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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

MUSAS FRAN PETERSEN E LUANA CAETANO TROCAM BEIJOS QUENTES DURANTE CARNAVAL 2017 E PROMETEM CASAR

#blogomaruda
Luana Caetano, ex-rainha de bateria da escola de samba Belford Roxo e Fran Petersen, musa do carnaval da Acadêmicos da Rocinha, vão noivar no Carnaval do Rio

Fran Petersen e Luana Caetano (Foto: Sergio Gallo/Ed. Globo)

Por Patrick Monteiro / Fotos: Sérgio Gallo/Ed. Globo
Fran Petersen e Luana Caetano fizeram a temperatura subir e trocaram beijos quentes na Marquês de Sapucaí, na noite de sábado (25), com direito a mão boba e tudo! "Tudo aconteceu ao mesmo tempo. Carnaval, noivado, tô a mil por hora. Eu tô tomando uns drinks pra ficar mais tranquila. É o único jeito de relaxar. Ela me apoia, faz toda a diferença ela estar ao meu lado", disse Fran, musa do carnaval da escola de samba Acadêmicos da Rocinha, que desfila na noite de sábado (25) durante o Carnaval 2017. Já Luana, que é ex-rainha de bateria da Belford Roxo, foi prestigiar a amada.
"Já estamos falando sobre casamento. Estamos juntas há dois meses, mas com muitos planos juntas. Queremos nos casar e passar a lua de mel fora do Brasil", revelou o casal a QUEM. O romance entre as duas começou em um encontro no elevador em um prédio no Rio de Janeiro. Fran foi agarrada por Luana e ali elas se beijaram pela primeira vez.
"Quando ela entrou fiquei hipnotizada, a gente se olhou e parecia que ela estava lendo meus pensamentos. Ela me agarrou sem ao menos perguntar meu nome e ficamos ali mesmo. Foi o beijo mais intenso da minha vida. Depois trocamos contato e nunca mais paramos de nos falar.  Eu tive que voltar para o sul, mas nunca perdemos o contato. Então, me mudei definitivamente para o Rio de Janeiro para trabalhar e encontrei ela novamente", contou Fran a QUEM.
musa da Rocinha conta que antes de começar a namorar outra mulher, estava em um relacionamento sério com um homem. "Namorei seis anos com um homem, mas a relação estava muito desgastada. Não terminei por causa dela, acabou porque não dava mais. Nossa forma de pensar e estilo de vida eram diferentes e me fizeram  terminar a relação", explica ela, que desde a adolescência já se sentia atraída por mulheres.
"Eu sempre gostei de mulher desde novinha. Minha preferência é mulher sem dúvidas, mas também gosto de homem. Não tenho como afirmar que nunca mais namoraria um homem. O destino a Deus pertence, mas no momento estou bem decida do que eu quero."
Fran está tão certa em relação ao seu amor por Luana, que adiantou que vai pedir a mão da namorada em casamento no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, durante o Carnaval do Rio de Janeiro. "Ela é a mulher da minha vida. Desde o começo parecia que a gente se conhecia há muito tempo. Foi algo muito intenso e isso me levou a tomar a decisão de assumir o relacionamento para a sociedade."
Fran Petersen e Luana Caetano (Foto: Sergio Gallo/Ed. Globo)
Fran Petersen e Luana Caetano (Foto: Editora Globo)
Fran Petersen e Luana Caetano (Foto: Editora Globo)
Fran Petersen e Luana Caetano (Foto: Editora Globo)
Fran Petersen e Luana Caetano (Foto: Sergio Gallo/Ed. Globo)
Fran Petersen e Luana Caetano (Foto: Editora Globo)

Exploração petrolífera na foz do Amazonas ameaça comunidades locais

#blogomaruda
Da pesca ao açaí, as pequenas comunidades na costa do Amapá que dependem diretamente dos recursos naturais da região já se organizam para defender seus direitos e produzir de forma cada vez mais sustentável.




Comércio de Açaí no Mercado da Rampa de Santa Inês (Rampa do Açaí), em Macapá (Amapá). O açaí e a pesca artesanal são as principais atividades econômicas da região do Bailique (© Rogério Reis / Greenpeace)

Antes da expedição que fez as primeiras imagens dos Corais da Amazônia, o navio Esperanza recebeu a bordo, ainda no porto de Santana, em Macapá, cerca de 40 representantes da sociedade civil, entre comunidades, organizações socioambientais e lideranças do Amapá. Em comum, o grupo compartilha o esforço de proteger a Floresta Amazônica.
A intenção de nosso encontro foi iniciar com eles as discussões sobre atividades que geram grandes impactos socioambientais na região, entre elas a exploração petrolífera planejada, a partir do ponto de vista de quem está na floresta e faz parte dela. Em breve, o Greenpeace realizará um seminário na região, com parceiros, para discutir temas como o uso da terra, a barragem do Rio Araguari, os impactos da mineração, além da própria exploração de petróleo.
Em tempos de ataques aos direitos das comunidades tradicionais por parte do Governo e do Congresso Federal, as iniciativas que estimulam o empoderamento e a autogestão dessas populações se tornam cada vez mais importantes. Nesse sentido, foi  muito interessante conhecer a brilhante experiência de organização local do Bailique, por meio dos protocolos comunitários.
Qualidade e sustentabilidade na Foz do Amazonas
O Bailique é um arquipélago de oito ilhas a leste do estado do Amapá, onde vivem cerca de 11 mil habitantes distribuídos em 52 comunidades, e cujo acesso é exclusivamente fluvial. A principal atividade econômica é a pesca artesanal e o açaí.
Há cerca de três anos, a rede Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), em parceria com diversos colaboradores, como a Regional GTA do Amapá; o Conselho Comunitário do Bailique (CCB); a Colônia Z-5 de Pescadores; o Instituto Estadual de Florestas (IEF) do Amapá; e o DPG / CGEN) / MMA), iniciaram um projeto para desenvolver um “Protocolo Comunitário” no Bailique, a partir da aprovação da maioria das comunidades que habitam o arquipélago.
Segundo a Rede GTA, protocolos comunitários “são regras internas criadas pela própria comunidade que definem os procedimentos, critérios e instrumentos de gestão territorial e de manejo e uso de recursos naturais na região”. Os protocolos norteiam as atividades econômicas que serão desenvolvidas, mas o ponto mais importante é que eles devem refletir as características tradicionais, o modo como a comunidade se relaciona interna e externamente, o conhecimento local popular.
Assim, como explica a cartilha produzida pelo GTA, a construção de protocolos comunitários visa empoderar os povos e comunidades tradicionais para dialogar com qualquer agente externo de modo igualitário, especialmente na hora de fazer negócios com terceiros, fortalecendo o entendimento da comunidade sobre seus direitos e deveres e estabelecendo a importância da conservação da biodiversidade e de seu uso sustentável. Além disso é uma importante ferramenta de gestão de territórios, assim como do controle e da forma de uso de recursos naturais.
Depois de três anos do início desta articulação, muitas iniciativas caminham em direção à consolidação do Protocolo Comunitário, como a criação da Associação das Comunidades Tradicionais do Bailique (ACTB). Ela é a instância comunitária responsável pela participação social e a execução das ações estabelecidas no território.
Uma dessas iniciativas é a capacitação técnica para o bom manejo florestal na produção do açaí. Com o apoio da Associação, do GTA, e da Oficina-Escola de Lutheria da Amazônia, 79 produtores de açaí da região receberam, em novembro do ano passado, a certificação FSC, após serem auditados pela equipe do Instituto de Manejo e Certificação Florestal (IMAFLORA). Isso atesta que o seu produto não está vinculado a degradação florestal.  
Em janeiro deste ano, o Greenpeace foi convidado a participar do 9° Encontrão do Protocolo Comunitário. Foi um momento muito importante para os produtores, pois foi quando receberam em mãos o certificado emitido pela FSC.
Para o presidente da Associação das Comunidades Tradicionais do Bailique, Geová de Oliveira Alves, isso é importante pois o processo como um todo faz com que os produtores de açaí adotem uma postura diferente na forma de tratar seus recursos, sua cultura e meios de vida. “Eles passam a valorizar mais ainda o que cada um tem de melhor nas suas terras. E tendem a se capacitar mais para manter isso. É um processo de aprendizagem contínuo e com resultados excelentes, tanto para o homem quanto para a floresta”, avalia Alves.
Para ele, outra vantagem da certificação é que o processo produtivo como um todo ganha outro status: há maior agregação de valor. “O mundo passa a reconhecer que você tem um produto de altíssima qualidade, que respeita os valores comunitários, a natureza e os direitos de todos”.
Neste encontro, outras questões importantes foram discutidas, como a criação de uma cooperativa para garantir a melhor inserção do produto no mercado. Com a certificação em mãos, alguns desafios ainda preocupam os produtores, como o escoamento da produção, à procura de um mercado diferenciado para a aquisição do seu açaí certificado.
Benefícios para quem?
No modelo de desenvolvimento seguido em nosso país, a comunidade do Bailique pouco conhece seus bônus. Já os ônus são diariamente vivenciados pelos habitantes. O abastecimento de energia, por exemplo, é inadequado e deficiente, apesar de a população estar ao lado da barragem do Rio Araguari. Desta grande obra para a geração hidroelétrica, construída há três anos, o efeito mais marcante sentido pelos moradores locais do Bailique é a aceleração do processo de erosão na região.
A deficiência no abastecimento de energia, inclusive, afeta as duas principais atividades econômicas da região, a pesca e a produção de açaí, afetando a segurança alimentar dos habitantes.
O desenvolvimento a todo custo que é perseguido pelo país, traz agora uma nova ameaça socioambiental para a região: a possibilidade da exploração de petróleo na foz do Rio Amazonas. No caso de um acidente com vazamento, ele poderia ter graves consequências para o Bailique, que depende totalmente dos recursos naturais.
Porém, apesar dos desafios e da deficiência do Estado em garantir os direitos fundamentais dessa população, a comunidade do Bailique é um excelente exemplo de como uma população tradicional pode usar ferramentas e mecanismos para fazer a gestão de seu território. Ao mesmo tempo em que assegura a reprodução física e cultural do seu  modo de vida e transmite seus saberes tradicionais, também conserva o seu meio, que é a Floresta Amazônica. São comunidades que estão buscando uma inserção diferenciada no mercado, mostrando que é possível, sim, produzir e se desenvolver economicamente em sintonia com o meio ambiente.  Um sopro de esperança em tempos tão difíceis.

Postado por Carolina Santos
Carolina Santos faz parte da campanha de Florestas do Greenpeace Brasil

Carnaval 2017 em Marapanim: Veja fotos!

CARIMBÓ DÁ BOAS VINDAS AOS VISITANTES

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Fonte: Pmm De Marapanim

Carro da Unidos da Tijuca desaba e deixa 12 feridos


Três pessoas estão em estado mais grave com fratura na clavícula esquerda, traumatismo craniano e traumatismo abdominal

Por: Redação ORM News com informações do UOLBRASILTwitter
O desfile do grupo especial das escolas de samba do Rio de Janeiro está sendo marcado por fatalidades. Logo depois de um acidente envolvendo a Paraíso da Tuiuti, na noite do último domingo (26), pelo menos outras três escolas tiveram problemas na avenida, foram elas: Unidos da Tijuca, Mocidade Independente de Padre Miguel e União da ilha. 
O problema envolvendo o segundo carro alegórico da Unidos da Tijuca, acidente mais grave do último dia dos desfiles, deixou, pelo menos, 12 pessoas feridas e oito necessitaram de assistência por conta de ansiedade e nervosismo. Ele foi ocasionado devido a um desabamaento da parte de cima, que afundou um pouco antes de entrar, efetivamente, na Marquês de Sapucaí, nesta madrugada (28). Dos feridos, nove foram transferidos para hospitais, sendo três com lesões mais graves: uma com suspeita de fratura na clavícula esquerda, outra com traumatismo craniano e a terceira com traumatismo abdominal.

Foto: Reprodução TV GloboFoto: Reprodução TV Globo
Integrantes da escola ficaram presos entre as ferragens e precisaram de ajuda dos Bombeiros para serem retirados. O desfile foi, então, interrompido, mas voltou logo depois, apesar de ter comprometido a harmonia entre as alas da escola, pois o carro ficou parado enquanto as vítimas eram socorridas. 
Ailton Freitas, diretor de harmonia da Tijuca, afirmou que inúmeros testes foram realizados com o carro alegórico antes de entrar na avenida, e que o ocorrido foi uma completa fatalidade. "O carro foi testado três vezes por semana com mais peso do que colocamos hoje. Nessa reta final os testes eram diários. Uma fatalidade enorme. Não podemos parar, querido. Isso aqui é Carnaval. Tem que tirar força do coração e seguir em frente", disse o diretor de harmonia da Tijuca ao UOL.
A Tijuca levou para a avenida o enredo "Música na alma, inspiração de uma nação", mas, por conta do ocorrido e do atraso de um minuto que ocasionou, ela corre o risco de ser rebaixada.
VEJA O INFOGRÁFICO E ENTENDA O ACIDENTE:
Foto: Arte/G1/RJFoto: Arte/G1/RJ 

Estrutura de festa de aparelhagem desaba em Cametá


Forte chuva teria motivado a queda de parte da estrutura. Duas pessoas sofreram ferimentos leves.

Por: Redação ORM News
Parte da estrutura de uma festa de aparelhagem desabou no município de Cametá, nordeste do Estado. A causa seria a forte chuva na noite desta segunda-feira (27).
A aparelhagem Super Pop fazia parte da programação de um bloco de Carnaval do município. Por volta das 23h, antes da apresentação, parte de estrutura de metal desabou. Duas pessoas sofreram ferimentos leves e foram atendidas no hospital do município.
Em uma publicação no Facebook, a diretoria do bloco informou o ocorrido, confirmando que a estrutura cedeu por conta do vento e da forte chuva que caia na cidade de Cametá. Segundo a publicação, ninguém sofreu ferimentos graves, e todas as medidas estavam sendo tomadas para dar continuidade à festa.
A assessoria do Super Pop informou que grande parte do equipamento foi danificada, como estrutura metálica, telas de led e iluminação, o que fez com que a apresentação fosse cancelada. Em publicação em seu perfil pessoal, o DJ Elison também lamentou o ocorrido, mas diz estar aliviado por ninguém ter se machucado.

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