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quarta-feira, 19 de abril de 2017

No sul do Estado, homem é multado em R$ 7 mil por manter 14 pássaros silvestres em cativeiro

TOCANTINS-GURUPI


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Foto divulgação
Em Gurupi, um homem de 57 anos foi detido nessa segunda-feira por manter 14 pássaros silvestres em uma gaiola gigante no quintal de casa. A Polícia Militar Ambiental informou que chegou até o local após uma denúncia anônima. O suspeito fugiu, mas depois retornou. Os policiais informaram que na gaiola havia sete pássaros pretos, três pardais, dois canários da terra, um papagaio e um periquito. A gaiola era feita por uma tela e coberta com telhas e o homem não tinha autorização para criar os pássaros. Os policiais aplicaram multa de R$ 7 mil e o suspeito foi levado para a delegacia. De acordo com a polícia, 12 aves foram devolvidas à natureza. Outas duas foram levados para o Naturatins, Instituto de Natureza do Tocantins para passar por cuidados e por readaptação antes da soltura.
CBN Tocantins

terça-feira, 18 de abril de 2017

Blue Whale: O jogo de suicídio que chegou ao Brasil, conheça game Baleia Azul

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Foto internet

Blue Whale é um jogo onde o jogador recebe algumas missões diariamente durante 50 dias, especificamente toda madrugada (4:20hrs).
Uma onda que esta alcançando os jovem europeus e tem tirado a vida de muitos adolescentes que usam frequentemente a internet, são os conhecidos Jogos Suicidas.
Mortes por asfixia são praticadas todos os dias por jovens entre 12 a 17 anos em decorrência a o que esta intitulado de Jogos Suicidas.
jogo na Russia já colocou um fim na vida de muitos adolescentes após seguirem uma série de instruções que as deixam mais suscetíveis a isso.

Como funciona o jogo Blue Whale?

Curador, é a pessoa que comanda o desafio o tempo todo, tem a missão de convidar os jovens para o jogo. Se este aceitar, começa a receber pequenas missões todas as madrugadas. Elas chegam às 4h20, que, segundo especialistas, é o horário em que mais pessoas cometem suicídio. O jogo dura 50 dias e, depois de seguir todas as instruções e publicar nas redes sociais uma espécie de prova de que completou os desafios do Blue Whale, vem a missão finalse matar.
Yulia pblicou a foto de umabaleia azulno Instagram e escreveu a palavra “fim” na descrição do Facebook.

Estudos comprovaram que o jogo Blue Whale realmente pode e consegue mexer com o psicológico de pessoa, principalmente aquelas que tendem ou possuem algum traço de depressão.
Se você perceber algum amigo postando mensagens estranhas nas redes sociais, talvez seja o Blue Whale, não ignore, peça ajuda, isso pode fazer a diferença entre a vida e a morte.


fragou

Deprimida, garota busca ajuda na web e cai no jogo da Baleia Azul

Por achar que mãe não entenderia o problema, Luana, 15 anos, fez amigos em grupos virtuais e recebeu convite para desafio que prega automutilação e suicídio

Jovem foi atraída para o jogo Baleia Azul, que incentiva o suicídio

Jovem foi atraída para o jogo Baleia Azul, que incentiva o suicídio
Luana (nome fictício), 15 anos, que foi atraída para o jogo da Baleia Azul, que incentiva o suicídio (//Arquivo pessoal)

Com sintomas clássicos de depressão, entre eles tristeza sem motivo aparente, a adolescente Luana (nome fictício), de 15 anos, moradora da cidade de Vila Rica, a 1.200 km de Cuiabá (MT), procurou nas redes sociais ajuda para enfrentar o problema. Foi navegando em sites e grupos da internet que a garota descobriu o desafio da Baleia Azul (ou Blue Whale) – o jogo online que leva adolescentes vulneráveis a realizarem tarefas diárias, incluindo a automutilação e, como último desafio, a morte.

Luana é aluna do primeiro ano do ensino médio na Escola Estadual Maria Esther Peres, a mesma onde estudava a adolescente Maria de Fátima Oliveira, de 16 anos, que foi encontrada morta na terça-feira (11) em uma represa, supostamente após cumprir a última tarefa do jogo. Maria de Fátima tinha cortes na coxa e braços e deixou cartas que indicariam a participação dela na brincadeira, que surgiu nas redes sociais russas e tem deixado preocupados pais de todo o Brasil. O caso está sob investigação.

Jogo da Baleia Azul, que induziria ao suicídio, é investigado
Em conversa com VEJA, Luana contou como entrou no universo do jogo. Diz que, há pelo menos dois meses, tem se sentido triste, sem vontade de fazer nenhuma atividade ou ficar perto das pessoas. Até mesmo a escola, que ela adorava frequentar, passou a ser um lugar indesejado. “Comecei a faltar, deixei de fazer trabalhos importantes. Queria me isolar do mundo, estava sem ânimo mesmo”, diz a adolescente.

Desmotivada, Luana foi buscar ajuda na internet em grupos sobre depressão, sobre suicídio, sobre pessoas que não queriam mais viver e passou a acompanhar ao menos 25 deles. Por meio desses grupos, ela fez amigos virtuais, que a convidaram para participar de outros grupos, desta vez no celular.  Foi pelo telefone que ela conheceu o jogo da Baleia Azul. “Eu nunca tinha ouvido falar. Mas começaram a falar sobre isso e enviaram links-convites. No começo, não dei muita atenção”, conta.

Após alguns dias, Luana decidiu entrar no link enviado. Era para participar do grupo Blue Whale. Lá, ela conta que as pessoas falam sobre tristeza, depressão, suicídio. Mandam imagens, vídeos. E, muitas vezes, diz Luana, as conversas somem e o grupo muda de nome, voltando a falar sobre “assuntos normais”. “Às vezes, eles apagam o grupo e mandam convite para um novo. Outras vezes, eles removem todos por segurança e mandam links novos”, afirma a adolescente.

Por curiosidade e por estar deprimida, Luana conta que passou a interagir com as pessoas, perguntando quem era o “curador” (pessoa que coordena o grupo, envia tarefas e monitora o cumprimento delas). Uma mulher se apresentou como curadora e a chamou para uma conversa privada. A adolescente conta que a curadora fez perguntas sobre ela e pediu que cortasse a perna – fazendo um desenho de uma estrela – e enviasse a foto. Só depois disso, ela seria aceita no grupo real.

Há cerca de uma semana, Luana seguiu a ordem e se cortou com um pedaço de lâmina de barbear. Enviou a foto para a curadora e foi aceita no grupo. “Não sei dizer por que eu fiz isso. A partir daí, passaram as instruções, mas eu ainda não fiz nenhuma delas”, diz. A estudante não sabe informar, no entanto, quantas pessoas faziam parte do grupo em que ela entrou e se havia mais pessoas da cidade. “Nunca contei, mas são muitas pessoas, e tem gente do Brasil inteiro.”

Quando questionada sobre o motivo de ir buscar ajuda para se livrar da depressão na internet em vez de falar com a mãe, Luana diz que provavelmente sua mãe não entenderia. “Ela teria dito que é frescura minha, algo do tipo.”

De fato, o suicídio na adolescência é algo que vem aumentando no mundo todo e, segundo o psiquiatra Daniel Martins de Barros, coordenador médico do Núcleo de Psiquiatria Forense e Psicologia Jurídica do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP), em 90% dos casos, a pessoa tinha algum tipo de transtorno mental, principalmente depressão. E, muitas vezes, os pais não conseguiram entrar no mundo do filho e identificar os sinais.

Celular entregue à polícia

Sueli (nome fictício), mãe de Luana, diz que já havia percebido mudanças no comportamento da filha, mas nunca tinha ouvido falar do jogo da Baleia Azul. Diz que notou que a adolescente passava a maior parte do tempo trancada no quarto e que não desgrudava do celular. “Quando a gente pedia para ver o celular, ela ficava super nervosa, agressiva e irritada” , diz. Sueli conta ainda que a menina passou a usar roupas de manga comprida e calça – na cidade, faz muito calor.

Ela teria dito que é frescura minha, algo do tipo.

Luana (nome fictício), 15 anos, sobre por que, deprimida, não pediu ajuda a mãe
   
A mãe passou a observar mais de perto a filha, mas diz que ela nunca se abria. Sueli só se deu conta de que a adolescente poderia estar participando do jogo quando soube da morte de Maria de Fátima. “Fiquei em choque e comecei a ligar uma coisa à outra. Fiquei desesperada ao pensar que minha filha poderia fazer parte do jogo.”

Sueli chamou Luana para conversar no final de semana e resolveu pressioná-la a dizer o que estava acontecendo. A menina começou a chorar desesperadamente e pediu para a mãe para que mudassem de cidade.  “Minha ficha caiu e eu entrei em pânico. Imediatamente, tirei o celular dela e escondi. Ela ficou nervosa, ficava pedindo o celular, mas eu não devolvi”, diz.

Maria de Fátima, 16 anos, que estudava na mesma escola de Luana e sua última publicação no Instagram: despedida (Reprodução/Reprodução)
Fiquei em choque e comecei a ligar uma coisa à outra. Fiquei desesperada ao pensar que minha filha poderia fazer parte do jogo

Sueli (nome fictício), mãe de Luana, ao saber da morte de Maria de Fátima
   
Na segunda-feira de manhã, com apoio de professores da escola, Sueli decidiu entregar o celular da filha para a Polícia Militar, durante a realização da primeira palestra educativa para pais e alunos sobre o assunto no colégio.  Os policiais orientaram a mãe a registrar um boletim de ocorrência. Sueli seguiu a sugestão e deixou o aparelho aos cuidados da Polícia Civil para auxiliar nas investigações.

Mais aliviada por ter se livrado do celular, Sueli diz ter medo de ser perseguida. “O caso da Maria de Fátima me despertou a tomar uma atitude. Quero que outros pais façam o mesmo. Prestem atenção nos seus filhos, pois essa história é verdadeira”, disse. Para ajudar a filha, Sueli marcou uma consulta com uma psicóloga.  “Espero que isso tudo acabe logo”, afirmou.


O delegado André Rigonato confirmou o recebimento do aparelho, mas diz que não pode dar detalhes do caso para não atrapalhar as investigações. Joel Outo Matos, tenente coronel da Polícia Militar, diz que a PM fará palestras em escolas de 11 municípios da região. “Vamos trabalhar para ajudar os pais. Nossa orientação é que os pais monitorem a internet dos filhos ou até suspendam o acesso”, afirmou.

Veja

Ilha de Moçambique corre risco de desaparecer

Considerada Patrimônio Mundial da Humanidade, desde 1991, a Ilha de Moçambique corre o risco de desaparecer devido aos problemas relacionados com as alterações climáticas.

Diariamente, a histórica cidade insular continua a receber muitos turistas. Alguns apaixonam-se pela ilha ao ponto de não voltarem às terras de origem.

Foi a primeira capital de Moçambique até 1898 quando a capital passou a ser Maputo no sul do país. Hoje, a Ilha de Moçambique é famosa pelo seu valor histórico e cultural. Nesta pequena ilha com cerca de três quilómetros de comprimento, localizada na província nortenha de Nampula, vivem perto de 15 mil pessoas.

Mas o seu futuro está em risco. Por causa das alterações climáticas, a ilha já está a ruir. Nos últimos anos, sempre que o mar enche demasiado, as águas têm invadido parte da cidade, causando estragos nas vias de acesso e nas casas. E a erosão costeira também tem aumentado, estando as alterações climáticas entre os principais factores.

Até ao momento já foram consumidos cerca de 300 metros, dentro da ilha, e mais de 500 metros na parte continental. Para proteger a ilha da erosão, o Conselho Municipal necessita de mais de três milhões de dólares.

“Temos uma parte de erosão do muro da contra-costa por causa do nível das ondas que está a subir cada vez mais, está a corroer. Também a zona do Lumbo [área continental], que também faz parte do município, está a desaparecer, assim como a zona da fortaleza e a zona da piscina, na própria ilha, que é um caso muito preocupante“, afirma Saíde Amur Gimba, presidente do Conselho Municipal da Cidade da Ilha de Moçambique.

O Governo Provincial de Nampula diz que a situação que se vive na Ilha de Moçambique não é única na província. De acordo com Omar Aquiamundo, director provincial adjunto da Cultura e Turismo, há várias outras ilhas que podem desaparecer “devido a factores de aquecimento global”.

Neste contexto, acrescenta o responsável, a Ilha de Moçambique encontra-se numa situação mais vantajosa, uma vez que possui “um gabinete de restauro e controlo”. “Há projectos concretos a acontecer que visam proteger a própria ilha. E há muitas organizações internacionais, falo da UNESCO, que olham por ela“, acrescenta.

Para travar o problema e evitar um eventual desaparecimento da cidade insular por causa da erosão, o autarca local diz que já há uma solução à vista: o Projecto de Desenvolvimento dos Municípios. “Na parte insular já temos um financiamento do PRODEMO [Projeto de Desenvolvimento dos Municípios] que vai apoiar numa extensão avaliada em dois milhões e quinhentos meticais. Esta parte não é muito crítica, mas vamos fazer para prevenção. Para a parte crítica estamos ainda a precisar de dinheiro. São valores elevados, acima de 1,5 milhões de dólares“, explica.

DW
Fonte: mmo

Loja proíbe entrada de jovens negros e diz que eles sempre roubam

Uma loja de conveniência de Melbourne, na Austrália, pôs um comunicado em sua porta no qual diz ser proibida a entrada de jovens negros entre 14 e 18 anos.

Em uma imagem postada por um usuário do Twitter, é possível ler: “Porque negros entre 14 e 18 anos sempre roubam. Proibidos negros entre 14 e 18 anos e cachorros dentro da loja”.

O estabelecimento tem sofrido uma enxurrada de críticas e acusações de racismo. “A loja está pedindo para ter problemas com essa placa!”, escreveu o autor da foto.

O caso está sendo investigado pela polícia. De acordo com o site News, o dono do local tentou se justificar mostrando imagens das câmeras de segurança, no qual é possível ver oito jovens negros roubando a loja. Ele afirmou que isso sempre acontecia, e isso o deixava muito irritado.

Metropóles
Fonte: mmo

Noivos a caminho do casamento são expulsos de voo nos EUA

Os noivos Michael Hohl e Amber Maxwell foram expulsos de um avião da United  Airlines quando estavam a caminho do próprio casamento, na Costa Rica. O voo saiu de Salt Lake City, nos Estados Unidos, mas o casal precisou desembarcar no Texas.

Tudo começou quando, ao entrarem na aeronave, Michael e Amber perceberam que um homem dormia em seus assentos. Para não incomodá-lo, eles decidiram se sentar em outros lugares da mesma classe. Funcionários então perguntaram se eles haviam feito um pedido formal para trocarem os assentos e, se a resposta fosse “não”, deveriam voltar aos lugares originais.

Ao site WCNC Michael disse que eles não acharam que isso seria grande coisa. “Não é como se quiséssemos pular para a primeira classe. Estávamos a alguns assentos do nosso, na classe económica“.

O casal foi escoltado por um comissário até a saída do voo de forma constrangedora. No outro dia pegaram outro avião, o que atrasou os planos do casamento. “O jeito que a United Airlines fez isso foi realmente absurdo”.

Em nota enviada ao site Metro, a United Airlines se defendeu: “Pedimos repetidamente para estes passageiros voltarem aos assentos de origem porque queriam migrar para lugares melhores e não pagaram por isso. Eles não seguiram as instruções da equipe de bordo“.

Apesar do imprevisto com o voo, os noivos conseguiram casar na data marcada.

MMO - Rede UOL


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