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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Vila de Camará próximo a Marudá. Só encantos!

Vindo de Belém, com acesso pela estrada que vai até Marudá, você entra na curva da estrada que vai á praia do Crispim.Vila de Camará é só encanto. Bucólica, povo acolhedor e trabalhador. Estivemos visitando este lindo lugar em novembro 2016, conversamos com pescadores, sentamos na areia e degustamos um belo peixe assado na brasa no porto da foto abaixo. Bom lugar para se morar com toda a família. Em se pescando tudo dá.  





TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS - EXERCÍCIO: 2016 - MARAPANIM-PA

TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS POR ESTADO/MUNICÍPIO

UF: PARÁ   EXERCÍCIO: 2016 - MARAPANIM




Balneários de água doce próximos à Marudá


Foto Fazendinha
O turismo em Marapanim tem alem de Marudá e Crispim, na região do Salgado. A região da Água Doce de Marapanim como uma excelente opção para os turistas. A PA-220 leva aos balneários de água doce como as vilas Maú, Fazendinha, Cruzador, Matapiquara, Vila Silva, Cristolândia e Arsênio, onde rios e igarapés de águas límpidas e geladas fazem o contraponto às praias mais célebres do município. No retorno a Belém, a vila Maú é o refúgio para o "tirar o sal".
Segue algumas fotos dos igarapés locais. Internet.







WebTV Marudá Clique aqui


Araquaim é assim! Pacata que da gosto ficar

VILA DE ARAQUAIM. (Século XIX)

Esta vila foi fundada no Século XIX, era um reduto das famílias: Cabral, Monteiro, Lobo, Moraes, entre outras.
Muitos anos mais tarde exatamente pelo Decreto Nº 761 de 08 de março de 1954, foi elevado à categoria de vila, pelo governador Zacarias de Assunção, sendo o autor do Decreto o Deputado Cândito Monteiro da Cunha, cuja instalação aconteceu a 08 de setembro do mesmo ano.
Entre os notáveis representantes que teve a Vila de Araquaim, posso citar: o Tenente Coronel João R
  
aymund Cabral, Capitão Saudério Alves Monteiro, Jair ferreira de Moraes (foi vereador e tabelião), Lauro Antônio Lobo, João Emílio da Cruz Monteiro, Profª Erecina de Moraes Borges, Itamar Garcia (tabelião), Miguel Cabral (foi vereador), Joel Lima (vereador), Jucelino Matos (vereador) e muitos outros.


Araquaim teve como primeiro Professor Raymundo Pedro Lobo, isto já no ano de 1900, cuja Escola Estadual dessa vila hoje é denominada: Escola Municipalizada de Ensino Infantil e Fundamental "Áurea de Moraes", em homenagem a 1ª Professora do lugar. Escola esta, já mantida pelo Decreto Estadual de Nº 802 de janeiro de 1900.
A vila possui posto de saúde, igreja matriz (reformada em 2010), três sedes: 1ª- Sede do Clube de Mães, 2ª- Sede do Araquaim Esporte Clube, 3ª- Sede do Bragantino Esporte Clube, rede telefônica, água encanada, luz elétrica. Localiza-se a margem esquerda do Rio Araquaim, que desagua no Oceano Atlântico.


Biografia:
Livro: Fragmentos Históricos de Curuçá (vol. II)
1ª Edição - 2005
Autor: Paulo Henrique dos Santos Ferreira
Fotos Internet, Google Mapps

Competição sobre as águas é tradição de meio século em Algodoal

A regata de Algodoal é uma tradição de mais de 50 anos. Em 2015, a vitória ficou com a equipe de Salinas.
Do G1 PA
A Ilha de Algodoal, município de Maracanã, fica localizada a 2h30 de Belém. O lugar é o cenário da competição nas águas.  A regata de Algodoal é uma tradição de mais de 50 anos, e há 7, foi inserida no calendário oficial das provas esportivas do município.
Raimundo Mamede, de 73 anos, participou das primeiras regatas. “N anossa época, não tinha tanto barco”, comenta. Foi vendo o avô e o pai competindo que Mamede Júnior aqui resolveu participar também. “Meu pai brincou regata. ele sempre falava pra gente que era muito bonito. eles usavam isso como meio de transporte até Marapanim”.
O “avuado” é como o ribeirinho chama qualquer alimento na brasa, assadinho na hora, ali dentro do próprio barco. “Nós temos que recarregar a energia porque o percurso vai ser muito longo”, diz Roberto Sena, pescador.
O prato cheio serve a turma de Salinas que enfrentou 3 horas de viagem pelo rio, só para competir.  A competição mexe também com a vida dos moradores. Seu José é pescador, e aguarda o ano todo pela mudança de canoa e de uniforme. “O vencedor não é só aquele que ganha o prêmio. o vencedor é aquele que concorre na regata”, garante João Teixeira.

Nó bem apertado, vela conferida. A competição começa. Nas águas agitadas, “haja braço” no duelo entre o homem e o vento. São duras horas de percurso. Na chegada, o público se reúne para saudar os campeões.

Lembram do grupo de Salinas? E não é que o “avuado” deu a força que eles precisavam? A equipe tirou primeiro lugar na categoria “canoa cheia”.

A festa da vitória começou na água e logo depois seguiu para a barraca onde o carimbó de raiz celebrou a tradição.

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