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segunda-feira, 21 de maio de 2018

Centros eleitorais vazios marcam eleição na Venezuela

Centros eleitorais vazios marcam eleição na Venezuela: A movimentação de eleitores era mínima pela manhã no bairro que é considerado o maior bastião do chavismo do país
© Miraflores Palace/REUTERS A movimentação de eleitores era mínima pela manhã no bairro que é considerado o maior bastião do chavismo do país
Em eleições passadas, o presidente venezuelano, Hugo Chávez (1954-2013), chegava ao liceu Manuel Palacio Fajardo, no emblemático bairro 23 de Enero, dirigindo um lustroso fusca vermelho. Do lado de fora, uma multidão emocionada o esperava enquanto filas de eleitores se formavam até do lado de fora.

Não havia nada parecido na controvertida eleição deste domingo (20), em que seu herdeiro político, Nicolás Maduro, busca assegurar um mandato de mais seis anos.

A movimentação de eleitores era mínima pela manhã no bairro que é considerado o maior bastião do chavismo do país. A reportagem contou apenas 29 pessoas entrando no prédio onde Chávez votava entre as 8h03 e as 8h13.


Desse total, oito desembarcaram da boleia de um caminhão da Fontur (Fundo Nacional de Transporte Urbano), do governo federal. A prática é ilegal pela lei eleitoral.

A maioria dos eleitores era de idosos. Após votar, eles se dirigiam ao Ponto Vermelho, instalado do outro lado da rua sob um pequeno toldo. Ali, mostravam, para ser escaneado, o Carnê da Pátria, com o qual o portador tem acesso a cestas básica, atenção médica, entre outros serviços públicos.

Numa tentativa de atrair eleitores, Maduro promete pagar um bônus a quem apresente o Carne da Pátria nos Pontos Vermelhos, montados perto e até mesmo dentro dos centros de votação. Segundo relatos de eleitores, o valor é de 10 milhões de bolívares (US$ 11).

+ Cuba confirma 110 mortos em acidente aéreo

"O que a gente ganha não dá nem para comer, quem vai se entusiasmar com essa eleição?", disse o pintor de carros Jesús Pereira, 80, que não quis dizer em quem votou, após apresentar seu Carnê da Pátria. Morador do bairro desde os 15 anos de idade, disse que "todos estão saindo do país como os pássaros. Quem pode, vai embora".

Aos que continuam em 23 de Enero, o clima é de medo, afirma Pereira. "Antes, podia-se andar à noite. Hoje, às 19h, já não tem ninguém na rua."

Vestida com uma calça estampada com a bandeira venezuelana, a chavista Milagros Ramírez, 53, disse que a falta de filas se devia ao processo mais rápido de votação.

Ela atribui a crise econômica venezuelana aos empresários, que estariam promovendo uma guerra econômica contra o chavismo. "Isso não está fácil, mas temos de continuar apoiando do governo", diz a técnica de recursos humanos aposentada por invalidez.

Após votar, o principal candidato da oposição, o dissidente chavista Henri Falcón exortou o CNE (Conselho Nacional Eleitoral), servil ao governo, a fechar os Pontos Vermelhos, acusando-os de "mecanismo de controle" dos eleitores.

"Exigimos jogo limpo e transparência", acusou o ex-governador de Lara, que lidera as pesquisas de opinião mais confiáveis. "Não podemos permitir essa chantagem."

Bastião opositor

Na zona leste de Caracas, zona antichavista que concentra bairros de classe média e alta da capita venezuelana, os centros de votação estavam ainda mais vazios.

A falta de eleitores se deve em parte à campanha da coalização oposicionista MUD (Mesa da Unidade Democrática) pela abstenção. Seus principais líderes, Henrique Capriles e Leopoldo López, foram impedidos de concorrer.

No Colégio San Ignacio, no bairro nobre La Castellana, apenas dez eleitores apareceram para votar entre as 9h29 e as 9h39 –um por minuto. Ali, não havia um Ponto Vermelho.

"Não que eu goste de Falcón, mas a outra opção é uma fantasia de que os EUA vão invadir a Venezuela. Isso não vai acontecer", diz o advogado Henrique Castillo, 41.

Em tom de brincadeira, disse que sua mulher deixou de falar com ele porque decidiu votar. "Mas não creio que a abstenção seja uma demonstração de força." Com informações da Folhapress.

Folhapress

Caminhoneiros fazem protestos contra alta do diesel

© Foto: Eraldo Peres/AP
Em protesto contra seguidos aumentos nos preços do diesel, caminhoneiros realizam nesta segunda-feira, 21, uma paralisação em todo o País. 

Nesta manhã já foram verificados atos em sete Estados. Em São Paulo, há bloqueios na Marginal Pinheiros e Rodoanel, na capital, e na Dutra, em Jacareí e Pindamonhangaba. No Rio de Janeiro, os protestos ocorrem na Niterói-Manilha e também Dutra, altura de Seropédica, na Baixada Fluminense. Há relatos de bloqueios também na Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul.

A reivindicação da categoria é pela redução da carga tributária sobre o diesel. Segundo a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), que reúne 700 mil caminhoneiros autônomos, o objetivo é zerar a alíquota de PIS/Pasep e Cofins e a isenção da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico).


Os impostos representam quase a metade do valor do diesel na refinaria. Segundo eles, a carga tributária menor daria fôlego ao setor, já que o diesel representa 42% do custo da atividade. Nos últimos 12 meses, o diesel subiu 15,9% no posto. O aumento é resultado da nova política de preços da Petrobrás, que repassa para os combustíveis a variação da cotação do petróleo no mercado internacional, para cima ou para baixo.

Hoje, o transporte rodoviário responde por 56% de tudo que é fabricado e consumido no País e os autônomos transportam a maior parte da carga rodoviária.

Estadão

Ex-deputado pede para parcelar dívida com Lava Jato em 152 vezes

Ex-deputado está preso desde abril de 2015 e disse que não tem condições de pagar sem parcelar a dívida

Luiz Argôlo quer dividir o pagamento da quantia de R$ 1,9 milhão que deve por corrupção passiva e lavagem de dinheiro; MPF é contra acordo; entenda
Para conseguir pagar o que deve à Justiça Federal, no Paraná, o ex-deputado João Luiz Argôlo (ex-PP-BA) pediu para parcelar a dívida de R$ 1.952.691,30 em 152 meses. Condenado a 12 anos e oito meses de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção passiva na Operação Lava Jato, ele ainda precisa arcar com R$ 1.323.597,62 para reparar o dano e ainda uma multa de R$ 629.093,68. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo

Quem vai analisar se aceita a proposta de parcelar  a dívida de Argôlo é a juíza Carolina Moura Lebbos, da 12ª. Vara Federal. O Ministério Público Federal já informou que é contra o acordo.

“O Ministério Público Federal manifesta-se contrariamente à concessão do parcelamento da multa e do valor devido a título de reparação de danos, por existirem fortes indícios de que João Luiz Correia Argôlo dos Santos possui a solvência necessária para quitar os débitos à vista”.


Para os procuradores, a juíza poderia aceitar dividir a quantia, mas não em tantas vezes como proposto pela defesa do ex-deputado. O ideal seria não ultrapassar mais do que 36 parcelas mensais, com garantia “de forma idônea mediante apresentação prévia de bens livres e desembaraçados”.

O ex-deputado está preso desde o dia 10 de abril de 2015. Atualmente ele se encontra em regime fechado em um presídio em Salvador, mas até dezembro de 2017 ele estava custodiado no Complexo Médico-Penal, em Pinhais, região metropolitana de Curitiba.

Bens de R$ 1,5 milhão
A força-tarefa da Lava Jato informou que Argôlo teve uma “longa carreira remunerada como parlamentar municipal, estadual e federal”. Ele também teria declarado, em sua candidatura à Câmara dos Deputados, em 2014, possuir bens equivalentes a R$ 1,5 milhão.

Entre os bens mais valiosos, estavam um galpão avaliado em R$ 172 mil, um apartamento de R$ 390 mil, uma fazenda de R$ 80 mil, além de R$ 188 mil em espécie.

“Para além disso, os documentos apreendidos na residência do apenado evidenciam que, paralelamente à sua carreira política, ele possuía intensa atividade empresarial, movimentando somas significativas de dinheiro”, ressaltou a Procuradoria da República.

A defesa de Argôlo argumenta que o patrimônio de R$ 1,5 milhão declarado “não corresponde à realidade atual do Sr. João Luiz Correia Argolo dos Santos”. Por estar detido há mais de três anos, ele não teria exercido qualquer tipo de atividade remunerada, fazendo com que as empresas da qual tinha participação como sócio, com funcionamento parado, desde então.

“Ainda que o patrimônio declarado na campanha de 2014 coincidisse com a atual situação financeira do peticionante, o mesmo não seria suficiente para adimplir os valores devidos a título de reparação de danos e multa, pois a soma de tais quantias corresponde a R$ 2 milhões. Portanto, concluímos que o débito do peticionante, cujo parcelamento foi proposto, ultrapassa o patrimônio deste último em R$ 500 mil”, afirma a advogada.

Fonte: Último Segundo

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Avião cai logo após decolar no aeroporto de Havana, em Cuba

Slide 1 de 7: Um Boeing 737 da Empresa Cubana de Aviación caiu com 113 pessoas a bordo na tarde desta sexta-feira (18) no Aeroporto de Havana, em Cuba.


AVIÃO CAI LOGO APÓS DECOLAR NO AEROPORTO DE HAVANA, EM CUBA
Um Boeing 737 da Empresa Cubana de Aviación caiu com 113 pessoas a bordo na tarde desta sexta-feira (18) no Aeroporto de Havana, em Cuba.

Segundo jornais locais, há apenas três sobreviventes, em estado crítico. As equipes de busca e resgate trabalham atentamente.

Profissionais de resgate e segurança no entorno do local da queda.

fotos MSN

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Apostador de Brasília leva quase R$ 60 milhões em prêmio da Mega-Sena

Aposta de Brasília ganha R$ 58 milhões na Mega-Sena: O próximo sorteio da Mega-Sena, que será realizado no sábado (19) deve pagar R$ 3 milhões
© Reprodução O próximo sorteio da Mega-Sena, que será realizado no sábado (19) deve pagar R$ 3 milhões

Um apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.041 da Mega-Sena. O bilhete de Brasília (DF) vai render ao ganhador o prêmio de R$ 58.932.070,38. Os números sorteados nesta quarta-feira (16), em Campos Novos (SC), foram os seguintes: 10, 12, 22, 25, 42 e 54. O prêmio estimado para o próximo sorteio, no dia 19, é de R$ 3 milhões.

Confira o rateio oficial:

Sena - 6 números acertados - 1 aposta ganhadora, R$ 58.932.070,38

Quina - 5 números acertados - 120 apostas ganhadoras, R$ 34.570,08

Quadra - 4 números acertados - 9310 apostas ganhadoras, R$ 636,55

LOTOFÁCIL

Sete apostadores acertaram as 15 dezenas do concurso 1.663 da Lotofácil. Cada um deles vai receber a premiação de R$ 302.520,32. Os números sortados nesta quarta-feira (16), em Campos Novos (SC), foram os seguintes: 01, 02, 03, 05, 06, 07, 09, 11, 12, 13, 16, 17, 21, 22 e 23. O prêmio estimado para o próximo sorteio, no dia 18, é de R$ 1,7 milhão.

Confira o rateio oficial:

15 acertos - 7 apostas ganhadoras, R$ 302.520,32

14 acertos - 714 apostas ganhadoras, R$ 1.303,68

13 acertos - 24415 apostas ganhadoras, R$ 20,00

12 acertos - 205537 apostas ganhadoras, R$ 8,00

11 acertos - 1032498 apostas ganhadoras, R$ 4,00

QUINA

Nenhum apostador acertou as cinco dezenas do concurso 4.680 da Quina. Os números sorteados nesta quarta-feira (16), em São Paulo, foram os seguintes: 19, 23, 58, 61 e 79. O prêmio estimado para o próximo sorteio, no dia 17, é de R$ 1,3 milhão.

Confira o rateio oficial:

Quina - 5 números acertados - Não houve acertador

Quadra - 4 números acertados - 53 apostas ganhadoras, R$ 6.392,87

Terno - 3 números acertados - 4001 apostas ganhadoras, R$ 127,34

Duque - 2 números acertados - 105022 apostas ganhadoras, R$ 2,66

FEDERAL

Confira os bilhetes sorteados nesta quarta-feira (16) e o rateio do concurso 05284 da Federal:

1º bilhete - 64992 - 350.000,00

2º bilhete - 07804 - 18.000,00

3º bilhete - 47590 - 15.000,00

4º bilhete - 81565 - 12.000,00

5º bilhete - 30229 - 10.023,00

Trump chama imigrantes ilegais de animais e promete deportar em massa



"Covfefe", a palavra inventada por Trump e que viralizou no TwitterO presidente Donald Trump voltou a reafirmar que fará deportações em larga escala de imigrantes indocumentados na quarta (16). Durante uma reunião com autoridades da cidade da Califórnia, Trump causou polêmica ao chamar de "animais" um grupo de imigrantes ilegais membros da gangue Marasalvatrucha "MS-13", organização criminosa que surgiu em Los Angeles nos anos 1980 e que hoje atua internacionalmente, com ramos em diversas partes dos Estados Unidos, Canadá, México, e América Central.

“Temos muitas pessoas que entram ou que tentam entrar em nosso país [...], estamos impedindo inúmeros deles de entrar e removendo muitos dos que já estão aqui”. O comentário de Trump foi feito no contexto em que ele dizia que são pessoas más.

“Você não acreditaria o quão ruim são essas pessoas. Não são as pessoas, são animais ... E nós estamos tirando-as para fora do país em um nível nunca visto ”, disse. A gangue MS-13 é composta, em sua maioria, por imigrantes latinos vindos da América Central, principalmente de El Salvador.

Trump afirmou que, devido à falta de uma legislação eficaz, estes imigrantes voltam rapidamente. “Por causa das leis fracas, eles voltam rápido, nós os detivemos, os libertamos, os interceptamos de novo, depois os deportamos de novo”, falou e avisou: "´É uma loucura, temos as leis de imigração mais burras do mundo e nós vamos cuidar disso".

Na reunião, que teve a presença do procurador-geral, Jeff Sessions; do secretário de Segurança Nacional, Kirstjen Nielsen; do diretor de Imigração e Alfândega (ICE), Thomas Homan; e de representantes e das chamadas cidades-santuário - aquelas que se opõem às ações mais rigorosas contra indocumentados.

Trump lembrou do caso de Kate Steinle, uma jovem norte-americana assassinada por um jovem indocumentado que já tinha sido deportado cinco vezes.

Estado-santuário
A Califórnia foi declarada, em outubro do ano passado, um estado-santuário pelo governo local, que se opõe de maneira direta à política migratória de Trump. Nova York, Chicago, Seattle, Austin, Boston, Houston, San Francisco, Denver e Miami estão entre as consideradas cidades santuário.

Nelas, as autoridades locais têm se recusado a cooperar com agentes de imigração em casos de deportação.

Na Califórnia por exemplo, foram aprovadas medidas que limitam ou proíbem a cooperação a policial e oficiais de imigração. Durante a reunião, Trump, Jeff Sessions e representantes da imigração afirmaram que a limitação em vigor no estado acaba por interferir na segurança das cidades, porque impede a obtenção de informações importantes, que poderiam ajudar na prisão de criminosos que atuam dentro das comunidades ilegais.

Os membros da equipe de Trump criticaram, na reunião, a aplicação de leis locais de proteção aos imigrantes indocumentados em cidades santuário.

Mas autoridades das cidades santuário afirmam que o combate à criminalidade não se resolve com deportações em massa, o que provocaria em realidade uma crise de mão de obra em vários setores, como agricultura, serviços e construção civil.

Pelo Twitter o governador da Califórnia, Jerry Brown, reagiu à declaração de Trump sobre aumentar a deportação de imigrantes ilegais. “Trump está mentindo sobre a imigração, a criminalidade e a lei da Califórnia... Nós, os habitantes da quinta maior economia do mundo, não estamos preocupados”, afirmou.

Por: Agência Brasil
Leandra Felipe - Repórter da Agência Brasil

sexta-feira, 11 de maio de 2018

12 toneladas de chocolate quente bloqueiam estrada na Polônia

Caminhão com chocolate quente tomba em estrada na Polônia: Caminhão que transportava chocolate quente tomba em estrada na Polônia, entre as cidades de Września e Słupca – 09/05/2018
© AFP Caminhão que transportava chocolate quente tomba em estrada na Polônia, entre as cidades de Września e Słupca – 09/05/2018

Um caminhão transportando 12 toneladas de chocolate quente tombou nesta quarta-feira em uma estrada da Polônia, informou a polícia local. O motorista foi hospitalizado com uma fratura no braço.

O caminhão, que pertence a uma confeitaria, colidiu contra barreiras metálicas que delimitavam a estrada entre as cidades de Wrzesnia e Slupca, no oeste do país. O veículo tombou de lado, bloqueando a estrada nos dois sentidos.

Antes que a estrada fosse completamente interditada, o chocolate escorreu, melando as rodas dos carros e deixando um rastro de vários quilômetros.

A limpeza, iniciada por bombeiros que usavam apenas pás, continuou a ser feita com uma escavadeira — outra tarefa difícil e demorada, pois o chocolate endureceu em contato com o ar frio.

“Chocolate endurecido é muito pior do que neve”, disse o chefe dos bombeiros, Bogdan Kowalski, ao canal de televisão local TVN24.

Vídeos do acidente circularam pelas redes sociais, despertando humor entre os usuários. “Se eu tô perto de um negócio desse, não sei se eu choro ou entro desespero. Isso é o eu chamo de desperdício, bicho”, escreveu uma usuária.


(Com AFP)

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Motociclista sofre fratura exposta em acidente no centro de Paraíso do Tocantins

Foto Surgiu
Um homem de 30 anos sofreu fratura exposta na perna esquerda ao ser atingido por uma caminhonete no Centro de Paraíso do Tocantins (TO). O acidente aconteceu em frente à Feira Coberta, no momento em que uma caminhonete que trafegava pela Av. Castelo Branco, sentido Sul/Norte, tentava fazer uma conversão para a outra mão e não percebeu quando o motociclista Marcondes Ribeiro da Silva subia pela Avenida Castelo Banco, sentido Norte/Sul.

Com a colisão quase frontal, a motocicleta ficou com parte debaixo da dianteira da caminhonete. O motociclista foi atirado à distância, sendo socorrido inicialmente por pessoas que passavam pelo local no momento do acidente. A Polícia Militar, que tem sempre uma viatura postada nas imediações da Feira Coberta, chegou ao local e interditou parte da pista até a chegada da Unidade Móvel do SAMU.

Marcondes foi atendido pelo SAMU no local, reclamando sentir muita dor, e encaminhado para o Hospital Regional da Hospital Dr. Alfredo Oliveira Barros. Ele reside em Paraíso. Seu pai, João Ribeiro da Silva, conhecido como João Macaco, é patroleiro da Prefeitura.

Fonte Surgiu

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quarta-feira, 2 de maio de 2018

A horripilante história do casal serial killer canibal da Rússia.

O casal canibal da Rússia: –
© Mundo Estranho –

SUGESTÃO Letícia Cangane, São Bernardo do Campo, SP

FICHA CRIMINAL

Nome

 Dimitri Baksheev (1982) e Natalia Baksheeva (1975)

Local de atuação Krasnodar, sul da Rússia

Mortes 30

1) Natalia Baksheeva era enfermeira na academia da força aérea de Krasnodar. Ela e o marido, Dimitri Baksheev, ocasionalmente viviam em alojamentos na base. Um apartamento num bloco de prédios semiabandonado dentro do complexo militar era usado pelo casal como uma segunda residência.

2) Em setembro de 2017, pedaços desmembrados de uma garota foram encontrados na academia, dentro de um balde e de uma mochila pertencente a Dimitri. No celular dele, a polícia achou uma selfie em que ele mordia uma mão decepada, com um dos dedos enfiados em seu nariz.

3) A investigação seguiu para o apê dele, onde foram encontrados pedaços de corpos no porão, membros mutilados conservados em vinagre na geladeira, latas com carne humana cozida e 19 fatias de pele. A cozinha parecia um açougue. Posteriormente, os pedaços foram identificados como pertencentes a pelo menos oito vítimas diferentes.

4) A quantidade esmagadora de evidências fez Natalia confessar. Segundo ela, a última vítima havia sido a garçonete Elena Vashrusheva, de 35 anos. Eles a levaram para casa e, antes de entorpecê-la, encenaram uma crise de ciúme que fez com que Natalia agredisse a vítima primeiro.

5) No interrogatório, ela revelou que eles procuravam alguma vítima em sites e apps de relacionamento, convidavam-na para um papo, levavam-na para o apê e já a executavam no primeiro encontro. Outra opção era conhecer gente na vizinhança, criar uma amizade e terminar sempre da mesma forma.

6) Enquanto conversavam com a futura “refeição”, Natalia e Dimitri ofereciam a ela vodca com Covalol, um poderoso tranquilizante. Em seguida, rolava o teatro: se a vítima era mulher, Natalia fingia ciúme e batia nela. Para jurar fidelidade, Dimitri a esfaqueava. Se o convidado fosse um homem, os papéis eram trocados.

7) Natalia também revelou que, para aumentar a renda, passou a vender refeições a comércios locais e cadetes da academia. Mas elas eram feitas de matéria-prima humana! Seu maior sucesso era uma torta de carne moída. Os malucos até gravaram vídeos, encontrados em seu computador, ensinando a preparar suas iguarias canibais.

8) No local, a polícia também descobriu bolsas com pertences das vítimas e fotografias em que os serial killers posavam com pedaços dos corpos. A que mais chamou a atenção foi a de uma cabeça em meio a laranjas, com um registro no verso: Natal de 1999. Essa evidência corrobora a data de início dos crimes confessada pelo casal.

9) Sergei Labinstev, um comerciante que conhecia o casal há dez anos, foi o único que chegou a sobreviver a um ataque, seis semanas antes. Os três estavam na casa de Labinstev quando Dimitri, “enciumado”, o atacou com um banco de bar. O comerciante conseguiu chamar um táxi e expulsá-los da residência.

10) Os crimes estão sob intensa investigação e novas informações estão sempre surgindo. Em outubro, Natalia voltou atrás em partes da confissão, mas não negou ter matado Elena. Em novembro, apareceu um terceiro suspeito, Roman Sidorov. Esse amigo de Dimitri era supostamente usado como “isca” nos sites e apps.

QUE FIM LEVOU?

O casal está em cadeias separadas (para sua própria proteção, Dimitri vive confinado na solitária). O caso está em andamento e ainda não foi julgado

FONTES Sites RT, Daily Mail, Independent, Mirror, Washington Post, USA Today, The Sun, BBC e New York Post

Em fotos: edifício de 24 andares desaba após incêndio em São Paulo


Slide 1 de 27: Incêndio em São Paulo

Um incêndio que começou na madrugada desta terça-feira (1°) no edifício Wilton Paes de Almeida, ocupado irregularmente por 92 famílias, em São Paulo (SP), resultou em seu desabamento. Ao menos uma pessoa está desaparecida.

Slide 2 de 27: Incêndio em São Paulo


Segundo informações dos moradores, as chamas começaram por volta da 1h30 da madrugada, no quinto andar do prédio.

Slide 4 de 27: Incêndio em São Paulo

Sabe-se que o prédio desabou enquanto os bombeiros tentavam resgatar um morador, cujo corpo ainda não foi encontrado.

Slide 8 de 27: Incêndio em São Paulo

O prédio, de 24 andares, já foi sede do INSS e da Polícia Federal. Em 1992, a construção foi tombada por ser considerada um ‘bem de interesse histórico, paisagístico e arquitetônico’.

Slide 13 de 27: Incêndio em São Paulo

Segundo os moradores, o fogo se alastrou rapidamente, e algumas pessoas subiram para os andares superiores, ao invés de descer, por acharem que o resgate viria por cima.

Slide 27 de 27: Incêndio em São Paulo

As famílias que moravam no edifício e conseguiram sair a tempo estão na praça próxima ao Largo do Paissandu. A Cruz Vermelha recolhe doações principalmente de água, produtos de higiene pessoal, roupas e alimentos para os desabrigados.

msn fotos


FOMOS DE ÔNIBUS DE PARAISO-TO A CURIONOPOLIS-PA - PARTE 1

terça-feira, 1 de maio de 2018

Netanyahu diz ter provas de que o Irã tem um programa nuclear secreto

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, nesta segunda-feira em Tel Aviv.
© AP O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, nesta segunda-feira em Tel Aviv.

O chefe do Governo israelense disse que estava apresentando documentos “idênticos aos reais” conseguidos pelos serviços de inteligência israelenses depois de terem se infiltrado nos arquivos secretos iranianos com a finalidade de demonstrar que o Irã está enganando o restante do mundo. A informação foi compartilhada por Israel com a Casa Branca e com altos funcionários da segurança da França e do Reino Unido. “Agora os Estados Unidos têm a palavra para salvaguardar a paz no mundo”, concluiu Netanyahu.

Um ataque com mísseis contra duas bases sírias que contam com presença militar iraniana causou neste domingo pelo menos 26 mortos, incluindo combatentes do Irã e de suas forças aliadas, segundo o Observatório Sírio para os Direitos Humanos, ONG independente que documenta as atividades bélicas na guerra civil no país árabe. O Exército sírio atribuiu “a agressão” contra suas instalações nas províncias de Hama (centro) e Alepo (norte) ao “inimigo”, em uma clara alusão a Israel. A agência de notícias ISNA informou em Teerã que 18 dos mortos no ataque eram combatentes iranianos, embora posteriormente a agência semioficial Tasnim tenha negado a existência de vítimas do país.

O ataque com mísseis contra a Síria ocorreu depois da conversa telefônica que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manteve no domingo com Netanyahu. A Casa Branca especificou que os dois líderes falaram sobre as ameaças que pairam no Oriente Médio, e em particular sobre a expansão militar iraniana na região. Netanyahu recebeu também no domingo em Tel Aviv o novo secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, que realiza sua primeira visita à Arábia Saudita, Israel e Jordânia. “Estamos com Israel nesta luta. Uma estreita cooperação com aliados sólidos é a chave para contra-atacar as malignas ambições do Irã”, declarou o ex-diretor da CIA.

A mídia estatal de Damasco não relatou as baixas registradas nos ataques contra a base da Brigada 47 em Salhab (Hama) nem contra o aeródromo militar de Nairab, perto do aeroporto de Alepo. A rede Sky News Arabia elevou para 40 a cifra de mortos em ambos os bombardeios com mísseis, que causaram também mais de 60 feridos, segundo fontes da oposição ao regime. Testemunhas citadas pelo Observatório Sírio para os Direitos Humanos informaram que houve grandes explosões e incêndios na instalação militar síria em Hama.



Nas duas bases que foram alvo dos mísseis existem depósitos de armamento que incluem foguetes terra-terra, sob controle da Guarda Revolucionária do Irã, envolvida no conflito sírio em apoio ao regime do presidente Bashar Al-Assad. Os ataques incluíram presumivelmente o uso de mísseis antibunker, de alta capacidade de penetração explosiva, para destruir um grande arsenal subterrâneo de mísseis em Hama, de acordo com informações da imprensa árabe recolhidas pelo diário israelense Haaretz. O Centro Sismológico Euro-Mediterrâneo registrou um tremor de magnitude 2.6 na escala Richter na zona atacada.

Assad denunciou em Damasco “a escalada de agressões contra a Síria”, sem aludir aos ataques registrados em Hama e Alepo, depois de sucessivas incursões de represália e o bombardeio ocidental de 14 de abril contra instalações ligadas ao programa sírio de armas químicas. “O mapa regional está sendo desenhado de novo”, afirmou o presidente, e as potências hostis passaram da fase da “agressão indireta”, por meio dos rebeldes, para a da “agressão direta”, disse.

Israel não costuma comentar as suas operações militares no exterior. O ministro de Assuntos Estratégicos, Israel Katz, declarou nesta segunda-feira à Rádio do Exército que não estava a par dos fatos. Um ataque com mísseis contra a base aérea T-4 –situada na província central de Homs, em 9 de abril –e atribuído por Moscou e Damasco a Israel–, deixou 14 mortos, metade deles membros da Guarda Revolucionária Iraniana.

O ministro da Defesa israelense, Avigdor Lieberman, havia avisado no domingo que Israel iria “responder com grande força” a qualquer ameaça a seu território. Lieberman também alertou que não iria tolerar a instalação de sistemas antiaéreos de mísseis S-300 de fabricação russa nas bases sírias. A aviação de combate israelense se encontra em estado de alerta ante um eventual ataque de represália do Irã depois das duas supostas incursões aéreas que causaram baixas na Guarda Revolucionária, seus aliados libaneses do Hezbollah e milícias xiitas iraquianas e afegãs que combatem nas fileiras do regime de Assad.

Os serviços de inteligência de Israel temem que o ataque punitivo possa ocorrer depois das eleições previstas no Líbano em 6 de maio, ou ao término do prazo de 12 de maio fixado pela Casa Branca para decidir sobre o futuro acordo nuclear com o Irã, assinado em 2015. Uma escalada da tensão entre Israel e Irã pode levar a Administração do presidente Trump a antecipar sua previsível decisão de retirar-se do pacto atômico.

A Força Aérea israelense realizou mais de uma centena de incursões em território sírio desde o início da guerra, em sua maioria contra depósitos e comboios de armas da guerrilha libanesa do Hezbollah. Israel reconheceu que atacou o aeródromo militar T-4 em fevereiro, em represália pela infiltração de um drone em seu espaço aéreo. No incidente mais grave em que o Estado hebreu se viu implicado em sete anos de conflito civil no vizinho país árabe, a aviação militar israelense bombardeou com oito F-16 uma base de drones iranianos. Um dos caças foi derrubado pela defesa antiaérea síria, mas seus dois tripulantes se puseram a salvo.

Israel continua tecnicamente em estado de guerra com a Síria desde que em 1949 selou um armistício com os países árabes que tentaram impedir à força a criação do Estado judaico. A situação de conflito sem hostilidades se manteve depois da Guerra dos Seis Dias (1967) e do Yom Kipur (1973), em que Damasco tentou sem êxito recuperar as Colinas do Golã, posteriormente anexadas por Israel, sem aprovação internacional.

EL PAÍS
Juan Carlos Sanz

Duas explosões deixam mortos e feridos em Cabul, capital do Afeganistão

Pelo menos 21 pessoas, incluindo cinco jornalistas, morreram em duas explosões na manhã desta segunda-feira na capital afegã, Cabul
A primeira explosão ocorreu por volta das 8h da manhã (horário local) desta segunda-feira, no bairro Shashdarak, onde estão prédios do governo afegão, na capital do Afeganistão . Isso levou os jornalistas até o local, vitimizando-os.

Inclusive, a segunda explosão foi acionada por uma pessoa disfarçada de operador de câmera, segundo Hashmat Stanikzai, porta-voz da polícia local, à TV norte-americana CNN.

A escolha do local da explosão foi estratégico, pois é próximo ao escritório da Otan, à embaixada dos EUA e aos prédios do governo afegão, incluindo o palácio presidencial, o Ministério da Defesa e a sede dos serviços de inteligência do Afeganistão.


Cerca de 45 pessoas ficaram feridas nas duas explosões e foram enviadas para hospitais da cidade, segundo Wahid Majroh, do Ministério da Saúde do país.

Entre as vítimas, havia cinco jornalistas de diferentes meios de comunicação conforme Najib Sharifi, diretor do Comitê de Segurança dos Jornalistas Afegãos. A agência de notícias francesa Agence France Presse confirmou que seu fotógrafo Shah Marai estava entre os mortos.

Fonte: Último Segundo - iG

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