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sábado, 1 de setembro de 2018

TSE barra candidatura de Lula; o que pode acontecer a partir de agora

Ministros também proibiram o petista de fazer campanha como candidato: TSE barra candidatura de Lula; o que pode acontecer a partir de agora
© Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil TSE barra candidatura de Lula; o que pode acontecer a partir de agora

Em sessão extraordinária que durou mais de nove horas, seis ministros do Tribunal Superior Eleitoral votaram por barrar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com base na Lei da Ficha Limpa.

Nos termos do voto do relator, Luís Roberto Barroso, que foi acompanhado pela maioria, a decisão do plenário do TSE é a palavra final sobre a candidatura e passa a valer imediatamente, mesmo que a defesa de Lula recorra ao próprio tribunal e depois ao Supremo Tribunal Federal.

Os ministros decidiram, seguindo o voto do relator, que o PT tem dez dias corridos para substituir Lula na cabeça da chapa.


Enquanto isso não for feito, o partido não pode fazer campanha nem utilizar seu tempo no horário eleitoral no rádio e TV. O plano B do partido é o vice, Fernando Haddad.

O registro de candidatura do ex-presidente foi alvo de 16 contestações de adversários e da Procuradoria-Geral Eleitoral. Lula está preso em Curitiba desde 7 de abril, depois de ter sido condenado em segunda instância na Lava Jato por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex de Guarujá (SP). Ele nega os crimes e diz ser perseguido politicamente.

+ Entre aliados e rivais, Lula é protagonista em horário eleitoral

Votaram por negar o registro de candidatura o relator do processo, Barroso, além de Rosa Weber, Jorge Mussi, Og Fernandes, Admar Gonzaga e Tarcísio Vieira.

Já Edson Fachin reconheceu a inelegibilidade de Lula, mas votou por liberar sua candidatura devido a uma decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU obtida pela defesa. 

O processo de registro de candidatura do petista entrou na pauta da sessão extraordinária de última hora, em meio a uma discussão sobre prazos. A defesa solicitou o adiamento do julgamento, argumentando que não houve tempo para as partes que contestaram o registro rebater os argumentos de Lula, que foram entregues ao TSE na noite da quinta (30).

Esse pedido foi negado por 4 votos a 3. Fachin, Og Fernandes e Rosa queriam abrir o novo prazo, mas foram vencidos.

A procuradora-geral, Raquel Dodge, e o relator do processo, Barroso, afirmaram que era preciso resolver a situação de Lula antes do início do horário eleitoral, que é neste sábado (1°) para candidatos à Presidência.

O argumento da liminar do Comitê da ONU, de que Lula poderia concorrer até que a Justiça julgue todos os recursos de sua condenação criminal, foi o mais enfrentado pelos ministros em seus votos.

"A Justiça Eleitoral não está obrigada a se submeter ao Comitê dos Direitos Humanos da ONU", entendeu Barroso.

Segundo ele, o órgão internacional é administrativo, sem competência jurisdicional, e suas decisões não vinculam (obrigam) a Justiça brasileira.

Fachin, diferentemente, fez uma longa análise sobre a abrangência da medida cautelar do comitê ONU e entendeu que o Estado brasileiro tem o dever de acatá-la.

"Diante da consequência da medida provisória do Comitê de Direitos Humanos, [Lula] obtém o direito de paralisar a eficácia da decisão que nega o registro de candidatura. 

Assento, como fez o relator [Luís Roberto Barroso], a inelegibilidade, e entendo que essa inelegibilidade traz o indeferimento da candidatura", disse Fachin.

"Contudo, em face da medida provisória obtida no Comitê de Direito Humanos, se impõe, em caráter provisório, reconhecer o direito, mesmo estando preso, de [Lula] se candidatar às eleições presidenciais de 2018", afirmou. Tal entendimento, porém, não prevaleceu.

Barroso fez de seu voto uma defesa da Lei da Ficha Limpa, posição já adotada em outras ocasiões. "A Lei da Ficha Limpa não foi um golpe ou uma decisão de gabinetes. Foi, em verdade, fruto de uma grande mobilização popular em torno do aumento da moralidade e da probidade na política", afirmou.

"Mais de um milhão e meio de assinaturas foram colhidas para apresentar o projeto de iniciativa popular. A lei foi aprovada na Câmara e no Senado com expressiva votação e sancionada com loas pelo presidente da República [o próprio Lula]. A lei desfruta de um elevado grau de legitimidade democrática", disse Barroso.

O advogado Luiz Fernando Casagrande Pereira, que defende Lula no TSE, afirmou que havia precedentes para que o petista pudesse disputar. "O que o presidente Lula quer não é nada a mais do que o que deram para 1.500 [candidatos] de 2010 [quando a Ficha Limpa entrou em vigor] para cá. Mas também não pode ser nada a menos", afirmou.

Segundo ele, nas eleições municipais de 2016, 145 candidatos concorreram sub judice, e parte conseguiu se eleger e assumir o cargo posteriormente com o sucesso de seus recursos na Justiça.

Ainda segundo Casagrande, há um precedente de candidato à Presidência que apareceu na urna em 2006, mesmo com registro indeferido pelo TSE: Rui Costa Pimenta, do PCO.

Os ministros, porém, afirmaram que a jurisprudência da corte mudou, e que hoje entende-se que, com a palavra final do plenário do TSE, não há como concorrer sub judice.



O que acontece a partir de agora

- Nos termos do voto do relator, acompanhado pela maioria da corte, a decisão já estará valendo, independentemente de eventual recurso da defesa

- Pela decisão, o PT tem dez dias corridos para substituir Lula. Enquanto não houver a substituição, o partido não pode fazer campanha nem utilizar rádio e TV

- O PT ainda pode, em tese, recorrer ao STF, caso decida insistir na candidatura de Lula. Mas o cenário é pouco provável

- O candidato a vice, Fernando Haddad, deve assumir a cabeça da chapa. Com informações da Folhapress.

Notícias ao Minuto

sábado, 25 de agosto de 2018

Conheça o Projeto Por ai ajudando e ajude - Seja nosso patrão


PROJETO POR AI AJUDANDO

Consiste em:

O Projeto Por ai ajudando; por ai na estrada, no momento ainda está sem a kombi definitiva (fase de acabamento e plotagem). Já recebemos algumas doações para incrementar a nossa KOMBREGA MARIA FUMAÇA. Precisamos de mais patrocinadores para o Projeto ir longe e chegar em sua cidade. O projeto consiste em: com sua doação e sua logomarca em nossa kombi, arrecardar-mos valores suficiente para comprarmos alimentos, roupas e outros para doar as pessoas necessitadas por onde passarmos. Embarque nessa ventura de loucos e ajude o próximo. Isso mesmo de loucos. Só loucos tiram do seus bolso e ajudam os mais necessitados. Sua ajude será bem vinda através de doação pelo pagueseguro aqui mesmo em nosso blog de apoio. 

Encontre o botão pagueseguro no lado direito desta divulgação, clique e faça uma doação ao projeto de ajuda humanitária.

IMPORTANTE: Para ter sua marca pregada no lado de nossa KOMBREGA MARIA FUMAÇA entre na página acima chamada (APOIE), clique nela e escolha o botão pagueseguro de R$ 50,00 (cinquenta Reais), igual a este abaixo (você pode também clicar nele agora e você será direcionado a página do pagueseguro pra doar)
Nos ajude a ajudarmos pessoas necessitadas por ai. Para mais informações sobre o projeto e se deseja saber mais... Converse com o idealizador Mauro Franco pelo WhatsApp (63) 981115110 (digite assim em seu zap +5563981115110). 




Confronto entre taxistas e motoristas de aplicativos interdita a Padre Eutíquio


Foto Reprodução

Taxistas teriam ameaçado uma motorista de Uber no local, o que fez com que os colegas de app bloqueassem a via

Por: Portal ORM 
Um grupo de taxistas e motorista de aplicativos de transportes entrou em confronto na noite desta sexta-feira (24), em frente a um shopping no bairro de Batista Campos, em Belém. A confusão teria começado após uma motorista do aplicativo Uber ser verbalmente agredida no local pelos taxistas.



Segundo o comandante do 20º Batalhão da Polícia Militar (BPM), o caso foi por volta de 19h. A mulher motorista teria ido apanhar um passageiro em frente ao Shopping Pátio Belém, quando foi ameaçada e xingada por motoristas de táxi, que diziam que ela não tinha o direito de estar ali.



Após sofrer ameaças, a mulher saiu do local e se reuniu com outros motoristas de aplicativos. Em seguida, um grupo de condutores de Uber e outros apps foram ao local, e uma confusão generalizada começou. Os motoristas chegaram a colocar seus carros no meio da rua, interditando a travessa Padre Eutíquio por alguns minutos.



Foi só com a chegada da Polícia Militar que os ânimos foram acalmados. O comandante do 20º BPM chegou a sugerir a utilização de um guincho para remover os carros do meio da via pública e liberar o trânsito, mas os motoristas se dispersaram. A mulher que teria sofrido as ofensas e ameaças foi até uma delegacia da Polícia Civil para registrar um boletim de ocorrência contra a associação de taxistas do lugar.

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