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segunda-feira, 26 de junho de 2017

Presidente da Câmara Municipal de Marapanim encerra sessão inesperadamente e povo fica sem entender


Foto Divulgação facebook

Foto Divulgação facebook


Barco turístico naufraga na Colômbia, mata nove e deixa desaparecidos

Foto: Reprodução/Internet
MUNDO | TRAGÉDIA - Imagens mostram embarcação aparentemente superlotada afundando em represa.

Um barco turístico de três andares naufragou na tarde de domingo (25) numa represa no departamento de Antióquia, na Colômbia, com cerca de 170 pessoas a bordo. Pelo menos nove pessoas morreram, outras 25 feridas e um número indeterminado ainda estaria desaparecido.

Imagens nas redes sociais mostraram momentos de pânico durante o naufrágio do barco El Almirante na represa Peñol-Guatapé, que aconteceu por volta das 14h, hora local. O barco balança para os lados enquanto vai afundando lentamente.

Segundo a imprensa local, o barco estava provavelmente superlotado e se rompeu em dois.

— Não houve colisão contra outro barco, ele só submergiu — disse a secretária de Governo do departamento, Victoria Eugencia Ramírez.

Por ordens do presidente Juan Manuel Santos, helicópteros da Força Aérea colombiana e todos os barcos de socorro das regiões próximas foram mobilizados para realizar o resgate das vítimas do naufrágio. A prefeitura de Medellín, capital do departamento, também enviou equipes especializadas de mergulho.

Testemunhas relataram não terem recebido coletes salva-vidas ao ingressar no barco.

— Nós nos salvamos porque meu marido entrou num compartimento e encontrou uns (coletes) salva-vidas brancos — disse uma mulher originária do departamento de Norte de Santander, que ainda buscava mais informações sobre o própria pai, de quem se perdeu no naufrágio.

A represa Peñol-Guatapé fica no Leste do departamento, a cerca de 80 quilômetros de Medellín. O local é muito frequentado por turistas internos que aproveitam o fim de semana para lazer.

O Liberal

China liberta Prêmio Nobel da Paz Liu Xiaobo, vítima de câncer

Foto: Odd Andersen
MUNDO | LIBERADO - Intelectual e dissidente cumpria pena de 11 anos de prisão.

As autoridades chinesas libertaram o Prêmio Nobel da Paz Liu Xiaobo, vítima de um câncer de fígado em fase terminal, anunciou nesta segunda-feira o advogado do ativista à AFP. O professor, intelectual e dissidente ainda tinha três anos para cumprir de sua condenação.

"Está sendo tratado em um hospital de Shenyang (província de Liaoning, nordeste). Não tem nenhum plano especial. Está apenas recebendo tratamento por sua doença", disse o advogado Mo Shaoping.

A doença foi diagnosticada em 23 de maio e Liu Xiaobo, 61 anos, foi libertado poucos dias depois, de acordo com o advogado.

Liu Xiaobo cumpria desde 2009 uma pena de 11 anos de prisão por "subversão", depois de ter sido um dos autores da Carta 08, um texto que defendia a democracia na China.

O dissidente venceu o Nobel da Paz em 2010, quando já estava detido. Por sua ausência, o prêmio foi entregue de forma simbólica em 10 de dezembro do mesmo ano em Oslo. O ativista foi representado por uma cadeira vazia durante a cerimônia.

A atribuição do Prêmio Nobel provocou indignação na China, que congelou as relações de alto nível com a Noruega, o que afetou as exportações de salmão norueguês a China. Pequim classificou Liu Xiaobo de "criminoso".

G1

Homem é recapturado 32 anos após fugir de prisão nos EUA

Foto: Arkansas Department of Correction via AP
MUNDO | DIA DE AZAR - Steven Dishman estava foragido desde 1985 no estado norte-americano de Arkansas.

Um fugitivo de uma cadeia do estado americano do Arkansas foi recapturado 32 anos depois de sua fuga.

O departamento responsável divulgou que Steven Dishman, de 60 anos, foi preso neste domingo (25) em Springdale, por policiais locais e estaduais.

Ele cumpria uma pena de 7 anos por furto no condado de Washington quando conseguiu escapar, em 28 de maio de 1985.

G1

Palocci é condenado a 12 anos de reclusão por corrupção e lavagem de dinheiro

Foto: Agência Brasil
CONDENADO - Sentença do juiz Sérgio Moro saiu na manhã desta segunda-feira (26).

O juiz federal Sérgio Moro – responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância – condenou o ex-ministro Antonio Palocci a 12 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

A sentença é desta segunda-feira (26). 

O ex-ministro foi preso na 35ª fase da operação, batizada de Omertà e deflagrada no dia 26 de setembro de 2016. Atualmente, está detido no Paraná.

Branislav Kontic, ex-assessor de Palocci, foi absolvido dos crimes a ele imputados – corrupção e lavagem de dinheiro – por falta de prova suficiente de autoria ou participação, de acordo com o juiz.

O ex-executivo da Odebrecht também foi absolvido pela mesma razão. Ele respondia por corrupção.

O G1 tenta contato com a defesa de Palocci e dos demais citados na reportagem.

Veja a lista de condenados

**Em atualização

Antônio Palocci - corrupção passiva e lavagem de dinheiro - 12 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão

Eduardo Costa Vaz Musa - corrupção passiva - 2 anos no regime aberto diferenciado, pois é delator

Marcelo Bahia Odebrecht, ex-presidente do Grupo Odebrecht: 12 anos, 2 meses e 20 dias de prisão pelos crimes de corrupção ativa e lavagem de dinheiro; 160 dias multa (cada dia multa equivale a 5 salários mínimos vigentes em 2012).

O processo

Além de Palocci, o ex-assessor dele, Branislav Kontic, o empresário Marcelo Odebrecht e outros 11 eram réus nesta ação penal. Eles respondiam por crimes como corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O processo apurava se Palocci recebeu propina para atuar em favor do Grupo Odebrecht, entre 2006 e 2013, interferindo em decisões tomadas pelo governo federal.

Palocci é acusado de intermediar propinas pagas pela Odebrecht ao Partido dos Trabalhadores (PT). Ex-executivos da empreiteira afirmaram que o codinome "Italiano", que aparece em uma planilha ao lado de valores, fazia referência a Palocci. Ele nega ser o "Italiano".

Alegações finais

Nas alegações finais, a defesa de Palocci apontou inconsistências nas delações de ex-executivos da Odebrecht e pediu a absolvição do ex-ministro.

Já o MPF reforçou, nas alegações finais, o pedido de condenação de Palocci e dos outros réus.

G1

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