim por diante, a vaga na grande decisão do campeonato ocorrerá nas cobranças de tiros livres da marca do pênalti. Um atrativo a mais para quem gosta de emoção.

Esta será a segunda semifinal seguida dos bicolores, a quarta partida no curto espaço de 12 dias. No primeiro desafio, o Papão despachou o Santos-AP, pela Copa Verde, assegurando presença na final do torneio, contra o Luverdense-MT. Já o time santareno vinha apenas treinando para encarar o seu principal desafio, até aqui, na temporada. A última vez em que a Pantera entrou em campo, contra o adversário de hoje, foi há 12 dias.

SEM CANSAÇO

Apesar da sequência de jogos, entremeada por viagens a Santarém e São Luís (MA), onde enfrentou o Peixe da Amazônia, os bicolores parecem não sentir desgaste, conforme deu a entender o lateral-direito Hayner, que vem atuando na esquerda. “Não estou cansado, não. Acredito que o resto do nosso elenco está bem, também. O Paysandu está nos dando todo o suporte para jogar bem”, disse.
RESPEITO AO RIVAL

Mas, assim como foi nas partidas da penúltima fase da Copa Verde, acreditam que terão pela frente, hoje, mais um adversário difícil de ser abatido. “A minha expectativa é de que o São Raimundo vem para fazer um jogo muito forte”, prevê o técnico Marcelo Chamusca. “Eles tiveram tempo para se recuperar entre um jogo e outro, enquanto nós tivemos de enfrentar o Santos e a viagem ao Maranhão”, compara o treinador.

(Nildo Lima/Diário do Pará)

Protesto por terra fecha a Transamazônica

Protesto por terra fecha a Transamazônica (Foto: Michel Garcia)
Os trabalhadores rurais prometem permanecer no local até que a situação seja resolvida (Foto: Michel Garcia)

Moradores da comunidade Vila 1º de Março, no município de São João do Araguaia, distante cerca de 50KM de Marabá, no sudeste paraense, fecharam a BR-230 (Transamazônica), ontem de manhã. O bloqueio, segundo a população da área, foi feito porque um proprietário de uma área efetuou disparos para o alto com arma de fogo, a fim de intimidar a reunião dos manifestantes que acontecia às margens da via, no começo da vila.


A Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada para acalmar os ânimos dos manifestantes, assim como a Polícia Militar. Segundo Claudemir Pereira Pinto, secretário municipal de habitação e assuntos fundiários, a área reivindicadas pelos trabalhadores pertence ao mesmo lote da Vila do Projeto de Assentamento 1º de Março, o de número 207. “A área referida ainda não foi municipalizada e ainda é uma área pública do Governo Federal”, argumenta. “Quando o Incra doou essa área consolidada da vila, o pedaço ficou fora do processo de doação, mas pertence ao mesmo lote”, completa.

A área mencionada pelo secretário fica do outro lado da rodovia BR-230 e teria sido usada para a criação de uma reserva ambiental. No entanto, o terreno foi ocupado em 2011 e logo depois foi vendido, dando, assim, origem ao conflito que culminou com o protesto de ontem. A Vila 1º de Março também é fruto de antiga ocupação, resultando na reforma agrária e doada aos trabalhadores.

Maria Ribamar de Rosa Martins, 45, é esposa de assentado e está há sete anos na área. Ela é uma das moradoras da comunidade que pleiteiam o terreno. “Estamos reivindicando um pedaço de terra para minha filha, que está desempregada e mora de aluguel”, argumenta. “Não é justo ter esse pedaço de terra e nós passando por essa situação, o terreno está cheio de mato, abandonado e nós precisamos dessa terra”, enfatiza.


Procurado pela reportagem, o atual proprietário do terreno apresentou um documento para confirmar a compra do lote. O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) também foi acionado para falar a respeito do assunto, mas até o fechamento desta edição não houve resposta. Os trabalhadores dizem que não vão sair do local até a questão ser resolvida.

(Michel Garcia/Diário do Pará)

Manutenção interdita trecho de elevado em Belém

Manutenção interdita trecho de elevado em Belém (Foto: Reprodução/twitter)
(Foto: Reprodução/twitter)
Um trabalho de manutenção do elevado que liga as avenidas Júlio César e Independência, no bairro de Val-de-Cans, em Belém, interdita parte da pista de ambas as vias na manhã deste sábado (22).

Segundo policiais militares, agentes da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (Semob) estão no local para orientar os motorista. Devido ao pouco fluxo na área, o trânsito na região segue sem congestionamentos.

Neste domingo (23), o trânsito também deverá sofrer alterações em Belém, mas no bairro da Marambaia, devido às celebrações da Paróquia de São Jorge. Amanhã, o trânsito na avenida Dalva, no trecho entre as passagens Areia Branca e Samaritana, será interditado e as linhas de ônibus Djalma Dutra e Telégrafo terão seus itinerários alterados da seguinte forma: no sentido bairro/centro, as linhas desviarão da avenida Dalva para a passagem São Jorge, depois rua Nossa Senhora de Fátima, para retornar para a avenida Dalva, a destino. Já para o sentido centro/bairro, as linhas seguirão pela avenida Dalva, rua Nossa Senhora de Fátima, passagem São Jorge, avenida Dalva, a destino. As mudanças temporárias serão mantidas até o final da festividade.

(DOL com informações da Semob)

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Governos da América Latina criticam onda de violência na Venezuela

Foto: Divulgação
Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai e manifestaram.
Os governos do Brasil, da Argentina, do Chile, da Colômbia, Costa Rica, de Honduras, do México, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai condenaram hoje (20) a onda de violência na Venezuela. Esta semana, três pessoas morreram e mais de 60 ficaram feridas em protestos em Caracas e cidades de 14 estados do país.

Em nota, os 11 governos latino-americanos “reiteram a urgência de as autoridades venezuelanas adotarem medidas para garantir os direitos fundamentais e preservar a paz social”.

“É imperativo que a Venezuela retome o caminho da institucionalidade democrática e que seu governo defina as datas para o cumprimento do cronograma eleitoral, liberte os presos políticos e garanta a separação dos poderes constitucionais”, diz o texto divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil.

No comunicado, o Itamaraty diz que os governos da região se somam ao secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, “que insta todas as partes a adotar medidas concretas para reduzir a polarização e criar as condições necessárias para enfrentar os desafios do país, a favor do povo venezuelano”.

A onda de violência na Venezuela se agravou esta semana em meio à polarização política no país. A oposição marchou em vários estados contra o presidente Nicolás Maduro, enquanto milhares de venezuelanos convocados pelo governo foram às ruas defender o chavista.

Na véspera dos protestos, Maduro convocou os militares, as forças de segurança e também as milícias civis armadas para protegê-lo contra um suposto golpe de Estado que, segundo ele, estaria sendo tramado pelos Estados Unidos com o apoio de seus adversários. A Venezuela enfrenta uma séria crise econômica, marcada por uma inflação anual de 700% e escassez de medicamentos e alimentos. O país também está cada vez mais isolado internacionalmente e o governo de Maduro é acusado de violar a ordem democrática.
Por: Agência Brasil

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