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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

O olho do furacão Irma já atinge as ilhas do sul da Flórida

Foto: SOCIAL MEDIA / REUTERS 

Tempestade chegou à categoria quatro após deixar Cuba.

  Por: O Globo 10 de Setembro de 2017 às 08:35 Atualizado em 10 de Setembro de 2017 às 08:35
O olho do furacão Irma já atinge as ilhas do sul da Flórida, segundo meteorologistas. Elevada à categoria quatro, a tempestade deve chegar a Florida Keys com ventos chegando 209 km/h, antes de viajar para o noroeste da Costa do Golfo da Flórida. A Agência Federal de Gestão de Emergências (Fema) dos Estados Unidos advertiu neste sábado que nenhum lugar no arquipélago Florida Keys está seguro perante o potente furacão Irma.

Os níveis de água também já estão subindo na costa do estado dos EUA, onde se espera uma enorme tempestade. Pelo menos 25 pessoas morreram quando Irma já atingiu várias ilhas do Caribe. Na Flórida, 6,3 milhões de pessoas - cerca de 30% da população do estado - foram convocadas a evacuar. Mas no sábado, o governador do estado disse que já era tarde demais para sair para quem permanecesse.

Tampa Bay e outras áreas costeiras também já receberam alertas. Mais de 200 mil casas no estado já foram afetadas por cortes de energia, sendo 164 mil só em Miami, de acordo com a empresa de serviços públicos Florida Power & Light.

- Estão por sua conta até que possamos chegar ali e seja seguro para as nossas equipes apoiar os esforços locais e estaduais - disse o diretor da Fema, Brock Long, à "CNN". - A mensagem foi clara, Florida Keys serão atingidos, não há nenhuma área segura, e quem não cumprir a evacuação estará por conta própria.

O Irma varreu o centro e o leste de Cuba no sábado, com ventos de mais de 200 km/h e deixou um rastro de destruição e 25 mortos no Caribe.

Até a tarde de domingo, Havana e as províncias vizinhas de Mayabeque e Artemisa, no leste de Cuba, deverão sentir os efeitos do furacão, incluindo ondas de até 8 metros. A Defesa Civil mantém o estado de alarme nas três províncias, o máximo nível de alerta em Cuba.

Por O Globo

Joesley e Saud são presos em São Paulo

Foto: Divulgação/Arquivo

Determinadas por Fachin, ordens de prisão do dono da J&F e de executivo da empresa chegaram no sábado.

O empresário Joesley Batista, um dos donos do grupo J&F, e o executivo da empresa Ricardo Saud se apresentaram e estão presos na sede da Polícia Federal, na Lapa, Zona Oeste de São Paulo, desde as 14h deste domingo (10) após o relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, acatar os pedidos de prisão. As ordens de prisão de Joesley e Saud foram encaminhadas para a PF neste sábado (9) e a polícia afirmou que não cumpriu os mandados porque estava "em planejamento operacional" quando os dois manifestaram, por meio de seus advogados, a intenção de se entregar.

Joesley deixou a casa do pai no Jardim Europa às 13h45, na Zona Sul de São Paulo, rumo à Polícia Federal, e Saud, seu apartamento no Morumbi, também na Zona Sul. Na sede da superintendência da PF, manifestantes soltaram fogos de artifício para comemorar as prisões. Os dois devem passar a noite na PF em São Paulo e serem transferidos para Brasília nesta segunda-feira (11). As prisões são temporárias, com prazo de cinco dias, e podem ser revertidas para preventivas. Em um áudio, Joesley e Saud chegaram a dizer que não seriam presos. 

Em nota, as defesas de Joesley e Saud disseram que "não mentiram nem omitiram informações no processo que levou ao acordo de colaboração premiada e que estão cumprindo o acordo". "Em todos os processos de colaboração, os colaboradores entregam os anexos e as provas à Procuradoria e depois são chamados a depor. Nesse caso , Joesley Batista e Ricardo Saud ainda não foram ouvidos", diz o texto. (veja nota na íntegra ao final do texto).

O advogado de Joesley, Pierpaolo Bottini, e o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, tiveram um encontro em um bar de Brasília, neste sábado (9), segundo o site “O Antagonista”.

Os pedidos de prisão ao STF foram feitos por Janot nesta sexta-feira (8). Além de Joesley e Saud, Janot pediu a prisão do ex-procurador da República Marcelo Miller, mas Fachin negou ao dizer que não são "consistentes" os indícios de que ele tenha sido "cooptado" por organização criminosa. Em nota, a defesa de Miller afirma que ele "repudia veementemente o conteúdo fantasioso e ofensivo das menções ao seu nome nas gravações divulgadas na imprensa e reitera que jamais fez jogo duplo ou agiu contra a lei", diz o texto.

O estopim para as prisões foram áudios em que Joesley e Saud sugerem que Miller estava ajudando nos acordos de delação. Em um dos trechos, os dois fazem uma brincadeira, cogitando fantasiar Marcello Miller de garçom para que ele pudesse assistir à gravação de uma conversa. No áudio, também faziam referências a ministros do Supremo mas sem que nenhum ministro fosse relacionado a irregularidades, ilicitudes ou crime. "Cinco do Supremo na mão dele. Inclusive muitos conversados", disse Saud em um trecho. Com as prisões, o acordo de delação premiada firmado entre a JBS e a Procuradoria-Geral da República deve ser rescindido. Isto porque o termo de delação prevê que o acordo perderá efeito se, por exemplo, o colaborador mentiu ou omitiu, se sonegou ou destruiu provas.

Sobre a validade das provas apresentadas, mesmo se os termos da delação forem suspensos, continuarão valendo – provas, depoimentos e documentos. Esse é o entendimento de pelo menos três ministros do Supremo: a rescisão do acordo não anula as provas.

Por G1

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Morre a atriz Rogéria aos 74 anos no Rio de Janeiro Corpo da triz será velado nesta terça-feira (5) no Teatro João Caetano

Foto Divulgação

BRASIL - Morreu na noite esta segunda-feira  (4) a atriz Rogéria, aos 74 anos. Segundo o biógrafo e amigo Mario Paschoal, Rogéria faleceu por volta das 22h15, no Hospital da Unimed-Rio, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Após ser internada com infecção urinária, a atriz teve uma crise convulsiva e foi vítima de choque séptico. De acordo com Mario Paschoal, a atriz estava aguardando melhora para poder realizar uma operação nos rins, mas seu quadro se agravou, provocando problemas cardíacos e uma infecção generalizada.

— Ela estava aguardando para fazer uma operação nos rins, mas o quadro se agravou. Ela chegou a ter problemas cardíacos. O empresário dela está cuidando de tudo. Engraçado que na primeira vez que ela foi internada, eu me preocupei muito. Dessa vez, estava mais tranquilo e aconteceu isso. Vai fazer muita falta — lamentou.

Foi na adolescência que Astolfo Barroso Pinto descobriu que gostava mesmo era de se vestir de mulher. Ainda na infância, já descia as escadas como se estivesse usando um vestido longo imaginário. Aos 14 anos, no carnaval, caracterizou-se pela primeira vez como mulher — maiô, saia e um chapéu. Não precisava de peruca nem maquiagem para se sentir feminina. Deixando Astolfo para trás, renasceu Rogéria — e, em pouco tempo, iria se tornar um ícone do mundo gay, a transformista mais emblemática do país.Livre do nome masculino, com o qual a haviam batizado em 1943, Rogéria brilhou.

Primeiro na Rádio Nacional, frequentando os programas de Emilinha Borba, sua maior referência artística. Em plena ditadura militar, aproveitando o surgimento das vedetes travestis, destacou-se como vedete nas boates de Copacabana e em apresentações consideradas lendárias no Teatro Rival. Em 1964, autou no primeiro espetáculo nacional de transexuais, “Les Girls”. Dirigido por João Roberto Kelly, trazia letras como: “Ser mulher é muito fácil para quem já é, mas pra quem nasce para ser João é um sacrifício a transformação”.

Depois de passar um período como maquiadora na TV Rio, que funcionou como uma escola de artes dramáticas pela convivência com atores e diretores, firmou-se nas artes dramáticas. No cinema, filmou com grandes cineastas: Eduardo Coutinho em “O homem que comprou o mundo” (1968), Julio Bressane em “O gigante da América” (1978), e José Joffily em “A maldição de Sampaku” (1991). Em 1979, venceu um Troféu Mambembe (um dos prêmios mais importantes para a produção cultural na época) pela atuação na peça “O desembestado”, contracenando ao lado de Grande Otelo.

Participando de programas de TV, Rogéria apresentou o universo do transformismo a um público mais amplo, tornando-se a “travesti da família brasileira”, título cunhado por ela próprio. Foi jurada em programas de auditório de grande audiência, como o “Cassino do Chacrinha”. Travesti na TV era uma novidade — e o pioneirismo foi bem aceito. Seu carisma e talento ajudaram a quebrar o preconceito, em uma época em que homens só podiam se vestir de mulher na rua durante o carnaval. Ainda assim, não foi presa nem precisou se exilar durante a ditadura.

Rogéria não quis fazer cirurgia para mudar o sexo e nunca injetou silicone para alterar o corpo. A artista, que dizia não se preocupar com discussões sobre representatividade LGBT, era conhecida por sair no braço com os colegas homofóbicos.

— Engajada? Eu preciso ser engajada? Eu sou o engajamento em pessoa! Se as outras travestis estão aí, agradeçam a mim, que sou uma bandeira, e os brasileiros gostam de mim — disse ela, em entrevista ao GLOBO no ano passado, quando lançava sua biografia “Rogéria — Uma mulher e mais um pouco”, escrita por Márcio Paschoal.

Além da biografia lançada em 2016, Rogéria fez parte do grupo de travestis e transexuais retratado no documentário “Divinas divas”, dirigido por Leandra Leal.

O velório de Rogéria acontecerá no Teatro João Caetano, no Centro do Rio: das 11h até as 13h para parentes e amigos, e das 13h às 18h para os fãs que quiserem prestar a última homenagem à artista. Rogéria será sepultada no município de Cantagalo. As informações foram postadas pela atriz Leandra Leal em sua página numa rede social.

Desfile escolar em Icoaraci antecipa comemorações do dia 7 de setembro

Foto: João Gomes

PARÁ - Crianças da comunidade participaram do 14° Desfile Cívico das Escolas de Icoaraci, movimentando as ruas do distrito.

A Rua Manoel Barata, no Distrito de Icoaraci, esteve bastante movimentada na manhã desta segunda-feira, 4: crianças de escolas da comunidade participaram do 14°Desfile Cívico das Escolas de Icoaraci, que antecipa as comemorações do dia 7 de setembro, quando se celebra a Independência do Brasil.

Desfilarão pela Rua Manoel Barata 38 escolas em dois dias, saindo da Travessa Itaboraí e seguindo até a Travessa Pimenta Bueno. Nesta segunda-feira, o desfile foi reservado aos alunos do ensino fundamental, com até 12 anos de idade.

“É importante que desde pequenas essas crianças tenham a dimensão do que é essa data. É um resgate da cidadania, é uma tentativa de plantar em cada uma delas uma semente de patriotismo, que anda muito apagado nos dias de hoje”, afirmou o diretor da Escola Municipal Professora Helena Antipoff, Gilmar Azevedo.

O desfile já é tradição nas ruas do Distrito de Icoaraci e todos os anos demanda uma série de cuidados dos organizadores. “São diversas reuniões antes do evento, para organizar o trânsito com a Superintendência de Mobilidade Urbana de Belém (Semob), reforçar a segurança com a Guarda Municipal de Belém (GMB), entre outras situações. Nós fazemos convites para as escolas e esse ano 38 desfilam na Manoel Barata. É uma tradição, que pela décima quarta vez, a Prefeitura de Belém, em conjunto com a Agência Distrital de Icoaraci (Adic), realiza com muito orgulho”, frisou o agente distrital de Icoaraci, José Costa.

Nesta terça-feira, 5, mais 19 escolas desfilam no Distrito de Icoaraci, a partir das 8 horas,  dessa vez, com alunos a partir dos 13 anos de idade.

Por ORM

Motociclista atropela ciclista em estacionamento de Palmas TO

Foto Surgiu

TOCANTINS - Por volta das 15h30 desta segunda-feira, 04, um acidente de trânsito do tipo atropelamento, em um estacionamento de Palmas, deixou duas pessoas feridas.

O fato ocorreu no momento em que uma jovem senhora deixava uma farmácia de bicicleta, na LO-09, Quadro 1206 Sul. a mulher saiu pedalando pelo estacionamento comercial, quando foi atingida por um motociclista.

A mulher teve escoriações leves. A unidade de atendimento do Samu foi acionada e a moça conduzida para o Hospital Geral de Palmas.

O motociclista sofreu escoriações pelos braços, prestou atendimento à vítima e se manteve no local do acidente. Antes de deixar o estacionamento, fez questão de deixar o número de seu telefone com parentes da vítima e com o pessoal do SAMU para qualquer eventualidade.

Por surgiu



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