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domingo, 21 de fevereiro de 2021

10 hábitos brasileiros que enlouquecem os portugueses


Regra geral. Temos que saber nos comportar em todos os lugares por onde passamos, certo? Mas, veja o que os portugueses muitas das vezes olham com indiferença em nossos hábitos. Confira as dicas quentes abaixo que separamos para todos com fonte Viagem:

 

Somos admirados pela alegria, pela flexibilidade, pela dedicação. Mas verdade seja dita: há manias enraizadas em nós, brasileiros, capazes de tirar os portugueses do sério. Aqui vai uma breve amostra:

1) Entrar numa loja e perguntar alguma coisa para o vendedor sem antes cumprimentar com pelo menos um bom dia, boa tarde, boa noite, com licença. 

Vamos combinar: isso deveria ser decretado lei mundial, né?

2) Chegar num restaurante e sentar antes de ser recepcionado por alguém à porta.

Aqui é regra básica de etiqueta em qualquer restaurante: quem escolhe e leva até à mesa é o funcionário.

3) Ficar chamando desesperadamente o garçom com a mão levantada, estalo de dedos ou expressões do tipo “moço, chefia, campeão”. 

Sinto dizer que nenhuma dessas táticas é eficiente. O garçom é quem costuma controlar o momento de ir à mesa tirar os pedidos e até que ele resolva que é a sua vez, provavelmente vai te ignorar solenemente.

4) O “claro, sim, vamos combinar, vamos fechar negócio” com a maior empolgação, seguido de um sumiço sem satisfações.

Ninguém entende a razão da empolgação se não havia uma real intenção.

5) A falta de capacidade de dizer não.

Um não objetivo por aqui vale mais do que mil sorrisos amarelos ou cinismos.

6) A mania de forçar amizade. Tapinha nas costas do vendedor, abraço no garçom e até cumprimentar com beijos quem não é amigo de verdade (mesmo antes do COVID! ) provocam um inevitável recuo de surpresa.

Tenho um primo que ultrapassou todos os limites e pegou no joelho do taxista! O resultado foi tragicômico.

7) A imitação do sotaque.

Sério: será que alguém realmente acha graça em ficar repetindo o que o outro falou e ficar tirando sarro na cara dele?

8) Chamar Portugal de Terrinha.

Esta é polêmica. Há quem ache afetivo, mas por amostra estatística colhida in loco já me dei conta de que o que fica é a sensação de um tom depreciativo.

9) A mania de comparar tudo (TU-DO) com o Brasil – geralmente criticando o que é português.

Sim, falamos a mesma língua, temos um passado em comum, mas que fique claro: somos dois países distintos, cada um com a sua cultura, os seus hábitos, as suas etiquetas.

10) O tom de voz, sempre (muitos) decibéis acima do que é considerado normal por aqui.

Pode reparar: um ambiente está tumultuado? Ou é brasileiro ou é italiano . 

Leia tudo sobre Portugal



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terça-feira, 7 de abril de 2020

Isolamento social não foi adotado por 28% dos brasileiros, diz Datafolha

Pessoas realizam atividade física ao ar livre em Brasília: 4% dos entrevistados continuam vivendo a rotina normalmente mesmo com a pandemia
© Sérgio Lima/Poder360 Pessoas realizam atividade física ao ar livre em Brasília: 4% dos entrevistados continuam vivendo a rotina normalmente mesmo com a pandemia



Olá gente boa daquí. O isolamento social parece não fazer efeito para muitos no mundo todo. Muitas pessoas querem fazer o que dá na "telha". Reforçamos aqui no site: SE PROTEJA E PROTEJA SUA FAMÍLIA.

Isolamento social não foi adotado por 28% dos brasileiros, diz Datafolha

Levantamento Datafolha divulgado nesta 3ª feira (7.abr.2020) mostra que 28% dos brasileiros não adotaram o isolamento social, medida recomendada pelo Ministério da Saúde e pela OMS (Organização Mundial da Saúde) para se proteger da contaminação pelo novo coronavírus. 24% dizem que estão tomando cuidado para não se infectar, mas continuam saindo de casa para trabalhar ou fazer outras atividades; 4% afirmam que estão vivendo a vida normalmente, assim como era antes.

A grande maioria (54%) disse estar saindo de casa só quando é inevitável e 18% seguem totalmente isolados, sem sair de casa.

O levantamento foi realizado de 1º a 3 de abril de 2020, por telefone, com 1.511 pessoas de todo o território nacional. A margem de erro é de 3 p.p.

A quarentena tem como objetivo frear a propagação da covid-19 –doença causada pelo novo coronavírus. Já dura 3 semanas e foi prorrogada em Estados como São Paulo e Rio de Janeiro. A medida não tem total apoio de Jair Bolsonaro. O presidente afirma que o isolamento de idosos e pessoas com comorbidades seria o suficiente.


O Ministério da Saúde estima que só será possível saber se o isolamento está ou não fazendo efeito nas próximas semanas, quando o país deve alcançar o pico de infecções.

Pesquisa Datafolha desta 2ª feira (6.abr.2020) indica que 3 entre 4 brasileiros defendem que as pessoas devem ficar em casa como forma de conter o número de infecções causadas pela covid-19.

Medo de adoecer
A pesquisa também perguntou se os entrevistados têm medo de ser infectado: 38% disseram ter muito medo, 39% ter 1 pouco de medo e 23% não ter medo nenhum.

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