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terça-feira, 17 de outubro de 2017

Ataque contra centro policial deixa 15 mortos no Afeganistão

Divulgação
Informação inicial mostra mais de 15 mortos e cerca de 85 feridos.

Pelo menos 15 pessoas morreram e outras 85 ficaram feridas, em sua maioria membros das forças de segurança, no ataque talibã ocorrido hoje (17) contra uma instalação da polícia na província de Paktia, no leste do Afeganistão. "Temos mais de uma centena de vítimas entre mortos e feridos. A informação inicial mostra mais de 15 mortos e o restante, cerca de 85 feridos, na sua maioria membros das forças de segurança", afirmou o vice-governador de Paktia, Abdul Wali Sahi.

Por Agência Brasil

País deixa de ser referência e vira exemplo negativo, diz OIT

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Portaria muda o que os fiscais podem considerar trabalho análogo à escravidão.

Até hoje (17) considerado referência global de combate ao trabalho escravo, o Brasil pode começar a ser citado como exemplo negativo nos organismos multilaterais, segundo o coordenador do Programa de Combate ao Trabalho Forçado da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Antônio Carlos de Mello Rosa. Ele considera a medida ilegal, opinião que é compartilhada por outras entidades de defesa dos direitos dos trabalhadores. A portaria muda o que os fiscais podem considerar trabalho análogo à escravidão, que está previsto no Código Penal. Qualquer mudança teria de ser feita por lei, dizem especialistas, não via portaria.

— A OIT lamenta essa regressão na luta contra o trabalho escravo. Este documento, de uma vez só, impede o trabalho da fiscalização e esvazia a lista suja. Ao obrigar que um policial lavre um boletim de ocorrência, impede ações de resgate. Se um auditor fiscalizar uma obra e constatar que há trabalhadores escravizados, não poderá resgatá-los — afirma Mello Rosa.

Sem recursos para fiscalizar

Leonardo Sakamoto, conselheiro do Fundo das Nações Unidas contra o Trabalho Escravo, afirma que a lista suja, na qual são divulgados os empregadores que usaram mão de obra escrava, tem protegido o Brasil de barreiras comerciais. Ele destaca que a portaria limita a identificação de trabalho escravo ao cerceamento de liberdade e deixa nas mãos exclusivamente do ministro a inclusão de empresas que usam essa mão de obra, deixando a lista suja sujeita a critério político e não técnico:

— O Brasil não teve problemas graves no comércio internacional por causa da lista suja. Ela permite que um comprador externo elimine um fornecedor de sua cadeia em vez de impor uma barreira ao Brasil. Grandes varejistas e gigantes do setor alimentício global usam a lista. O Brasil pode ter o comércio internacional bloqueado setorialmente. Não vão conseguir separar o joio do trigo.

Caio Magri, diretor-presidente do Instituto Ethos, que reúne 500 empresas que defendem atuação socialmente responsável, diz que a portaria tira a credibilidade da lista suja:

— A lista vai ficar submetida à questão política. É um risco para as empresas que vão comprar e financiar quem pode ter sido flagrado usando trabalho escravo. Corre o risco de ser considerado corresponsável. Essas medidas geram insegurança e afetam a credibilidade da lista, o instrumento mais importante no mundo, referência global. As empresas vão ficar sem bússola para identificar oportunistas que se beneficiam da exploração.

O combate ao trabalho escravo já vinha sendo reduzido, lembra Sakamoto, com o corte no número de operações do Comando Móvel.

— Neste ano, o dinheiro para combate ao trabalho escravo acabou em agosto. O ministério começou a garantir recursos por operação. Falta de recursos reflete falta de prioridade, o que é um absurdo. Está condenando um monte de trabalhadores a condições degradantes.

O chefe da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo (Detrae), André Roston, foi afastado do cargo semana passada após falar, no Senado, sobre a falta de recursos para as operações.

Esse quadro vai deixar trabalhadores tratados de forma desumana sem resgate, afirma o coordenador da área do Ministério Público do Trabalho (MPT), Tiago Cavalcanti.

— Isso vai levar ao aumento do número de escravos, situação que está ligada à vulnerabilidade, à miséria e à pobreza.

CNA não comenta a medida

A Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) não comentou a medida. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmou que não participou da elaboração da portaria e está estudando os efeitos. As duas entidades defendem mudanças na caracterização do trabalho análogo ao de escravo.

Por: Extra

Crianças ganham programação da Fundação Cultural

  Diogo Vianna
Programação oferece contação de histórias, encenações e outras atividades.

Criança é para ser celebrada todos os dias. Por isso, a Fundação Cultural do Pará (FCP) realizará na terça-feira (17) uma programação especial voltada ao público infantil, na Biblioteca Pública Arthur Vianna, incluindo contação de histórias, encenações e outras atividades. A programação começará às 09 h, no auditório Aloysio Chaves, no 3º andar do Centur.

Cerca de 140 crianças, de diversas escolas públicas de Belém, participarão da contação de histórias do clássico da literatura infantil “O Mágico de Oz”, e do miniespetáculo “A menina que queria aprender a ler”, ambas apresentadas pelo Grupo Tropeço.

No dia 29 de outubro, também a partir das 09h, as Oficinas Curro Velho, no Bairro do Telégrafo, sediarão a programação alusiva ao Dia das Crianças. Além das apresentações do Grupo Tropeço, as mais de 200 crianças da comunidade, que participam das oficinas de iniciação artista do Curro Velho, receberão a visita do Ônibus Biblioteca Itinerante da FCP, equipado com livros, brinquedos e outros materiais.

“Toda a equipe está focada na questão da leitura. Vamos apresentar um pouco do que a FCP, por meio da Biblioteca Pública Arthur Vianna, pode oferecer para as crianças, disponibilizando a leitura com o contato do material palpável, que é o livro”, informa a bibliotecária responsável Wilma Lacerda.

Serviço: Programação alusiva ao Dia das Crianças. Dia 17 (terça-feira), às 09 h, no auditório Aloysio Chaves, no 3º andar do Centur.

Dia 29 de outubro, às 09 h, a programação será nas Oficinas Curro Velho, no Bairro do Telégrafo.

Por: Portal ORM com informações da assessoria

População se reúne em regime de mutirão para construir muro de cemitério em Marudá

Após inúmeros apelos em rádios locais e de boca em boca bem como por intermédio de políticos locais a população se reuniu e veio a construir o muro do cemitério local de Marudá. Local este que já vinha sendo alvo de várias críticas pela população em relação ao seu abandono e falta de respeito com os restos mortais de seus entes queridos. Cansados talvez de esperar pelo poder público, a população se reuniu e resolveu construir com recursos próprios o bendito muro. Veja fotos abaixo. 









Fotos S. Lago


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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Porto do Sossego, aqui é um paraíso em Marudá

Veja essas belíssimas fotos de O POINT de Marudá. Lugar lindo e maravilhosos onde os pescadores desembarcam com suas cargas de peixes frescos e da hora. Local também onde toda a galera se reúne no fim do dia para tomar tacacá, água de coco, conversar e sentir a brisa do mar, bem como se banhar nas águas quentes e gostosas do oceano Atlântico. Belíssimos mangues preservados pelo povo local, povo que sabe cuidar de nossos manguezais. Venha desfrutar de um bom "papo" com os pescadores local. 




Fotos: Iris Santos e Marcos Brandão

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