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sábado, 18 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
Reunião de Deputada Federal Elcione Barbalho com prefeito de Marapanim
Aconteceu dia (09), fevereiro. Reunião com os prefeitos de Goianésia do Pará, Ribamar; de Marapanim, Ronaldo Trindade; e de São João do Araguaia, João Neto; e o deputado estadual Chicão.
Todos unidos pelo nosso Para.

Fonte face Elcione Barbalho
ESPOSAS DE POLICIAIS MILITARES CONTINUAM PROTESTO EM CASTANHAL
No início da manhã de ontem, por volta das 6h, esposas de policiais militares bloquearam o portão de entrada e saída de viaturas do “Beta Zero”, localizado no centro comercial da cidade de Castanhal, nordeste paraense. Já no sábado (11), elas bloquearam o portão do 5º Batalhão de Polícia Militar (5º BPM), na mesma cidade, mas, após um diálogo com o comandante, as manifestantes deixaram o local.
Ontem foi diferente: as mulheres não deixaram viaturas entrarem e nem saírem do “Beta Zero”. A troca de turno teve que ser feita no meio da rua. Com tudo isso, o policiamento aconteceu normalmente em Castanhal. “É a nossa 2ª manifestação e só vamos parar quando o vice-governador e o comandante geral da PM entrarem em um acordo com as outras esposas, durante uma negociação que ficou de acontecer em Belém. Dentre as reivindicações estão o soldo, reajuste, que há 2 anos o Estado não dá; além de Iasepe”, disse Elem Paixão.
Segundo Elem Paixão e as outras manifestantes, o Governo Estadual, via Instituto de Assistência dos Servidores do Pará (Iasepe), desconta mensalmente da folha dos policiais militares, mas não repassa o dinheiro às clinicas conveniadas. “E quando precisamos de atendimento especializado, os representantes das clínicas dizem que não vão atender porque o Iasepe não repassou a verba”, denunciaram.
Reportagem: Tiago Silva
sábado, 11 de fevereiro de 2017
Autoridades norte-americanas prendem imigrantes ilegais
Centenas de imigrantes sem documentos em pelo menos seis estados
Por: Agência BrasilEm 11 DE FEVEREIRO, 2017 - 15H00 - MUNDO
As autoridades de imigração norte-americanas prenderam centenas de imigrantes sem documentos em pelo menos seis estados ao longo desta semana em uma ofensiva que aparentemente marca o início da aplicação em grande escala da ordem executiva do presidente Donald Trump, assinada em 26 de janeiro, destinada a deportar cerca de 11 milhões de imigrantes ilegais, inclusive 3 milhões, supostamente com antecedentes criminais.
Em janeiro, seis dias após tomar posse, Donald Trump assinou uma ordem executiva que ampliou as categorias de imigrantes sem documentos a serem incluídos na listas para deportação, cumprindo assim sua promessa de campanha para combater a imigração. Centenas de prisões foram confirmadas pelas autoridade de imigração de vários estados, mas a Casa Branca ainda não divulgou oficialmente o início da vigência da ordem executiva para deportações em massa.
Uma ordem executiva é uma norma que coloca em prática as políticas do governo a serem executadas pelas agências e departamentos oficiais. O ato se resume a uma ação de governo e não tem o poder de reverter uma lei aprovada pelo Congresso. Desde que tomou posse, Trump assinou 12 ordens executivas.
A ordem executiva de 26 de janeiro é ampla e não se resume a medidas para deportar imigrantes. Ela também prevê a contratação de mais de 10 mil agentes de imigração para fiscalizar as fronteiras e o interior do país, além de uma fiscalização das chamadas "cidades santuárias", ou seja, dos municípios que se recusaram a transferir imigrantes sem documentos para o âmbito das autoridades federais.
Invasão
Funcionários da imigração confirmaram que agentes federais invadiram esta semana casas e locais de trabalho em Atlanta, Chicago, Nova York, Los Angeles e também em algumas cidades da Carolina do Norte e da Carolina do Sul, em busca de imigrantes sem documentos. No entanto, Gillian Christensen, porta-voz do Departamento de Segurança Interna, o órgão norte-americano que supervisiona os setores de imigração e de alfândega, não quis usar a palavra "invasão" para se referir às operações realizadas e falou em "ações direcionadas de rotina".
Gillian disse que a ofensiva, que começou na segunda-feira (6) e terminou sexta-feira (10), prendeu imigrantes sem documentos provenientes de 12 países latino-americanos. "Estamos falando de pessoas que são ameaças à segurança pública ou uma ameaça à integridade do sistema de imigração", disse. Segundo ela, a maioria dos presos eram criminosos sérios, incluindo alguns que haviam sido condenados por assassinato e violência doméstica .
Ativistas que combatem a repressão a imigrantes porém afirmam que as prisões não se resumiram a criminosos. Disseram também que a ação das autoridades envolveu uma área bem maior do que a admitida, uma vez que cidades dos estados da Flórida, Kansas, Texas e Virgíniaque também registraram prisões.
"Esta é claramente a primeira onda de ataques [a imigrantes] sob o governo Trump, e sabemos que não vai ser a única", disse Cristina Jimenez, diretora-executiva da United We Dream, uma organização de jovens imigrantes, em entrevista à imprensa.
Agentes de imigração em Los Angeles, no estado da Califórnia, detiveram dezenas de pessoas em casa ou a caminho do trabalho. Em uma teleconferência nesta sexta-feira (10), o diretor de imigração para a área de Los Angeles, David Marin, disse que 160 pessoas foram presas. Segundo ele, desse total, 75% tinham condenação por crime. Os demais realizaram pequenos delitos ou estavam ilegalmente nos Estados Unidos. Entre as pessoas presas em Los Angeles, 37 foram deportadas para o México.
Emissoras de rádio em língua espanhola e a afiliada local da NPR (uma rádio pública dos Estados Unidos) vêm divulgando, em Los Angeles, anúncios sobre os direitos dos imigrantes. As emissoras estão convidando os imigrantes a participar de seminários para tomarem consciência das medidas que podem tomar na Justiça caso estejam sob ameaça de prisão ou deportação.
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