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quarta-feira, 24 de maio de 2017

Com a coluna quebrada, paciente espera por cirurgia há cerca de três meses em hospital de Gurupi


Com a coluna quebrada, paciente espera por cirurgia há cerca de três meses em hospital de Gurupi-TO
TOCANTINS - Procedimento não é feito no Tocantins. Secretaria Estadual da Saúde informou que Gil José está cadastrado na Central Nacional de Regulação.
Pacientes internados no Hospital Regional de Gurupi, sul do Tocantins, cobram agilidade no atendimento e na realização de cirurgias. Em alguns casos, pacientes esperam há meses por um procedimento. É o caso de Gil José Rodrigues que está internado há cerca de três meses na unidade, aguardando por uma operação. Com a coluna quebrada, o paciente não consegue andar. (Veja o vídeo)
Rodrigues aguarda uma cirurgia na coluna. O detalhe é que o procedimento não é feito no Tocantins e ainda não tem previsão de quando ela deve ser realizada. "O médico falou que tinha que ser de urgência essa cirurgia para ele pelo menos sentar porque ele disse que ele não iria andar mais", contou o irmão José dos Santos Rodrigues.
A situação piora porque o paciente pode ter alta a qualquer momento. "Teve um médico querendo dar alta, mas não tem condições de ele ir para casa. Nós moramos na fazenda, até para a ambulância ir lá, é difícil. Se ele for para lá mais difícil vai ficar".
Esse não é o único caso de espera. O lavrador Gilso Pereira é de Taguatinga e está há dois dias no hospital com o braço quebrado. "Minha situaçãop está crítica. Estou esperando, não tem medicamentos. Sou de outra cidade, não conheço quase ninguém aqui. Está difícil".
Sem saber quando as demandas atendidas, pacientes e familiares sofrem com a demora e pedem agilidade no serviço.
A Secretaria Estadual da Saúde informou que o paciente Gil José Rodrigues está cadastrado na Central Nacional de Regulação de alta complexidade e o serviço de regulação estadual continua buscando vaga, já que a cirurgia não é realizada no estado.
A secretaria informou ainda que o paciente Gilso Pereira de Santana deu entrada no hospital na segunda-feira (22), foi atendido, medicado e os exames realizados apontaram que não houve fratura no braço, mas não informou quando ele vai ser operado.

Instagram stories: dica permite bloquear alguns usuários

Foto: Divulgação/Arquivo
TECNOLOGIA - Descubra como fazer para impedir que determinadas pessoas vejam seu Instagram Stories.

O recurso Stories do Instagram é incrivelmente popular, e por conta disso, muito utilizado. O problema é que, a menos que você tenha uma conta Instagram privada, qualquer pessoa poderá segui-lo e ver suas imagens publicadas no feed e também histórias temporárias. Felizmente, é possível evitar que alguns seguidores vejam fotos e vídeos do Stories, sem precisar transformar sua conta pública em privada. Para isso, veja nesse tutorial como fazer para impedir que determinadas pessoas vejam seu Instagram Stories.

Passo 1. Abra o app do Instagram;

Passo 2. Na tela inicial do app, toque no guia perfil. Já na tela do seu perfil, toque no ícone da engrenagem, para acessar as configurações;

Passo 3. Na próxima tela, toque em "Configurações de histórias". Em seguida, toque na opção "Ocultar histórias de";

Passo 4. Será exibida uma tela com a lista de todos os seus seguidores. Toque no círculo que fica depois do seguidor que você não quer que visualize seus stories para ativar o bloqueio. Repita o processo para todos os seguidores quer bloquear e, no final, toque em "Concluir".

Feita a mudança, todos os usuários marcados ficaram impossibilitados de ver seus stories e você poderá continua publicando tranquilamente. Use o recurso para aumentar a sua privacidade!

Por: TechTudo

Quadrilha junina proporciona inclusão através da dança

Foto: Márcio Ferreira
RESPEITO - A quadrilha inclusiva é um projeto do Estado através da Fundação Cultural do Pará e já tem cerca de 50 integrantes.

Mônica Ferreira, 31, tem síndrome de Down. Quando ela não participa da “Oficina de Dança Inclusiva” ela entra em depressão e começa a apresentar problemas de saúde. Nas terças e quintas-feiras, das 14 às 16 horas, a aluna vai para Casa das Artes e junto com mais 45 integrantes forma a quadrilha inclusiva, um projeto do Governo do Estado através da Fundação Cultural do Pará (FCP).

A avó de Mônica Ferreira, a aposentada Oswaldina Neris, de 68 anos, comenta que há um ano a neta participa da dança inclusiva. “Ela tem problema de coração e de tireoidismo, mas quando ela dança ela se transforma e os sintomas desaparecem”, destaca. Ela ingressou na dança inclusiva aconselhada pelo médico por causa da depressão.

A Oficina de Dança Inclusiva tem como público-alvo pessoas com deficiência física, intelectual ou auditiva, além de bailarinos interessados na temática da dança inclusiva.

A estudante universitária de pedagogia Aline Soares, 39 anos, é deficiente visual, e também participa da oficina. “Aqui eu tenho inclusão, alegria e conheço muitos amigos. Eu aconselho para todos os meus colegas que puderam participar que procurem a Fundação Cultural do Pará”, afirma.

O cadeirante Walter Mendes, 41 anos, não perde nenhuma aula. Ele comenta que dançar funciona como fisioterapia para ele e traz muitos benefícios para sua saúde. “Traz um ânimo melhor no dia a dia e me dá mais disposição para viver a vida. Eu fico na expectativa do dias de aula, assim como todos meus amigos”, destaca.

A professora de dança Vitória Araújo, é instrutora da quadrilha inclusiva e conta que descobriu neste projeto uma nova forma de alegria dos participantes. “É gratificante ver o retorno e o carinho que estas pessoas transmitem”, comenta.     

A quadrilha inclusiva irá se apresentar no Arraial das Artes do Curro Velho da FCP, no dia 17 de junho, e no Arraial de Todos os Santos da Fundação Cultural do Pará que será realizado junto com o XIV Concurso Estadual de Quadrilhas Juninas, de 16 de junho a 01 de julho de 2017, na Praça do Povo do Centur.

Por: Portal ORM com informações da Agência Pará

Alunas da UFPA participam de competição internacional de Direitos Humanos

Foto: Assessoria
Estudantes de 98 universidades do mundo inteiro estão em Washington, nos EUA, para a competição

A Clínica de Direitos Humanos da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Pará (UFPA) enviou uma equipe de alunas para a 22ª Competição de Julgamento Simulado do Sistema Interamericano de Direitos Humanos, promovida pela American University, em Washington. Os alunos de 98 universidades do mundo inteiro estão na capital norte-americana para a competição, que iniciou na última segunda-feira, 22/05, termina somente na sexta-feira, 28/05. O evento objetiva preparar os futuros profissionais de Direito a acessarem a Corte Interamericana de Direitos Humanos. 

A UFPA é representada pelas alunas Ana Carolina Cazetta e Maria Eduarda Fonseca, que atuarão como oradoras, e Isabela Feijó, discente do curso de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Direito da UFPA, que será a orientadora da equipe. A aluna Raysa Alves acompanha o grupo como observadora. Este ano, a Professora Doutora Valena Jacob, que é diretora da Faculdade de Direito da UFPA, vai atuar como juíza na competição, pela segunda vez.

EDUCAÇÃO - A Universidade Federal do Pará participa da competição pela sexta vez. Em 2012, a universidade obteve o prêmio de “Melhor Equipe Estreante” e, nos anos de 2013, 2014 e 2015, o de "Melhor Orador em Português". Este ano, o evento tem como tema "Novos desafios na relação entre o Direito Internacional Humanitário e o Direito Internacional dos Direitos Humanos". A competição é trilíngue (português, espanhol e inglês). Os competidores estudam previamente um caso hipotético para fazer a sustentação oral numa corte simulada, se dividindo entre grupos de defesa das vítimas e dos Estados. A bancada de juízes é constituída por juristas voluntários selecionados, especialmente professores de universidades com titulação e atuação em Direitos Humanos. A professora Valena é a única a representar a UFPA, este ano.

"A Corte Interamericana de Direitos Humanos julga casos de violação aos Direitos Humanos entre os estados membros que ratificaram a Convenção Americana de Direitos Humanos, que instituiu um Tribunal Interamericano com sede na Costa Rica. Mas, ainda hoje, há poucos profissionais do Direito habilitados em acessar essa estrutura", explica a professora Valena. A Convenção é datada de 1969, e foi ratificada pelo Brasil através do Decreto nº 678, de seis de novembro de 1992. "Somos um dos raros cursos do Brasil que tem uma disciplina Direito Internacional de Direitos Humanos, onde os alunos aprendem a acessar o Sistema Internacional de Direitos Humanos, desde 2008. E fomos também a primeira Clínica e Direitos Humanos do Brasil, financiada pela Fundação Ford", completa.

As alunas representantes da UFPA passaram por uma seleção prévia, no I Torneio Regional de Direitos Humanos, organizado pela Ordem dos Advogados do Brasil Seção Pará (OAB-PA), quando conseguiram garantir as passagens para participar da competição. Elas e juristas apoiadores realizaram cursos para angariar fundos para a viagem. Nos Estados Unidos, elas participarão de dois dias de competição inicial. A semi-final com apenas oito equipes classificadas será na quinta-feira, 27, e a final, no dia seguinte.

Por: Portal ORM com informações da assessoria

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